Top 15 Arkade: Jogos de Macho

Sabe quando você está estressado e precisa aliviar a tensão com um game cheio de testosterona que te permita trucidar inimigos, pegar mulheres e se dar bem no final? Estes são jogos de macho, e a equipe Arkade se reuniu para fazer uma lista com os melhores jogos do tipo!

Para compor a lista abaixo, membros da equipe Arkade sugeriram 2 ou 3 games que eles consideram “de macho”. Temos sugestões de praticamente todos os membros da equipe, que fizeram um verdadeiro “brainstorm” de jogos de ontem e de hoje.

Não leve esta lista tão a sério, afinal não queremos parecer machistas, nem nada do tipo. Nossa ideia é apenas sugerir games que ofereçam adrenalina, pancadaria e, claro, muita testosterona!

Todos os games desta lista são tão machos que preferimos não estabelecer uma ordem. Não há primeiro nem último colocado, são apenas graus diferentes de macheza.

Leisure Suit Larry

Recomendado por Raphael Cabrera

Nos anos 80 e 90, época em que reinava o MS-DOS e as primeiras versões do Windows, um jogo brincava com a imaginação de muitos gamers: Leisure Suite Larry, game de aventura que nos colocava no papel de Larry, um baixinho sedutor que vivia tentando se dar bem com mulheres, mas sempre acabava em situações engraçadas e constrangedoras por conta de sua má sorte.

Mesmo sabendo que o jogo não possuía cenas de sexo, cabia a nós, gamers e machos, tentar pelo menos ver um par de peitos digitais. O game teve tanto sucesso que virou uma série, recebendo 8 games no total. Sua última versão foi Leisure Suit Larry: Box Office Bust, de 2009, que ganhou versões até mesmo para Xbox 360 e Playstation 3.

X-Man

Recomendado por Renan do Prado

A macheza pura em 8-bit. Não se engane, pois em X-Man não temos nada de Wolverine, Ciclope, Magneto ou qualquer outro super-herói de collant, afinal, isso não é nada macho.

Em X-Man, você controlava um homem pelado, com a “moral alta”, que corria por um labirinto lotado de tesouras voadoras, caranguejos e dentaduras que tentam a todo momento cortar fora “a alegria” do rapaz. Tudo isso para chegar ao centro do labirinto e ser premiado com uma intensa relação sexual com uma belíssima mulher, cheia das mais belas curvas que os gráficos do Atari podiam gerar

Com direito a posições sexuais diferentes e orgasmos psicodélicos, X-Man é um legítimo teste de masculinidade, afinal, tem que ser muito macho para arriscar o bilau desse jeito!

Duke Nukem 3D

Recomendado por Henrique Gonçalves

Em 1996 ocorreu um evento muito importante para todo gamer: Duke Nukem 3D chegou, impressionando a todos com sua jogabilidade de FPS em 3D, diversos inimigos, modos multiplayer e a habilidade revolucionária de poder dar uma gorjeta para as strippers mostrarem seus peitos.

Neste ano, um dos ícones mais importantes na indústria dos videogames nasceu: Duke é tão macho que ele é uma verdadeira paródia de todos os heróis de ação que já apareceram em Hollywood.

Para completar, ele mija, canta Steppenwolf e solta algumas das frases de efeito mais icônicas dos videogames. Duke é o homem mais machista, egoísta e misógino do mundo dos games, o que faz dele uma grande (e máscula) sátira aos machões.

No More Heroes

Recomendado por Abel Melo

Em No More Heroes a testosterona se traduz em sangue, matança, golpes de Lucha Libre e uma espada laser recarregável que precisa de movimentos sugestivos (?!) para começar a funcionar.

Na pele de Travis Touchdown, o objetivo do jogador é se tornar o assassino número 1 do mundo para poder pegar uma garota, missão que por si só já é bem máscula. Para se tornar o número 1, você  deve matar os assassinos que estão acima de você, sempre de maneiras deveras sangrentas.

No More Heroes tem um pouco de tudo que torna um jogo verdadeiramente macho: sangue, lutas de espada, humor ácido, matança sem motivo aparente e até um pouco de cavalheirismo, afinal, não são todos os personagens que se recusam a lutar contra uma assassina profissional só por que ela é mulher.

Mortal Kombat

Recomendado por Raphael Cabrera

Com gráficos fotorrealistas e muito sangue, o primeiro Mortal Kombat era um game de fazer qualquer machão parar no meio do shopping e ir comprar fichas para jogar.

Seus personagens clássicos entraram no rol dos mais importantes da história dos games, e são cultuados por gamers até hoje, afinal, quem poderia esquecer da clássica frase “Get Over Here!”, do Scorpion? Em uma época onde os games eram voltados ao público jovem, Mortal Kombat foi um dos primeiros a “chocar” o mundo com tanta violência.

