Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame

13 de setembro de 2013
Autor: Renan do Prado

Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame

Pensou que a sexta-feira 13 passaria batida por aqui? Pois pense de novo: para marcar a data, trouxemos a assustadora lenda japonesa da Mansão Himuro, local que serviu de inspiração para a tenebrosa série Fatal Frame.

A franquia Fatal Frame é indiscutivelmente uma das melhores representantes do gênero survival horror. Muitas pessoas jogaram seus games e certamente se amedrontaram com o clima macabro, opressor e fantasmagórico da saga. Mas será que elas sabem de onde surgiu a inspiração para sua história? Você sabe?

Produzido pela Tecmo e lançado no dia 13 de Dezembro de 2001 no Japão e em Março de 2002 para o resto do mundo, o primeiro game da série contava a obscura história de uma mansão abandonada habitada por almas de pessoas brutalmente assassinadas, que atacavam qualquer um tolo ou desavisado o bastante para entrar ou passar próximo ao local.

Entre as pessoas que ousaram entrar nessa mansão estava Mafuyu Hinasaki, um jovem escritor à procura de um amigo e ídolo seu, que por sua vez havia viajado até o casarão com sua equipe afim de fazer pesquisas para seu próximo romance, mas nunca retornou.

Dentro dela, Mafuyu viu-se preso em um pesadelo: o lugar era cheio de espíritos e de maldade. As almas penadas vagavam por todos os lados, alguns sem rumo, outros observando-o e muitos tentando matá-lo. Ele trazia consigo uma antiga câmera fotográfica que pertencia a sua família e, estranhamente, essa câmera tinha o poder de exorcizar os espíritos que apareciam diante dele.

Mesmo munido do artefato, Mafuyu também desapareceu. Sua irmã, Miku Hinasaki, partiu em sua busca e acabou chegando à mansão. Nela, encontrou apenas a câmera do jovem escritor, sem saber que aquela era uma Camera Obscura, um artefato poderoso criado há muitos anos atrás com o objetivo de capturar fotos de “coisas inexistentes” e expelir o mal.

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A Mansão Himuro do game Fatal Frame

Em sua busca, Miku passou a desvendar a história daquela mansão e das almas que a habitavam. Não por acaso, o velho casarão ficava no terreno profano onde se escondia o próprio Portão para o Inferno. O local era o lar de uma antiga família que tinha como dever manter o portão fechado, impedindo que um terrível mal se abatesse sobre toda a Terra.

Para manter o portão fechado, rituais terríveis e sangrentos eram realizados, demandando sacrifícios de vidas humanas. Porém, o último ritual acabou falhando, causando a morte de toda a família e a abertura do portão, de onde uma poderosa força maligna escapou e condenou todas as pessoas e toda a região próxima.

A trama de Fatal Frame  é rica e construída de forma a causar muito medo em quem joga. Esse terror fez com que o game se tornasse famoso por todo o mundo. Em seu lançamento, o jogo recebeu ótimas críticas e notas altas de revistas e sites especializados, além de criar uma grande quantidade de fãs. Um detalhe em específico fez com que  fama do game fosse ainda maior: “Baseado em uma história real.”

No Japão, existe uma famosa lenda daquele que é considerado o mais terrível massacre da história do país, onde sete pessoas foram brutalmente assassinadas em um evento terrível. Muitos anos depois, coisas inexplicáveis que desafiam a realidade continuariam acontecendo no local onde o grupo morreu, um lugar que tornaria-se conhecido por todo o país: a famosa Mansão Himuro, também conhecida como a Mansão Himikyru.

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Suposta foto real da Mansão Himuro

Segundo uma antiga lenda japonesa, em uma área montanhosa nos limites da cidade de Tokyo, havia uma grande mansão, circundada por outras três residências onde há muitos e muitos anos vivia a família Himuro. O fato do clã morar em uma região afastada não era por acaso. Cabia a eles uma sinistra missão que deveriam cumprir rigorosamente: Evitar que os Portões do Inferno, localizados em uma área oculta da mansão, se abrissem e um terrível mal escapasse.

Por gerações e gerações, a família realizou esse trabalho amaldiçoado, mantendo a si mesmos e a todos a salvo graças a um terrível ritual: O Ritual do Estrangulamento.

