Análise Arkade – a pancadaria exagerada de Injustice: Gods Among Us (PS3, X360, Wii U)

20 de abril de 2013
Autor: Rodrigo Pscheidt

Análise Arkade - a pancadaria exagerada de Injustice: Gods Among Us (PS3, X360, Wii U)

Quando se fala de jogo de luta com personagens da DC, a referência mais recente que tínhamos é o sofrível Mortal Kombat Vs. DC Universe. Porém, é das mãos dos produtores de Mortal Kombat que recebemos Injustice: Gods Among Us, game cuja análise você confere na sequência!

Fortemente inspirado pelo último Mortal Kombat, Injustice traz os maiores heróis e vilões do Universo DC para muita pancadaria. Porém, como já é de praxe nos jogos da produtora (que, não esqueça, é composta basicamente por funcionários da extinta Midway), existe um contexto por trás desta pancadaria.

História

Enquanto jogos de suma importância – como Street Fighter, por exemplo – se apoiam na simples (porém eficiente) ideia de um torneio de artes marciais, a NetherRealm (e antes dela, a Midway) sempre tentaram fundamentar seus jogos com grandes histórias.

Em alguns casos, isso dá certo: o mais recente Mortal Kombat possui um modo história muito bacana. Em outros, nem tanto: jogos como Mortal Kombat: Armageddon e seu impagável Liu Kang zumbi e o próprio Mortal Kombat Vs. DC Universe – com suas explicações mirabolantes para a união de dois universos tão distintos – são provas de que nem tudo deve ser tão explicado.

Análise Arkade - a pancadaria exagerada de Injustice: Gods Among Us (PS3, X360, Wii U)

A história de Injustice: Gods Among Us possui seus altos e baixos. Se por um lado o esforço do NetherRealm é louvável, por outro temos uma boa premissa, que não se desenvolve necessariamente em uma boa história.

O conceito inicial é excelente: uma bomba armada pelo Coringa explode em Metropolis, matando milhões de pessoas. Entre as vítimas estão Lois Lane e o filho que ela teve com Clark Kent. Sempre sádico, o vilão subestima as perdas do herói ao ponto de fazê-lo perder o controle e se tornar quase um ditador maluco.

Confira abaixo a introdução do game com seu áudio original em inglês:

Ou se preferir, assista ao mesmo vídeo com áudio em português (falaremos mais sobre a dublagem em breve).

Sem dúvida esta treta entre o Superman e o Coringa tem muito potencial. A simples ideia de um cara imbatível como o Superman descontrolado já é muito boa. Porém, a inserção de praticamente todos os demais personagens não é nem de longe tão impactante. É como se a loucura do Superman afetasse a todos no universo DC, de modo que a história começa bem, mas rapidamente perde seu pique, tornando-se nada mais que uma justificativa nem tão boa para justificar os megalomaníacos embates.

Personagens

Por falar nisso, devemos parabenizar o NetherRealm Studios pela sua competente escolha de elenco. Já de cara temos nada menos que 24 personagens, divididos em partes iguais entre heróis e vilões.

Obviamente os mais famosos estão aqui, mas temos escolhas um pouco menos tradicionais, como Solomon Grundy, Ravena e Nevasca. Embora nem tão conhecidas pelos “não fãs” de quadrinhos, estes personagens sem dúvida valorizam o game, embora o recente anúncio do Lobo como DLC tenha revoltado muita gente, que preferia ter o adorador de golfinhos diretamente no game original ao invés de algum “coadjuvante”.

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Os personagens estão muito bem representados, e muitos deles tiveram seus uniformes repensados para algo mais “agressivo”: saem os collants, entram trajes que parecem armaduras, com placas peitorais, cores mais soturnas e outras novidades.

Além disso, cada lutador apresenta um estilo de luta bem específico, que o difere totalmente dos demais. Os comandos de golpes especiais podem ser os de sempre (falaremos sobre isso adiante), mas os tipos de ataques e a maneira como eles se juntam para formar combos é diferente, embora lembre muito o que já vimos em Mortal Kombat (também falaremos mais sobre isso em breve).

Como já dissemos, a maioria dos personagens têm justificativas pífias para entrar em combate, mas em outros jogos isso nunca foi problema (o modo história de The King of Fighters XIII, por exemplo, traz os diálogos mais sem noção dos últimos tempos) e, pelo menos eles acrescentam muita variedade às partidas.

