Melhores Jogos do Ano Arkade 2017: Ballistic Overkill

Gosto muito quando um game brasileiro ganha destaque e evidência. Primeiro por saber que somos capazes de fazer muita coisa boa, e, segundo, por acompanhar mais de perto os trabalhos de desenvolvimento, sabendo de todas as lutas e dificuldades que os estúdios e desenvolvedores enfrentam para fazer com que seu projeto dê certo em um mundo muito concorrido como o do videogame.

E, no meio de tudo isso, tive o prazer de experimentar mais um tiro certo da Aquiris: Ballistic Overkill. Temos aqui um FPS como tantos outros que aparecem por aí, mas com uma qualidade e um refinamento técnico muito difícil de se encontrar, em meio a tantos jogos gratuitos, relaxados, e feitos só para “fazer dinheiro”, especialmente neste ano em que muito se falou de loot boxes e mnicrotransações.

Trocar tiros no shopping é bem legal, com todos os cenários sendo bem caprichados, com subidas, descidas, escadas, obstáculos e diversos pontos cegos feitos para aumentar o desafio e fazer com que os jogadores se dediquem mais no treinamento e na artilharia, evitando a “camperagem”.

Mas o que me chama atenção mesmo em Ballistic Overkill é o capricho. Poderia ser “mais um” entre tantos FPS que usam conteúdo do mais genérico possível, porém temos um jogo de tiro divertido, competente, bem feito e com cenários excelentes. E com isso, o cenário brasileiro de desenvolvimento de jogos só tem a crescer.

Confira nossa análise completa de Ballistic Overkill se quiser mais informações sobre o game, e se você é fã de FPS competitivo, não deixe de dar uma chance para um legítimo game “made in Brazil” que não deve nada para os gringos.