A família era praticante do Xintoísmo, a religião ou, mais precisamente, a espiritualidade predominante do Japãojunto com o Budismo. Ambas as doutrinas se unificaram nesse país, expandindo suas crenças pacíficas e de purificação da alma, adoração à natureza e o caminho para KamiDeus.

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Fantasma de Fatal Frame

No entanto, os misteriosos membros da família Himuro realizavam práticas consideradas obscuras do Xintoísmo, rituais esses que são mantidos em segredo absoluto para todos os demais. O chamado Ritual do Estrangulamento era o evento mais importante para toda a família.

Reza a lenda que, a cada 50 anos (ou uma quantidade próxima de meio século), os Portões do Inferno ameaçariam se abrir e só havia uma maneira de impedir que isso acontecesse: O chefe da família devia escolher uma bebê menina de sua própria família para ser isolada do mundo antes de passar por um rito tenebroso… Imediatamente após ser escolhida, a criança era trancada sozinha dentro de um quarto da mansão.

Ela deveria ser criada em total enclausuramento e jamais ter contato com nenhuma pessoa ou qualquer coisa pela qual pudesse gerar afeto ou outro sentimento, para que seu corpo e espírito permanecessem “puros”. Qualquer contato com o mundo exterior mancharia sua alma e o ritual não teria efeito.

Quando era chegada a época marcada, a garota, que recebia o nome de A Dama do Santuário das Cordas, era removida de seu quarto e levada até uma espécie de altar, onde seus pulsos, tornozelos e pescoço eram amarrados por fortes cordas. As cordas então eram amarradas a bois ou cavalos… e puxadas a toda força, cada animal puxando-as em uma direção diferente.

Puxadas, até que os membros da garota fossem arrancados violentamente do próprio corpo e ela perdesse a vida após um indescritível sofrimento.

Após o brutal sacrifício, as cordas usadas para desmembrar a Dama eram banhadas em seu próprio sangue até encharcarem e então presas diante do Portão do Inferno, selando-o assim por mais meio século e protegendo a família e todas as pessoas do mal supremo.

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O Ritual do Estrangulamento

Porém, há cerca de 60 ou 70 anos, o último Ritual do Estrangulamento falhou. Próximo ao dia da realização do ritual, a garota escolhida para ser sacrificada viu um jovem rapaz pela janela de seu quarto e se apaixonou por ele. Com isso, sua alma foi manchada pela influência do mundo externo e o ritual foi arruinado. Diz-se que o jovem tentou libertar a garota de seu terrível destino, mas jamais conseguiu, pois quando o chefe da família descobriu sobre o amor da jovem, enlouqueceu totalmente.

Vendo que o ritual realizado por sua família a tantas e tantas gerações falharia, ele perdeu todo o controle, empunhou sua katana, a espada samurai japonesa, e assassinou todas as pessoas que estavam com ele. A jovem escolhida, o garoto de fora, sua própria família e qualquer pessoa que estivesse próxima foi morta pelos golpes da katana do homem enfurecido. E quando todas as pessoas jaziam mortas, depois de seus corpos serem mutilados e seu sangue derramado por toda a mansão, o chefe de família tirou a própria vida usando sua espada.

Dizem que, quando o chefe descobriu sobre o amor da jovem, ele temeu pelo sofrimento terrível que a família passaria uma vez que o mal escapasse pelo Portão e acabou matando a todos como forma de poupá-los de um fim pior. Não por arrependimento pelos assassinatos, nem por uma loucura incontrolável, ele se suicidou após a chacina para que também escapasse do terror que viria pelos Portões.

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O Portão do Inferno – Fatal Frame

Por décadas, a população mantinha silêncio absoluto sobre o que havia acontecido na mansão e os acontecimentos posteriores. Após os terríveis assassinatos, muitas pessoas diziam que coisas estranhas passaram a acontecer na casa: marcas de mãos ensanguentadas eram vistas em várias partes, assim como feixes de sangue espirrado, como se tivessem escorrido da lâmina de uma espada.

Várias pessoas diziam que por toda a mansão era possível ver aparições de espíritos vestidos com kimonos (roupa cerimonial tradicional do Japão) brancos. Os fantasmas podiam ser vistos de noite e até mesmo em plena luz do dia. E havia mais um detalhe: Se uma pessoa fotografasse uma certa janela específica da mansão, seria possível ver claramente a imagem fantasmagórica de uma garota.

