Voice-Chat Arkade – Games: por uma geração mais inteligente

29 de junho de 2012
Autor: Arkade

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Nos primórdios da era dos videogames, quando um game era somente um amontoado de pixels se movendo pela tela, para chegar de um lado a outro, ou cumprir determinado objeto, eles eram simplesmente classificados como “uma diversão para crianças”. Porém, mesmo naquela época, havia uma ponta de aprendizado por trás daqueles pixels; era necessário um raciocínio rápido para superar obstáculos, e um mínimo de estratégia para chegar ao fim do game.

Os anos se passaram, os games cresceram junto, e o “brinquedo” foi se tornando mais sofisticado. E as histórias que ele nos conta também: aos poucos, os games foram ganhando enredos complexos, motivos para aquele personagem estar tentando chegar ao seu objetivo. Com isso, a capacidade de transmitir valores e conhecimento também aumentou.

As crianças que acompanharam o início de nossa diversão digital se tornaram adultos, e os games os acompanharam na passagem dos anos, oferecendo novas experiências que se tornarm mais complexas, inteligentes e desafiadoras.

Hoje os games são uma mídia bem democrática, existe a diversão descompromissada de alguns jogos, a violência exagerada de outros, a simulação esportiva realista, a aventura medieval, e por aí vai. Mas o que todos esses gêneros possuem em comum? Eles podem nos ensinar coisas de maneira lúdica, interativa… e divertida!

Desde o treinamento do raciocínio para resolver puzzles em Zelda, a coordenação necessária para apertar o botão certo em um quick time event de God of War, a agilidade mental e precisão para dar aquele headshot em um soldado inimigo em Call of Duty, a rapidez de raciocínio para correr, saltar, deslizar e andar pela parede de Prince of Persia… até o Mario nos ensinou a ter perseverança, pois a princesa sempre está em outro castelo!

20120324 our princess is in another castle1 Voice Chat Arkade   Games: por uma geração mais inteligente

Mario: um exemplo de perseverança!

Mas isso é só o básico: os games podem, e já vão, muito além do que isso, hoje temos games que podem ensinar história, desenvolvimento de análise crítica, sociabilidade, e muito mais! Temas que não entram na cabeça de muita gente como matemática, física e até mesmo química podem ser facilitadas com um bom game. Ou você nunca reparou quanta física está envolvida em games como Portal, por exemplo?

Não estamos falando daqueles games educativos à venda em bancas de jornal (nada contra eles, alguns até são legais), mas das grandes produções de hoje em dia. Franquias inteligentes, com enredos fortes, histórias que mesclam de maneira impressionante história real com ficção e instigam a curiosidade do jogador.

A franquia Assassin’s Creed, por exemplo: temos localidades, acontecimentos e muitos de seus personagens saídos diretamente do mundo real. As cidades são construídas com extrema atenção aos detalhes da cidade real. Os inimigos, as datas e contextos de suas mortes, também foram baseados em suas histórias reais.

assassins creed brotherhood spscreen rome colosseum1 Voice Chat Arkade   Games: por uma geração mais inteligente

Assassinos, templários… e professores.

Até mesmo a Ordem dos Assassinos existiu de verdade (e pasme, eles utilizavam mantos brancos com uma faixa vermelha na cintura). A própria cidade de Masyaf existe, e fica na Síria!

Claro que nem a cidade nem a Ordem deviam ser exatamente como a franquia mostra, os assassinos de antigamente talvez fossem bem menos glamourosos, mas é fato que eles existiram. Rodrigo Borgia, Cesare Borgia, Maquiaveli, Bartolomeo D’Alviano, e obviamente Leonardo da Vinci existiram, e viveram em contextos muito semelhantes ao que vimos nos games.

Outras franquias, como a série Metal Gear Solid, aborda história real e aproveita para inserir temas polêmicos. A série já nos mostrou questões éticas sobre genética e clonagem, ideologias políticas em respeito a guerras, disputas de poder e mesmo conspirações envolvendo os governos mais poderosos do mundo.

metal gear solid 2 stealth screenshot1 Voice Chat Arkade   Games: por uma geração mais inteligente

Lições em modo stealth!