Pancadaria

Bom, mas sejamos honestos: ninguém compra um jogo de luta esperando uma grande história, certo? O que buscamos é pancadaria de qualidade, e neste ponto o pessoal do NetherRealms fez a lição de casa direitinho. Fizeram a lição “colando” um pouco de um trabalho nota 10 (Mortal Kombat), mas fizeram.

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É impossível não traçar um paralelo entre os dois jogos, pois eles são muito parecidos, tanto em visual quanto em gameplay. A dinâmica dos combates, a fluidez dos movimentos e até mesmo alguns golpes são muito semelhantes.

Isso não é nem de longe um ponto negativo, afinal a qualidade do mais recente Mortal Kombat é indiscutível, e utilizá-lo como parâmetro para outro jogo já deixa claro que estamos falando de algo, no mínimo, bom. Esta aproximação até torna o jogo mais amigável para os familiarizados com Mortal Kombat, visto que o grosso das mecânicas de combate é bem parecido.

As novidades começam pelos superpoderes. Como agora temos personagens que podem voar, aumentar se curar, conjurar coisas ou simplesmente aumentar sua própria força, perdeu-se um botão de ataque: agora temos três botões de ataque comuns, e um botão específico para superpoderes.

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Obviamente, nem tudo fica restrito a este botão, afinal superpoderes, golpes especiais e magias são coisas bem diferentes. Combinações clássicas como meia lua, dois para trás ou trás, frente + algum botão de ataque comum faz com que seu personagem atire projéteis, raios, ou execute algum outro golpe especial, independente de seu superpoder.

Ainda que Mortal Kombat seja ótimo, é evidente que o NetherRealm Studios está mais confiante com o que tem em mãos: as animações estão muito mais fluidas, favorecendo a criação de combos e sequências mais complexas. Com um pouco de habilidade e criatividade, em poucos minutos você estará improvisando combos de 7 ou 8 hits, o que é muito legal, pois permite que até mesmo um jogador iniciante se sinta um verdadeiro campeão.

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Embora não tenha litros de sangue jorrando e ossos se quebrando, a pancadaria de Injustice é brutal. Podemos “sentir o peso” das porradas (amplificado pela emblemática câmera lenta) e alguns golpes – como o especial da Mulher-Gavião, em que ela enfia sua maça com gosto na cara do inimigo (foto acima) – são violentos, mesmo sem os requintes de crueldade que temos em Mortal Kombat.

Exageros

Isso nos traz ao estilo megalomaníaco do jogo. Estamos falando de personagens com capacidades sobre-humanas, então temos aqui alguns golpes e habilidades bem extravagantes que carecem de muita suspensão de descrença por parte do jogador.

Por exemplo: em seu especial, o vilão Apocalypse literalmente atravessa o planeta esmagando a cabeça de seu inimigo contra o solo. Sinestro leva o oponente para o espaço sideral e esmaga-o entre dois meteoros. Superman dá porradas que tiram seu adversário da órbita, e o coloca de volta com a mesma potência. Aquaman transforma o inimigo em petisco de tubarão (será que o Batman ainda tem seu famoso spray repelente de tubarões?).

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Personagens realmente “super” aguentam tudo isso de boa, mas e o Batman? E a Arlequina? O Coringa? Eles não são superpoderosos, jamais conseguiriam sobreviver a tais ataques. Ok, estamos falando de um jogo de videogame, mídia que sempre adotou o fantástico como algo totalmente natural, em benefício da diversão, mas aqui temos um novo patamar de surrealismo.

Temos ainda a alardeada transição de cenários: em diversas arenas, um golpe bem aplicado no canto da tela joga o inimigo (muito) longe – atravessando muitos pisos e paredes no processo -, de modo que a luta continua em outro ambiente. A questão dos personagens “comuns” continua: como poderiam eles aguentar tamanhas pancadas sem (no mínimo) quebrar todos os ossos do corpo?

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Bom, mas sejamos sinceros: isso prejudica o jogo? Só mesmo para o mais reclamão dos fanboys. Nossa dica é: se preocupe menos e se divirta mais. Provavelmente os fãs de quadrinhos se sentirão realmente ofendidos ao ver a cara do Batman sendo utilizada como britadeira pelo Apocalypse e, mesmo assim, ele levantar praticamente sem nenhum arranhão, mas isso deve ser relevado em prol da diversão.