A lenda diz que os espíritos da família assassinada ainda tentam completar o antigo ritual fracassado, matando quem se aproxime da mansão. Os corpos dessas vítimas eram encontrados com marcas de corda em seus pulsos, tornozelos e pescoço.

Outros tinham um destino ainda pior: seus corpos eram totalmente despedaçados e seus restos mortais jaziam espalhados pela mansão e por um estranho labirinto de túneis que ficava abaixo dela. Ninguém sabe quem construiu o labirinto, muito menos qual era o seu propósito para a família Himuro ou para o Ritual do Estrangulamento.

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Fantasma de uma mulher morta por golpes de espada

Graças à essas histórias, as pessoas que viviam próximas ao casarão abandonaram seus lares, com medo de que o mal libertado e os espíritos amaldiçoados as atacassem. Com isso, a lenda do terror que se abateu sobre a mansão Himuro se espalhou por todo o Japão, até que, muitos anos depois, foi usada como base para a criação do game Fatal Frame.

Segundo o criador do game, Makoto Shibata, o primeiro título da série teve outras inspirações além da Mansão Himuro. Após a história que baseou Fatal Frame se espalhar mundo afora, Makoto comentou durante uma entrevista que o jogo também usou referências de duas outras lendas muito conhecidas no Japão. Ele jamais contou ou sequer mencionou, porém, o conteúdo dessas duas outras histórias.

Makoto também comentou em entrevista sobre a base do enredo de Fatal Frame, a mansão Himuro. Ele falou sobre o assassinato das sete pessoas, as marcas de sangue vistas nas paredes, os corpos daqueles que entraram na mansão, os misteriosos túneis e de outros detalhes intrigantes.

Nas próprias palavras de Makoto“Uma estreita escadaria levava a um sótão onde rumores diziam que um talismã selado espiritualmente estava trancado. Homens buscaram este talismã, apenas para serem encontrados depois com seus corpos quebrados  e marcas de cordas em seus pulsos. Há uma velha estátua desmoronada de uma mulher em um kimono, mas sua cabeça está perdida.”

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The Crimson Sacrifice – Fatal Frame II

Há alguns pontos curiosos sobre a lenda, que vieram à tona após o sucesso do game. Aquela frase “Baseado em uma história real” fez com que muitas pessoas se interessassem na “verdade” por trás do enredo do jogo e de onde veio a inspiração para sua criação. E, como já é de se imaginar, muitos fãs pesquisaram sobre o assunto.

O primeiro game da série foi lançado em três versões diferente. A versão japonesa (e original), onde o game é chamado de Zero. A versão européia, a qual, graças a um erro de tradução, recebeu o nome de Project Zero. E a versão americana, chamada Fatal Frame. O termo “Fatal Frame” se referia a um ataque especial do game em que, quando o jogador tira a foto de um fantasma em um momento exato, o poder da câmera consegue exorcizar o fantasma instantaneamente. No Japão, o termo para esse ataque é “Zero Shot”.

Mas há uma outra diferença entre a versão americana para a japonesa e a européia: Somente a versão americana possuía a inscrição “Baseado em uma história real”. Os fãs entenderam essa diferença como uma estratégia de marketing da Tecmo para que o game tivesse um maior número de vendas nos Estados Unidos, porém o motivo dessa inscrição não estar contida nas outras edições, em especial a européia, não é conhecido.

Veja na imagem a baixo a capa americana do game com a inscrição:

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Capa americana de Fatal Frame. Clique na imagem para ampliá-la

Como a inscrição aparece somente na versão americana, os fãs passaram a duvidar da veracidade da lenda da Mansão Himuro, crendo que no fim das contas aquela frase era pura propaganda e que a lenda pudesse nem mesmo existir. A própria dúvida também contribuiu com a fama do game e a busca pela “verdade” sobre a lenda, se era era ou não real, moveu fãs por todo o mundo.

Mas a lenda da Himuro Mansion realmente existe. Há décadas, a história dos terríveis assassinatos corre pela capital do país, Tokyo. A lenda já era contada por bisavós, avós e pais antes mesmo de chegar ao mundo dos games e é uma das lendas mais famosas do país, sendo considerada inclusive como o “pior massacre já registrado na história do Japão”, como já dito.