A polêmica questão (ainda atual) sobre desenvolvimento e todo o conceito de armas nucleares, as superpotências que usam a força para controlar o mundo… está tudo lá, realidade diluída em ficção. Em muitas situações o próprio gamer deve refletir sobre o controle existente sobre a população por “forças maiores”, os questionamentos levantados por Metal Gear Solidsão enormes, e podem render muitos debates.

Outros jogos, como Heavy Rain, Mass Effect ou o recente The Walking Dead, brincam com o livre arbítrio do jogador, dando-lhe a liberdade de decidir o que fazer, desde que seja responsável por seus atos. Não é assim que a vida funciona: faça suas escolhas e encare as consequências? Com a vantagem de que, nos games, podemos dar um “retry” e tentar de novo, enquanto na vida, quase nunca temos uma segunda chance.

Nem precisamos ir para este lado tão sério da coisa: que tal aprender uma boa (e violenta) dose de mitologia grega em God of War? Ou viajar pela cultura oriental em Okami? Fazer uma passagem (ainda que brutal e exagerada) por uma das obras mais importantes da história em Dante’s Inferno? Exercitar seu raciocínio e seu vocabulário jogando Scribblenauts?

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Aprendendo mitologia na marra!

Estes são só os exemplos mais óbvios, pois a lista de games que consegue ir além da diversão para nos ensinar alguma coisa é gigantesca.

Ok, grandes histórias inspiradas no mundo real nos são contadas, mas e a barreira do idioma? Bom, que tal fazer desta barreira uma motivação para aprender? Um bom nível de inglês é fundamental hoje em dia, e jogar videogame é uma ótima maneira de se familiarizar com o idioma. Para não ficar boiando na história, muita gente corre atrás, pois quer entender o que está se passando, o que os personagens estão falando.

Hoje, com o Brasil numa posição de destaque no cenário de games internacional, mais e mais games estão sendo traduzidos –  legendados e até mesmo dublados – para o nosso português, mas muitos grandes games continuam em inglês, permitindo no máximo uma mudança para espanhol. O inglês do colégio foi só o primeiro passo, o resto é com você: pratique e exercite seu inglês enquanto joga. Se precisar,  jogue com um dicionário do lado, e perceba como sua compreensão de fonemas e sua bagagem do outro idioma vai aumentar enquanto você joga!

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Aprenda inglês para entender.

Apesar de tudo isso, ainda há quem critique os games, julgue-os meros “brinquedos de criança”, ache que eles são coisa do capeta (?!) ou culpe-os por qualquer tipo de barbaridade perpetrada por jovens gamers. As pessoas têm medo do que não conhecem, e geralmente quem tem essa opinião não conhece todas as vantagens físicas, motoras e intelectuais que os games nos trazem.

Mas a indústria dos games continua crescendo e mostrando para todo mundo as incríveis ferramentas de conhecimento, imersão e, claro, diversão que são os games!

O fato é: assim como um livro, um filme, uma música, e até uma boa conversa, games são um meio poderosíssimo para disseminar cultura e desenvolver as capacidades intelectuais de uma pessoa. Nas mãos de pessoas capacitadas, o melhor pode ser extraído de tudo!

Este artigo foi escrito por nosso colaborador Renan do Prado.

39 Respostas para “Voice-Chat Arkade – Games: por uma geração mais inteligente”

  • 0
    30 de junho de 2012 às 09:52 -

    Elton

  • Parabéns pelo texto Renan, muito bom mesmo. E que surpresa eu me deparar com uma imagem de FFVII, que justamente joguei praticamente o jogo todo com o dicionário ao lado. Aprendizado, diversão e nostalgia juntas.

  • 0
    29 de junho de 2012 às 22:40 -

    Matheus Humenhuk

  • Bom tudo que sei sobre história grego e romana eu devo a minha curiosidade e também aos games. Falo com certeza que eu devo isso a tudo que fiz na minha recente infância.
    Mesmo tendo jogado video game e assistido animes por toda minha vida eu sou uma pessoa mais que inteligente.
    Só preciso aprimorar (muito) meu ingles… Mas isso eu ja estou trabalhando hehe.