Seus fatalities derramavam sangue na tela, assustavam mães e davam aquela satisfação ao destruir (e humilhar) seu oponente de maneira brutal. A franquia foi lançado há 20 anos (!) e continua recebendo novos jogos até hoje. Depois de perder a mão por um tempo, a série voltou com tudo com Mortal kombat, lançado no ano passado.

Ninja Gaiden

Recomendado por Eduardo Diamenti

Ninja Gaiden é um jogo que testa os limites da macheza e da paciência do jogador, afinal seu nível de dificuldade altíssimo mostra-se uma provação para o maior dos machões. E não estamos falando dos games recentes: não é qualquer um que consegue zerar os primeiros jogos da série, que foram lançados nas décadas de 80 e 90 para NES.

Se na atual geração o nível de dificuldade de Ninja Gaiden continuou alto, ele ainda acrescentou outra coisa que todo macho adora: violência gratuita e sangrenta, com membros voando e sangue esguichando pela tela. Isso para não mencionar as personagens femininas que possuem muito corpo e pouca roupa.

Então seja você um retrô gamer ou um cara mais moderno, Ninja Gaiden é sinônimo de muita violência, belas mulheres e um desafio altíssimo!

Max Payne

Recomendado por Eduardo Diamenti e Renan do Prado

Bebidas, mulheres, tiroteios, palavrões, sarcasmo e uma trama noir repleta de reviravoltas: Tudo isso faz de Max Payne uma série obrigatória para os machos de plantão que curtem uma boa história policial.

Em todos os jogos da série, o jogador assume o papel de um dos policiais mais machões do mundo dos games: Max Payne é um cara que nunca desperdiça uma bala, e não tem pudores na hora de fuzilar seus inimigos.

“Sentar o dedo no gatilho” é rotina para Max, e seu charmoso e convidativo bullet time (câmera lenta) deixas a ação ainda mais sangrenta e cinematográfica. Max Payne é o típico bad ass berberrão e mal humorado que mata sem hesitar qualquer um que cruzar seu caminho.

Carmageddon

Recomendado por Rodrigo Pscheidt

Um dos títulos mais controversos do mundo dos games, Carmageddon mistura duas coisas que a maioria dos homens adora: velocidade e violência.

Embora esta seja uma maneira extremamente superficial para descrever o game, em Carmageddon o jogador participa de uma corrida mortal, onde carros equipados com metralhadoras e serras acumulam pontos atropelando pedestres.

Com todo o realismo gráfico que os anos 90 permitiam, a carnificina de Carmageddon era super exagerada, com pessoinhas poligonais se despedaçando sob as rodas de carros absurdamente equipados. Proibido em diversos países, Carmageddon é a testosterona sobre rodas em sua forma mais crua, sanguinária e divertida!

Madworld

Recomendado por Eduardo Diamenti

Em uma época onde o Wii só recebia jogos coloridos e voltados para a diversão casual, eis que surge Madworld para tingir de vermelho o console da Nintendo.

Na pele de Jack, um brutamontes mal encarado que tem uma serra elétrica acoplada ao braço direito, o jogador pode empalar seus inimigos, esfregar a cara deles em um trem e fatiá-los ao meio sem dó. O jogo possui um visual meio cartunesco e é todo em tons de preto e branco, o que destaca ainda mais o vermelho do sangue dos inimigos que se espalha pela tela.

A trama do game gira em torno de um reality show chamado DeathWatch, no qual locais de uma cidade são isolados e transformados em campos de genocídio. Quanto maior a carnificina que um competidor causa, mais pontos ganha e mais sucesso faz junto ao público. Quem foi que disse que a violência do game não tinha fundamento?

Postal

Recomendado por Eduardo Diamenti e Henrique Gonçalves

A trilogia Postal é uma das mais polêmicas de todos os tempos. Os jogos da série têm um simples objetivo: sair matando tudo e todos que cruzam o seu caminho. Em Postal 2, é possível mijar nas pessoas, atear fogo, espancá-las e fazer muitas outras loucuras pela cidade.

Geralmente são poucas as informações fornecidas sobre o enredo, já que esta claramente não é a maior preocupação dos produtores. O que se sabe é que o protagonista do jogo, Postal Dude, trabalha nos correios (daí o nome do game), surta depois de um dia bem ruim e resolve extravasar tocando o terror pela cidade.

A trilogia Postal é extremamente violenta, não sendo recomendada para pessoas de estômago fraco. Como estamos falando de jogos de macho, é claro que não poderíamos deixar de fora um game que chegou a ser proibido em diversos países e até considerado por algumas revistas da época como um dos piores e mais ofensivos jogos já produzidos!

Manhunt

Recomendado por Guilherme Pacelli e Fábio Torres

Depois de chocar o mundo com GTA, a Rockstar mostrou que não havia limites para a sua criatividade em fazer jogos sangrentos e polêmicos. Em Manhunt, você é um assassino condenado à morte, que propositalmente escapou de ser executado, para ir parar num reality show macabro.