Por muito tempo, pessoas procuraram pela lendária mansão. Porém, ninguém jamais foi capaz de localizá-la e mesmo os que afirmam já terem visto a mansão, antes ou após a tragédia, não conseguem (ou não querem) indicar sua localização exata. A lenda conta que a mansão se localiza numa região montanhosa nos limites da cidade de Tokyo, porém cerca de um terço do território atual da cidade é composto por florestas e montanhas, o que torna quase impossível a procura pela mansão.

Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal FrameMapa atual de Tokyo. A metade esquerda da área em verde é composta somente por florestas e montanhas

Um fator curioso é que não existe nenhuma espécie de notícia de jornal ou registro policial dos acontecimentos na mansão. As dúvidas cresceram ainda mais com isso, pois se a lenda aconteceu há cerca de 60-70 anos atrás, porque não há nenhum tipo de informação oficial da mídia ou mesmo da polícia? Essa pergunta gera grande debate entre aqueles que pesquisam sobre a tragédia.

Dada a falta de informações, a maioria das pessoas considera a história da Mansão Himuro apenas uma lenda e não um acontecimento real. Mas muitos também defendem que a falta de informações possa ser proposital. Devido à época em que aconteceu, as autoridades teriam mantido o caso em segredo para não causar temor na população, seja pelo terrível massacre ou pelo mal que a mansão abrigaria, pois, dada a religiosidades dos japoneses, a história do mal poderia ter uma repercussão muito negativa.

A conclusão da lenda em si também é bastante discutida. Diversas teorias foram criadas para tentar “explicar” tudo: Para alguns, a mansão existe, mas nenhum massacre ou maldição aconteceu. Para outros, os Himuro que não estava envolvidos no ritual conseguiram recuperar a posse da mansão. Além de pessoas que não acreditam que a lenda possa ter qualquer traço de realidade.

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A Camera Obscura

Mas a lenda da Mansão Himuro ainda vive e, graças ao Fatal Frame, será lembrada pelo mundo inteiro. Ainda existem pessoas que procuram pelo local exato onde a mansão se encontra. Estudam mapas, buscam informações e talvez saem em expedição florestas adentro.

Se a lenda é de fato uma história real ou não, se o massacre realmente ocorreu ou se ao menos o lugar é real, não há confirmação. Mas para aqueles que a buscam, que creem na lenda e temem o mal que foi libertado, talvez seja melhor nunca encontrarem a terrível mansão – para não se juntarem aos inúmeros espíritos atormentados que buscam eternamente libertarem-se de seu sofrimento, revivendo o sangrento ritual que falhou, anos e anos atrás.

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Se você não conhece, ou nunca jogou a série Fatal Frame, tente procurá-la: sustos e momentos de terror estão garantidos para aqueles que gostam de passar calafrios em jogos de survival horror e com certeza uma noite mal-dormida acompanha o game!

Ou que tal dar uma conferida em seus álbuns de fotos? Aquela mancha estranha que parecia ser um reflexo ou um desfoque pode não ser somente um erro na fotografia… Na dúvida, esteja bem atento ao visor de sua câmera quando for tirar uma foto, quem sabe isso não salve sua vida?

(Via: Vão Jogar, Scary for Kids, Paranormala, Fatal Frame wikia)

35 Respostas para “Creepypasta Arkade: A maldição da Mansão Himuro, a história sangrenta que inspirou Fatal Frame”

  • 13 de setembro de 2013 às 16:47 -

    leandro leon belmont alves

  • apavorante, eu lhe digo

    • 4 de julho de 2014 às 15:39 -

      Pericles alves berto

    • é show !!!!!!!!!!!! 

  • 13 de setembro de 2013 às 18:54 -

    Diana

  • Adorei, Renan. Porém, para minha segurança emocional (e mental também, quem sabe?) ficarei apenas com o seu excelente resumo. Já me bastam as lendas de visagens e assombrações da minha terra. Jogo não! xD

  • 13 de setembro de 2013 às 19:02 -

    Mario

  • Joguei muito pouco na casa do meu primo. Mas vou te contar, esse jogo foi 1 dos mais sinistros que eu já joguei na vida! Se me lembro bem nem consegui dormir direito no dia.