    Devo minha vida á: Final Fantasy e Cavaleiros do Zodiaco :D

  • 0
    30 de junho de 2012 às 12:48 -

    Arkdragoon

  • Lendo este texto, me lembrei de minha época com o snes quando jogava zelda, com o dicionario de inglês do lado, pra entender os puzzles. rsrsrs
    E com FFVII a mesma coisa, entender mesmo que um pouco (porque o dicionario não tinha e/ou explicava tudo) da estoria que envolvia cloud e seus amigos…
    “que tempo bom que não volta nunca mais”

  • 0
    30 de junho de 2012 às 22:00 -

    Enrico Prado Ignacio

  • Esses 'artigos de opinião' são legais. Sempre bom ver que o pessoal não fica só no jogo pelo jogo, tem um momento pra parar e refletir. É muito melhor fixar conhecimento através de algo agradável.

  • 0
    1 de julho de 2012 às 17:20 -

    Fernando Silva

  • Caras, sou defensor nato do uso da nossa língua nos games, mas tenho que concordar que os games me ajudaram muito a compreender o inglês, seja nas telinhas , telonas ou nas cartas. Nunca fiz um curso, mas tenho uma boa base graças aos games! por isso jogo cada vez mais… pra melhorar meu inglês!rsrsrsrsrsrs

    • 0
      2 de julho de 2012 às 10:11 -

      Renan

    • Também nunca fiz curso kkkkkkkkkkk sei inglês graças aos games!!!!

  • 0
    2 de julho de 2012 às 01:17 -

    Daniel OTobias

  • Ótima matéria!

  • 0
    1 de julho de 2012 às 23:05 -

    Renan

  • Valeu pelos elogios galera!!!!

  • 0
    30 de junho de 2012 às 01:34 -

    Rafael Garcia

  • Guitar Hero ajuda na coordenação motora e reflexos, calos tbm

  • 0
    29 de junho de 2012 às 19:43 -

    Renan

  • Coloquei as minhas experiências em relação ao que eu aprendi com os games, eles não ensinam tudo, mas me despertaram a curiosidade de pesquisar sobre os assuntos e enriquecer meus conhecimentos. Com God of War por exemplo, última vez que zerei o 3 entrei numa época de fuçar a wikipédia inteira atrás das lendas da mitologia grega, com Assassin’s Creed, eu pesquisei as vidas dos principais personagens, sem contar o meu inglês, que é 15% escola, 15% dicionário e 70% games. Fora o exercício da mente que um game proporciona, ele gera o interesse pelo assuntos abordados, por exemplo a Ordem dos Assassinos e a cidade de Masyaf, acredito que não muitas pessoas sabiam que são história real!!!

    • 0
      29 de junho de 2012 às 23:28 -

      Diana

    • É verdade, Renan. Eu não sabia da Ordem dos Assassinos. Apesar de saber há tempos sobre a existência dos hassassin e sua relação com a cultura árabe (em termos gerais), ainda assim não sabia dessa organização político-ideológica deles. Eu também adoro mitologia, mas meu contato com ela começou pela busca da origem do meu nome. Se um dia lançarem games baseados na saga de Percy Jackson… Vai ser morte, a festa.

      • 0
        29 de junho de 2012 às 23:29 -

        Diana

      • Ah, e parabéns! Excelente texto.

    • 0
      29 de junho de 2012 às 20:30 -

      Renan

    • Outra curiosidade, que acabei esquecendo de mencionar: Monteriggioni também existe!!!! A belíssima vila no alto da colina cercada por seus altos muros é real!!!!

    • 0
      29 de junho de 2012 às 20:51 -

      Kubrick Stare Nun

    • Muito bom o seu texto. Você escreveu ele foi para uma redação?

      • 0
        29 de junho de 2012 às 21:02 -

        Renan

      • Foi nada, surgiu a ideia de falar sobre esse assunto, pq recentemente estive conversando com meus amigos fãs de MGS sobre isso, aí resolvi escrever :D

  • 0
    29 de junho de 2012 às 20:24 -

    Kubrick Stare Nun

  • VERDADE PURA! Eu por exemplo aprendi a falar, ler e escrever perfeitamente em Inglês por causa dos vídeo games e esse conhecimento é muito mais útil para mim do que a maioria das coisas que eu aprendi na escola, pois graças ao conhecimento de Inglês eu posso ler livros e acessar uma rica base de conhecimento e cultura que eu jamais teria acessado se eu fosse um mero monoglota. Os vídeo games me abriram uma porta completamente nova para ver e entender o mundo, eles me fizeram cresçer intelectualmente.
    -
    Esse texto precisa ser imprimido e pregado nas paredes de todas as igrejas evangélicas e emissoras de tv do Brasil. E também em qualquer outro reduto onde os ignorantes se escondam.