Seu objetivo: executar seus “inimigos” da maneira mais brutal possível, valendo-se da furtividade para agarrá-los de surpresa. Isso inclui mortes com sacos plásticos por sufocamento, rachar cabeças com barras de ferro e tacos de baseball, cortar pescoços com arames farpados, perfurar pessoas com machados e anzóis, ou dilacerá-las com uma serra elétrica.

O jogo foi banido em diversos países e chegou a ser proibido até mesmo no Brasil, por “tratar a morte brutal de pessoas como algo divertido”. É necessário ter sangue frio e estômago forte para encarar a carnificina realista de Manhunt, o que faz dele (e de sua sequência, lançada em 2007) um legítimo game de macho!

Gears of War

Recomendado por Rodrigo Pscheidt

Em 2006, a Microsoft e a Epic Games lançaram um game que iria revolucionar o gênero tiro em terceira pessoa, e de quebra colocar mais alguns personagens no hall dos ídolos gamers.

Marcus Fenix, Dominc Santiago, Augustus Cole e Damon Baird se tornaram novos ícones da testosterona gamer. Um título altamente merecido, diga-se de passagem, visto que todos eles são enormes, fortões, empunham armas enormes – que misturam metralhadoras com motosserras! – , falam muitos palavrões e destroçam inimigos de maneiras extremamente violentas.

Embora eles tenham começado a série de maneira um pouco rasa, nos games seguintes estes brucutus ganharam profundidade, e pudemos ver que Marcus Fenix e sua trupe são muito mais do que caras musculosos falando palavrões: eles são companheiros, grandes amigos que fazem de tudo para ajudar uns aos outros. Afinal, quem foi que disse que machões não podem ser amigos?

GTA San Andreas

Recomendado por Fernando Paulo

Bebibas, mulheres e muita briga. Como se isso não bastasse pra ver quem realmente é macho, GTA San Andreas ainda conta com perseguições alucinantes, disputas de territórios e o mais importante… saltos de paraquedas!

Mas não basta saltar. Quem é macho de verdade pega sua bicicleta, sobe a montanha, e pula de um caça em alta velocidade, caindo de paraquedas no meio de uma região repleta de inimigos. E nas horas vagas ainda é possível lutar, tornear os bíceps, fazer tatuagens ou trabalhar como bombeiro, atividade que, convenhamos, é altamente máscula!

A série GTA sempre foi um ode à testosterona, mas o excesso de coisas para fazer tornam GTA San Andreas o melhor exemplo de como o mundo dos games pode nos tornar um legítimo “gangsta“.

God of War

Recomendado por Renan do Prado

Em 2005, nasceu umas das séries mais famosas da atualidade. God of War nos apresentou a Kratos, o ex-general espartano e ex-servo do deus da guerra, Ares, em uma busca por vingança pela morte de sua família.

Macho desde moleque, Kratos enfrentou (e dilacerou) praticamente todas as raças de monstros mitológicos da Grécia antiga, munido apenas de suas Blades of Chaos (e posteriormente, Blades of Athena e Blades of Exile) e sem nenhuma armadura cobrindo o corpo (por que tem que ser muito macho pra ir pra guerra usando apenas uma tanga!).

Além de perpetrar sua chacina mitológica, Kratos ainda arrumava tempo para levar para a cama (ou banheira, ou chão) as mais belas mulheres (e deusas) da antiguidade. Um legítimo bad ass espartano e símbolo de macheza!

Full Throttle

Recomendado por Rodrigo Pscheidt

Clássico point and click da Lucas Arts, Full Throttle coloca o jogador no papel de Ben, um motoqueiro bad ass com uma missão pra lá de máscula: salvas a última fabricante de motocicletas customizadas dos EUA.

Passado em um futuro árido onde rodas estão sendo trocadas pelos propulsores de hovercrafts, Full Throttle conta com motos iradas, rachas, bares, jaquetas de couro, rock n’ roll, tatuagens, barbas malfeitas e todos os outros elementos que formam o caráter de um legítimo (e estereotipado) motoqueiro durão.

Sempre parecendo mal humorado, Ben é um dos melhores exemplos de como um sujeito bad ass pode ser bom, afinal, mesmo com toda sua pinta de malvado, tudo o que ele quer é acabar com os planos malignos de Adrian Ripburger e continuar curtindo sua liberdade sobre duas rodas.

Além de todos estes jogos, gostaríamos de fazer menções honrosas a outros grandes games de macho: Twisted Metal, Road Rash, Golden Axe, Final FightBlack Thorne, Rock n’ Roll RacingDoom, Quake, Pit Fighter e tantos outros!

Faltou o seu jogo de macho preferido nesta lista? Não precisa chorar: seja macho e coloque seu jogo favorito aí nos comentários!