Melhores Jogos do Ano Arkade 2017: Assassin’s Creed Origins

Quando a Ubisoft anunciou um pequeno hiato para Assassin’s Creed, fui um dos que comemorou a iniciativa. Gosto da série, mas já estava enchendo o saco vê-la sendo tratada mais como atualização do que como inovação, característica essa que me atraiu no já distante 2007, com o primeiro jogo da série. E, ao focar nas origens dos Assassinos em Origins, o jogo já me cativou suficientemente para acompanhar todo o hype e as notícias em torno dele.

Porém, o que mais me chamou atenção no jogo foi algo que não tem nada a ver com assassinos e templários: Bayek é um guarda real que, além de proteger o reino, também tem como tarefa ajudar seus conterrâneos e isso me levou para dezenas de missões secundárias que fizeram com que a história principal ficasse em segundo plano. Mais do que cumpri-las apenas para garantir mais nível, é interessante ver como a sua influência muda a vida das pessoas para melhor, acabando com injustiças, remediando situações complicadas e melhorando o dia a dia dos habitantes das cidades e vilas.

Tudo isso somado ao incrível mundo aberto, cheio de animais selvagens, catacumbas, pirâmides e uma diversidade de terrenos que impressiona. Em Origins, eu não quero usar viagens rápidas para ir de um lugar ao outro, prefiro pegar o cavalo (ou camelo) e sair por aí, observando a riqueza de detalhes e a beleza dos ambientes, tendo os divertidos incômodos de bandidos, soldados inimigos ou algum leopardo. E, para fechar o combo com maestria, as muitas opções de customização de armas e itens também fazem com que você passe horas e horas curtindo o game.

Jogo Origins desde seu lançamento, e estamos em dezembro, e ainda há muito a fazer. Desta vez, a Ubisoft acertou em cheio com sua série e que fique a lição: não queremos Assassin’s Creed novo todo ano, queremos um que leve um ano inteiro para aproveitar.

Assista nossa vídeo-análise aí em cima, ou,se preferir, leia nossa análise completa de Assassin’s Creed Origins.