Não esqueça: estamos falando de um jogo da produtora que já nos brindou com um game onde os personagens têm seus ossos quebrados e/ou seus órgãos perfurados (ah, a beleza dos x-ray attacks) e ainda assim continuam lutando como se nada tivesse acontecido.

Aliás, se você ficou curioso, confira no vídeo abaixo um apanhado com os golpes especiais mirabolantes de todos os heróis e vilões do game:

É exagerado? Muito! Faz sentido? Não! Mas mesmo assim, esmagar seu oponente entre dois ônibus luminescentes é algo que nos dá uma certa satisfação sádica. Como você viu acima, os golpes especiais de Injustice beiram (e até superam) o absurdo, mas no geral contribuem positivamente com a qualidade da pancadaria.

O que não é necessariamente algo tão positivo assim são as já mencionadas transições de cenários. Além de exageradas, elas não acrescentam nada ao combate. Jogos como Dead or Alive e Street Fighter X Tekken já utilizaram recursos semelhantes, mas aqui parece que a megalomania falou mais alto, tornando cada transição mais longa e desnecessária do que precisava ser. Felizmente, este recurso pode ser desativado, para que tenhamos lutas mais “tradicionais”.

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E já que falamos em cenários, outra novidade é a interatividade com elementos da arena. Carros, painéis de controle, canos, móveis,bombas e mais uma infinidade de coisas podem ser utilizadas durante a luta. Cada personagem interage de uma forma diferente com estes objetos, o que é bacana. Porém, como no caso das transições, este é um recurso que realmente não agrega muita coisa, tornando-se repetitivo em pouco tempo.

Aspectos técnicos

Nesta altura, já deve ter ficado claro que este jogo lembra muito Mortal Kombat, e isso vale também para seu visual. Por ser construído em cima da mesma Unreal Engine, o game partilha as mesmas qualidades (e os mesmos defeitos) do jogo anterior.

Como já dissemos, os personagens estão muito bem modelados e, embora suas animações estejam bem mais fluidas, alguns movimentos ainda são tão milimetricamente perfeitos que parecem um tanto robóticos. Temos ainda diversos movimentos claramente “reciclados” de Mortal Kombat (a ombrada do Apocalypse é idêntica à do Shao Kahn), o que torna as comparações ainda mais fundamentadas.

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Ainda falando de gráficos, se temos jogos onde a mudança de cutscente para gameplay é quase imperceptível, aqui ela é bem evidente: o nível de detalhes de personagens e cenários muda consideravelmente, o que causa a impressão de que o jogo é até um pouco “feio” se comparado às suas próprias cutscenes. Salvas estas transições, porém, o visual do jogo se mantém na média, com explosões, lasers e pirotecnias bem executadas.

No aspecto sonoro, uma surpresa: o game chegou ao nosso país totalmente em português. E não estamos falando só de menus e legendas, até mesmo as vozes dos heróis estão em nosso idioma, e temos alguns dubladores bem conhecidos no elenco, como Guilherme Briggs (Superman) e Ettori Zuin (Batman).

Ao contrário de outros jogos recentes (como Gears of War: Judgment e God of War: Ascension), a dublagem de Injustice funciona muito bem e não causa estranheza. Talvez isso aconteça por que muitas das vozes são as mesmas que já vimos em desenhos animados ou mesmo filmes dublados de personagens da DC.

O resultado é de longe uma das melhores dublagens nacionais que já tivemos, pois não só é de extrema qualidade, como ainda conta com um “fator nostalgia”.Já deixamos o link da abertura dublada lá em cima, mas se quiser ver um pouco mais, abaixo segue um trailer dublado em nosso idioma:

Como se não bastasse o excelente trabalho de dublagem, temos ainda uma trilha sonora inspirada, cuja qualidade só é ofuscada pelo som da pancadaria propriamente dita, que é de alto nível, e torna cada porrada ainda mais dolorosa.

Modos de jogo

Aqui temos alguns altos e baixos: além do já mencionado modo história, temos o tradicional modo arcade e algumas modalidades de versus. Faz falta, porém, um tutorial mais bem acabado: existe um modo treino bem básico, mas ele não te ensina a jogar, simplesmente permite que você pratique.

Para compensar, temos as dezenas de desafios do S.T.A.R. Labs. É mais ou menos como a Challenge Tower de Mortal Kombat: diversos desafios específicos para cada personagem, o que “obriga” que você domine as nuances de cada lutador e vai te fazer suar a camisa caro esteja planejando “platinar” o jogo.