    • 0
      29 de junho de 2012 às 22:37 -

      Matheus Humenhuk

    • Em que igreja você começar? Eu amo trollar os crentes da cidade :D

      -

      Ateus rulles

      • 0
        30 de junho de 2012 às 07:17 -

        leandro(leon belmont)alves

      • hahahahah! i agree Matheus

    • 0
      29 de junho de 2012 às 20:27 -

      Renan

    • Valeu Kubrick!!!!!! :D

      • 0
        2 de julho de 2012 às 10:12 -

        Renan

      • Eu traduzi as cutscenes do Metal Gear Solid Peace Walker com uns amigos, também traduzi algumas cutscenes do MGS3, ajudou e muito pra eu melhorar no idioma!!!!

      • 0
        29 de junho de 2012 às 22:08 -

        Alessandro

      • Ótimo o seu texo, Renan. Vou compartilhar aqui nas redes. Além dos games nos ensinarem diversas matérias, também nos estimulam a buscar mais sobre elas.

        Boa parte do meu inglês eu aprendi traduzindo os RPGs Final Fantasy VIII e IX, Chrono Trigger e Chrono Cross e Breath of Fire. Eu sempre jogava com um dicionário ao lado.

        Sempre adorei mitologia grega, e passei a gostar e conhecer ainda com o game Age of Mythology, que expandiu meu gosto com as civilizações egípcia e nórdica.

        O nome do MMORPG Silkroad se refere à Rota de Seda, que serviu como via de comércio entre a Europa e Ásia no final da Idade Média. O jogo é todo ambientado na época. Incentivou-me a fazer pesquisas e inteirar-me sobre o assunto.

        Esses são alguns dos jogos abriram meu horizonte para novos conhecimentos.

      • 0
        29 de junho de 2012 às 20:42 -

        jackson

      • falou tudo renan..seus comentarios se encacham com o que eu penso…nao preciso comenta mais…os games me dao raiva por um tempo depois de ouvir um ”trin” de troféu do meu ps3 sinto uma sensaçao otima e até bizarra agora pouco eu fechei mortal kombat kollection estava a um mes no mk2 ..

  • 0
    29 de junho de 2012 às 18:48 -

    Henrique Gonçalves

  • Ótimo artigo, isto me corresponde muito porque o único motivo que sei inglês é pelo o videogame, desde o Master System e Mega Drive mas até hoje com o PC.

    Outra coisa que vale a pena apontar sobre Portal é que a própria Valve está apoiando este tipo de iniciativa cada vez mais, ela começou um projeto chamado Steam for Schools, onde a empresa dará Portal 2 e o criador de puzzles para professores implementarem como aula para alunos da sétima e oitava série.

    Quem dera que na minha oitava série pudesse jogar Portal 2 e ganhar pontos com isso! hahahaha

  • 0
    29 de junho de 2012 às 17:39 -

    leandro(leon belmont) alves

  • engraçado, num dos sites de games antigos que frequento, passou um tema igual a esse, e foi numa segunda feira. agora o mesmo tema aqui? que coincidência não? já aprendi muita coisa com os games e apenas isso.

    • 0
      29 de junho de 2012 às 19:38 -

      Renan

    • Eu escrevi o texto há um bom tempo, coloquei nele as minhas experiências em relação ao aprendizado que os games podem oferecer, se o tema foi abordado recentemente, não é do meu conhecimento

    • 0
      29 de junho de 2012 às 17:40 -

      leandro(leon belmont) alves

    • e sem falar que não é a primeira vez que isso acontece. mas o que eu sei não é?

    • 0
      29 de junho de 2012 às 20:55 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Acredite ou não, foi uma coincidência, mesmo.

      Não sei de que outro site você está falando, mas o Renan já havia nos enviado este texto há umas 4 semanas, mas só publicamos hoje.

      Mas, concordemos, este é um assunto atemporal. Fiz meu TCC sobre isso há 4 anos, e até hoje vem gente (alunos de games ou comunicação social) pedir cópias para servir de referência em seus projetos.