  • 13 de setembro de 2013 às 21:03 -

    Cabramacho

  • Só um dos que jogou uma vez e nunca mais. Silent Hill é apavorante, mas Fatal Frame é pra da enfarte.

  • 13 de setembro de 2013 às 21:15 -

    Arthur.E

  • tinham que manter a garota pura cortando todas suas ligações do mundo de fora, então puseram ela em um quarto com janela. faz sentido.

    • 14 de setembro de 2013 às 10:09 -

      Albert Dark

    • Era uma pequena janela usada para entregar alimento para ela, era mantida sempre fechada, só abria pelo lado de fora nessa ocasião.

      • 14 de setembro de 2013 às 10:11 -

        Albert Dark

      • aliás, pelo menos no fatal frame 2 era isso. não lembro da história do 1° mais, e o 3° se passa muito tempo depois, e não tem haver com o ritual.

    • 16 de setembro de 2013 às 08:39 -

      Renan do Prado

    • A história em si é um pouco vaga nesse ponto. Sabe-se apenas que foi por uma janela que ela viu o jovem rapaz.

  • 13 de setembro de 2013 às 21:33 -

    Eddie Harris

  • Perguntei sobre a lenda para um amigo japones do meu pai, que ja esta alguns anos aqui no Brasil . . . ele disse que realmente eh a lenda mais famosa do Japao mas nunca foi provada a veracidade dos fatos, e ela ate atrai muitos turistas curiosos. Referente ao jogo, aterrorizante mesmo. . . muito bom. Parabens pela materia Renan !!

    • 16 de setembro de 2013 às 11:20 -

      Renan do Prado

    • Valeu Eddie!!! Eu precisei fazer uma boa pesquisa pra saber se realmente a lenda era de fato bem conhecida no Japão, até mesmo busquei o mapa de Tokyo pra saber se há ao menos a possibilidade de uma localidade montanhosa existir, e de fato ela existe!

  • 13 de setembro de 2013 às 21:51 -

    Sir.Liipe Silva

  • Boa matéria, sinistra ao ponto de dar arrepios!!!

  • 14 de setembro de 2013 às 02:15 -

    Angela Caldas

  • Amo essa história!

  • 14 de setembro de 2013 às 00:56 -

    Babiro

  • Bom texto Renan, não tinha momento melhor pra lançar a matéria que em uma sexta-feira 13, mas quanto a lenda e jogo, eu já tive calafrios lendo, procurar essa mansão? Jamais, e eu não gosto de jogos de terror prefiro ficar só nas lendas mesmo, é mais seguro!!

  • 14 de setembro de 2013 às 08:09 -

    Fabio da Silva

  • Muito incrível!
    Seus textos são ótimos Renan!

  • 15 de setembro de 2013 às 08:53 -

    Chinalia

  • É uma das franquias que mais amo, muito bem escrita. Antigamente acreditava que a câmera fotográfica poderia aprisionar a alma das pessoas, é claro que muito por falta de conhecimento, e que em lugares onde pessoas são assassinas, a sinais de violência, a casa absorve essa energia e o espirito fica preso a mesma e sempre q alguém entra na casa acaba envolvida nessa energia negativa.. Assim como no filme ” O Grito”. um dos livros q mais gosto e se aproxima muito dessas crenças é a queda da casa de usherde de Edgar Allan Poe, recomendo muito bom.
    E o texto ficou ótimo Renan.

    • 16 de setembro de 2013 às 11:18 -

      Renan do Prado

    • Por incrível que pareça, nunca joguei Fatal Frame, pois nunca achei pra comprar. Já ouvi essa crença antiga pelas máquinas fotográficas, e eu até adaptei ela pra atualidade pra falar que o Kinect fazia o mesmo, só de zueira kkkkkkkkkkk

  • 16 de setembro de 2013 às 01:02 -

    Ana Clara

  • Taí um jogo que eu quero é distância, cruzes!

    Aliás, na hora de criar história de terror, o Japão sempre sai na frente, inacreditável.

    Não sei se alguém de SP aqui sabe, mas o bairro da Liberdade em São Paulo também é considerado amaldiçoado. Reza a lenda que havia um grande cemitério na região e que na época da imigração japonesa, o estado tascou um grande de um “TÔ NEM AÍ” e resolveu lotear a região para os japoneses. O cemitério foi totalmente destruído e em cima dele foram construídos prédios, supermercados, comércio, enfim. Mas reza a lenda que andar a noite na região é pedir para ser alvo de um ataque sobrenatural e, que por causa disso, nenhuma construção da região tem subsolo. As poucas que tem servem de local de “contato” para tentar apaziguar a alma dos que foram perturbados com a destruição do cemitério.