Análise Arkade - a pancadaria exagerada de Injustice: Gods Among Us (PS3, X360, Wii U)

Já em termos de multiplayer, temos o básico, feito de maneira competente: um organizado lobby para disputas online, onde podemos desafiar outros jogadores, assistir às lutas de terceiros e tentar a sorte em salas onde vários players brigam pelo título.

Porém, como em qualquer outro jogo de luta, o legal mesmo é chamar os amigos para uma pancadaria offline. Desmoralizar seus amigos com um dos especiais exagerados já mencionados sempre é divertido, então arranje um bom punhado de amigos para curtir o modo versus como ele merece.

Conclusão

Injustice: Gods Among Us não é um jogo de luta revolucionário, mas sem dúvida é muito divertido de se jogar, pois sua jogabilidade é sólida, e suas mecânicas são bem acessíveis.

Apesar de algumas novidades serem descartáveis, o apelo dos personagens da DC e os exageros que funcionam em prol da diversão juntos formam um título que cumpre muito bem o seu papel… e ainda faz tudo isso com uma dublagem de primeira!

92 Respostas para “Análise Arkade – a pancadaria exagerada de Injustice: Gods Among Us (PS3, X360, Wii U)”

  • 20 de abril de 2013 às 13:26 -

    Rafael Soares

  • orra o mano me fala que não é revolucionário? aquele the walking dead que vc não joga é?? aff rs, só uma correção quem matou a Lois foi o próprio clark, onde a sua mente estava desorientada pois o coringa a envenenou fazendo com que o clark pensa-se que estava lutando contra o apocalipse, e a bomba estava ligada aos sinais vitais da lois , quando o clark matou a lois Metropolis foi junto com ela. no modo história fala-se a respeito

    • 20 de abril de 2013 às 11:16 -

      Rodrigo Pscheidt

    • O que tem de tão revolucionário em um jogo que “recicla” diversos elementos de outro jogo?

      Injustice e Mortal Kombat são MUITO parecidos. Se houve um jogo revolucionário nessa história, foi Mortal Kombat. Injustice foi simplesmente produzido “na mesma forma”, com visual e jogabilidade muito semelhantes.

      O termo “revolucionário” se aplica à coisas que quebram paradigmas, inovam, surpreendem. Por exemplo: no gênero FPS, Bioshock é revolucionário, Call of Duty (que também é feito “na mesma forma” todos os anos) não. Precisa ter um “algo mais” para ser revolucionário.

      E o lance da história eu apenas dei uma resumida nela, afinal a ideia aqui é analisar o jogo como um todo, e não seu roteiro. Quem jogar vai ver todo esse lance que você mencionou. No texto, quis dar só um panorama geral da parada: Coringa explode Metropolis – Superman pira – todo mundo cai na porrada.

      Enfim, espero que tenha ficado claro na resenha que Injustice é um jogo bacana, e divertido de jogar. Um jogo não precisa ser revolucionário (na real, bem poucos são) para ser bom.

      • 20 de abril de 2013 às 23:32 -

        Diogo

      • pegamos apenas as imagens nao conteudo escrito
        vc como editor deveria conhecer mais o conteudo que escreve
        afinal de contas de uma revista renomada como a Arkade poderia fazer melhor
        mais nao , vc fala coisas q nem sabe , nem joga direito o jogo e quer fazer um review sobre ele ?? a por favor né …
        aqui nao entro mais , site mediocre, com editor mediocre, com pinta de fodão, desculpa aew senhor eu conheço tudo de games então vou ser editor, fique aqui com seus fãs bem “informados” chupadores de rola ^^

      • 21 de abril de 2013 às 00:04 -

        Danielwarfare

      • Argumentos válidos para que né Diogo?