      • 0
        30 de junho de 2012 às 10:19 -

        Rodrigo Pscheidt

      • Blz, faço isso de boa.

        No meu trabalho, fiquei focado mais na importância dos games no desenvolvimento infantil, ou seja, abordei mais a área de raciocínio lógico, coordenação motora, e outras habilidades que desenvolvemos na infância.

        Só preciso achar o arquivo do meu TCC no meio das dezenas de DVDs de backup que eu tenho aqui! =P

      • 0
        5 de julho de 2012 às 20:57 -

        Kubrick Stare Nun

      • Ficou devendo ein

      • 0
        12 de julho de 2012 às 11:34 -

        Olirio

      • ô Rodrigo Posta ai o link do teu TCC estou curioso pra ver, e pode me ajudar a desenrolar a minha monografia que ainda estou tentando focar um tema pois estou terminando um curso de licenciatura e acho muito bom a ideia de ser prazeroso o ir a escola e os games ou jogos não games na atualidade e nas novas gerações estão presentes sempre e acho que seria uma boa proposta na gestão escolar… to meio perdido ainda como organizar as idias to lendo e meu orientor me deu uma luz mas tá bem fraca ainda XD

      • 0
        29 de junho de 2012 às 21:03 -

        Renan

      • Boa ideia!!!

      • 0
        29 de junho de 2012 às 21:02 -

        Kubrick Stare Nun

      • Rola de você botar um link para um PDF do seu TCC para a gente ler também?

  • 0
    29 de junho de 2012 às 17:55 -

    FeeH

  • Acho que hoje um jogo realmente tem algo para oferece , seja ele com física ( portal ) ou com historia antiga em geral ; god of war com a sua mitologia , dante inferno baseado na divina comédia , e até mesmo o Assasin´s Creed ( que por mim é o melhor ) que conta algo que incrivel !

    E um detalhe que poderia ter sido colocado , há na TNT um seriado muito bom chamado The Borgias , que conta a historia de como Rodrigo Bórgia se tornou Papa Alexandre IV .

    É impressão minha ou hoje o pessoal da Arkade não quis trabalhar pois está postando texto de colaborador .

    • 0
      29 de junho de 2012 às 18:15 -

      leandro(leon belmont) alves

    • também achei isso FeeH. e na TNT nos Bórgias tem o Jeremy Irons como um dos atores, o cara só faz papel foda…ou não as vezes. pena que não assisto na hora, mas o meu irmão grava os episódios

    • 0
      29 de junho de 2012 às 20:44 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Que papo é esse de “o pessoal da Arkade não quer trabalhar”? Não é de hoje que estamos postando textos de colaboradores no blog.
      Fazemos isso porque temos um ótimo grupo de colaboradores que escreve ótimos textos, e não porque “não queremos trabalhar”.
      Aliás, se você não reparou, nas últimas semanas (geralmente em sextas ou sábados) já estávamos publicando textos de nossos colaboradores.

      • 0
        30 de junho de 2012 às 10:23 -

        Rodrigo Pscheidt

      • Para onde você anda mandando estas sugestões, FeeH? Confesso que nunca as vi, e recebo vários e-mails de leitores, que acham meu e-mail no Facebook, ou algo do tipo. =P

        Mas, se você quiser se tornar um colaborador da Arkade, ótimo!

        Faça o seguinte: acesse o link http://www.arkade.com.br/colaboradores/

        Preencha o cadastro e mande para a gente analisar. O Renan, o Henrique e todos os nossos demais colaboradores entraram para a equipe assim. =)

      • 0
        30 de junho de 2012 às 09:00 -

        FeeH

      • Ok , mais eu já mandei alguns videos pra você e até umas idéias pra matéria , porém até agora ninguém nunca me responde . Também quero ser um colaborador também rsrs .

  • 0
    29 de junho de 2012 às 16:38 -

    Henrique

  • Ai ai, lembro que fui o único a conseguir citar uma frase de Maquiavel na aula de história… Tudo bem que o resto das sabedorias que os games me deram não serviram exatamente pra escola, mas é sempre bom saber…

    • 0
      2 de julho de 2012 às 20:47 -

      KING OF KINGS

    • putz agora me deixou curioso

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