    E com isso crianças, aprendemos que só vamos na Liberdade quando estiver com sol alto, claro e belo. Fim.

    • 16 de setembro de 2013 às 11:12 -

      Renan do Prado

    • Não sabia dessa sobre a Liberdade, TENSO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

      • 4 de julho de 2014 às 15:38 -

        Pericles alves berto

      • eu também sou são paulo, mas não sabia dessa

  • 16 de setembro de 2013 às 11:11 -

    Renan do Prado

  • Valeu pelos elogios galera!!!!

  • 16 de setembro de 2013 às 14:33 -

    Alessandro

  • Ótima matéria, acho que nunca vou jogar esse jogo.

  • 16 de setembro de 2013 às 17:54 -

    Ghighix

  • Ótimo artigo, Renan! Por favor, disseque a respeito dos quatro games da série…
    Que tal falar um pouco sobre Clock Tower também?

  • 29 de setembro de 2013 às 12:49 -

    Watt

  • “práticas consideradas obscuras do Xintoísmo…” Isso explica muito. Aliás, o Japão tem um histórico de menções a rituais de sacrifício presentes em games, animes, filmes. Perdição total…

  • 4 de outubro de 2013 às 16:26 -

    Rafa Tchulanguero Punk

  • Opa, demorei, mas cheguei.

    Eu ainda não joguei Fatal Frame, mas fiquei bem curioso desde que a larAngela escreveu sobre, principalmente por não se tratar do “terror” típico de fílmes americanos. Entra pra lista de jogos que quero jogar, só aparecer a oportunidade ;)

    E valeu pela menção ao “Vão Jogar!” (só faltou a exclamação, rzs).

    Abraço!

  • 5 de outubro de 2013 às 14:57 -

    Marcio Abreu

  • muinto interesante a historia

  • 14 de outubro de 2013 às 17:26 -

    Nathania Kessia

  • amo esse jogo e essa historia

  • 15 de outubro de 2013 às 04:58 -

    Fernanda Oliveira

  • Melhor jogo de terror que existe !

  • 1 de dezembro de 2013 às 02:59 -

    Rafaela

  • Cara, é um jogo apavorante. Mas é viciante também, quanto mais você joga mais você quer jogar, adorei.

  • 22 de dezembro de 2013 às 18:41 -

    Daniel sousa

  • História imtereçante jogarei concerteza

  • 22 de dezembro de 2013 às 18:45 -

    Daniel sousa

  • Queria participar de uma busca
    APESAR DE NÃO ACREDITAR

  • 23 de abril de 2014 às 17:38 -

    Maike Wesley

  • Achei muito interessante a matéria e simplesmente adorei. Não tive muito contato com os games da franquia, mas agora faço questão de conhece-los melhor e fiquei sabendo que futuramente haverá um filme em live action do game.

  • 9 de novembro de 2014 às 03:49 -

    nando

  • tenho a coleção do fatal frame ps2.Não vou vender meu ps2 nunca!! ^-^

  • 17 de março de 2015 às 21:29 -

    gui26

  • Eu curto pacas fatal frame, mas o cagaço de jogar é enorme… o jogo é realmente mórbido, todos da série… e essa da Liberdade eu não sabia… nunca fui lá (sério), mas agora eu prefiro ir só de dia hehe…  excelente matéria, FF é garantia de MUITO MEDO, sempre!

  • 20 de março de 2015 às 20:20 -

    Bruna

  •  Nossa,muito interessante a história. Mais confesso q estou muito curiosa pra saber mais…conheço o game e joguei muito o fatal frame 2. Estou com algumas dúvidas sobre as pessoas q supostamente viram a mansão, pq não revelam a localização? E se a lenda conta q pessoas q se aproximam morrem misteriosamente, pq  ha pessoas q ainda afirmam terem visto a mansão e continuam vivas?Eu sim gostaria muito d participar de uma expedição pra saber mais a fundo e localizar a verdadeira mansão. Adorei a matéria, parabéns pelo seu trabalho. :-)

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