      • 21 de abril de 2013 às 03:48 -

        Renan do Prado

      • Na falta de inteligência, “ignorance is your new best friend” (Pelo menos a Hayley Williams é bonita, não me julguem kkkkkkkkkkkk)

      • 21 de abril de 2013 às 13:09 -

        Jeferson Afonso

      • concordo com muitos dos seus comentários….e apesar de me considerar old school, ou seja, gosto da imparcialidade nos comentários, ainda sim lí bastante contundência nos seus. No entanto, discordo quanto ao game não ser revolucionário…primeiro que mortal vs dc nem de longe foi sofrível, não consigo nem imaginar de onde você tirou esse comentário…mesmo porque é um game cross over, não precisa de um enredo complexo, e mesmo assim têm um bastante coerente, com movimentos que adicionaram muito aos novos games, como os combates em queda livre, nos quais se você acertasse a combinação de golpes ficaria por cima durante a luta. Em segundo, não há um único game deluta que se equivalha à Mortal Kombat em termos de enredo, mesmo com suas falhas…um game pode ser revolucionário ainda que não seja diferente em tudo, mas sim em algo que se sobressaia, e lutar com os heróis que fizeram parte da nossa infância em um game só deles, com roteiro, cenários interativos e combos surreais (e não há nada de errado nisso, em ser surreal…) é sim revolucionário…
        sempre gostei das análises da revista, essa foi uma delas, mas faltou ser mais “revolucionário” em sua visão, não no game. abraço.

    • 20 de abril de 2013 às 14:53 -

      Vitor O Ruivo

    • Muito obrigado pelo spoiler.

      • 20 de abril de 2013 às 12:16 -

        Rodrigo Pscheidt

      • Este foi OUTRO motivo pelo qual eu não detalhei o roteiro: evitar spoilers. =P

      • 21 de abril de 2013 às 12:43 -

        zecarlos

      • desculpa …respeito a opiniao de cada um e suas praticas……. mas se incomodar com essa parada de spoilers,na minha opiniao … e frescura

        eu adoraria ler mais sobre o roteiro aqui na arkade sem problema nenhum….mas blz,fazer o que hehehe

    • 20 de abril de 2013 às 16:28 -

      dfreitas

    • Só para justificar os exageros, no modo história batman rouba uma pilula do superman que da super força a humanos, pilular que ele deu para seu exercito e batman deu para o seu, ou seja, a liga toda….

    • 21 de abril de 2013 às 12:53 -

      Danilo Miguel

    • Spoilers…
      Sempre estragando o nosso futuro.

    • 21 de abril de 2013 às 13:03 -

      Rafael Carlos Ferreira

    • nao é spoiler nao cara, isso é revelado assim que voce começa o jogo.

    • 26 de abril de 2013 às 02:09 -

      Rafael De Moraes

    • Spoiler? Isso é uma das primeiras coisas que é revelado no inicio do jogo –'

  • 20 de abril de 2013 às 10:39 -

    leandro leon belmont alves

  • ainda acho que esse game tenha chance de ser o game de luta do ano, ou no minimo concorrer. eu já vi uma meia hora de gameplay e já achei fantástico JUSTAMENTE PELO MODO HISTORIA. e também é bom para variar que seja a DC Comics, a Marvel já tem um gazilhão de jogos e nada contra a Marvel, mas já estou meio cansado do Homem Aranha, Wolverine e sua turma. tipo, a maioria prefere a Marvel, isso é quase fato.

    se a Netherealms studios pegasse Street Fighter e fizesse um enredo bacana e que faça o MINIMO de sentido, o game talvez fosse o mais marcante da franquia.

    já estamos em 2013, a desculpa de um lutador de karatê descer a porrada em todo mundo sem nem motivo válido não cola mais…para mim mesmo não.

    • 20 de abril de 2013 às 11:36 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Eu acho que esse ano nem teremos outro grande jogo de luta, Leandro, então, se Injustice levar o caneco, vai ser por “W.O.”, he he. =D

      Só se pintar algo novo na E3, mas até agora, acho que Injustice é o único representante do gênero em 2013.

      E, sinceramente, o melhor game de luta que joguei nos últimos tempos não foi Injustice, nem Mortal Kombat, nem Street Fighter: foi Skullgirls! Cara, que jogo incrível!

    • 21 de abril de 2013 às 12:51 -

      zecarlos

    • uia um cara que simplismente que provar ao mundo ser o melhor no que faz….ou seja lutar,entra num torneio de luta pra provar isso…….e sem sentido???hehehe acho auto explicativo descer porrada em tudo e todos hahaha….falando serio agora,se vc se referice a historia do game como um todo concordaria com vc mano…..e ainda bem que street fighter nao caiu na mao desses caras pois seria mais um game parecido com mortal kombat na prateleira…e game do ano?….oia,tenho minhas duvidas….pois elea nao acrescenta nada de novo propriamente dito,poremdepois que walking dead desbancou ,call of duty,fifa,battlefield,e outros de nomes de peso favoritos a game do ano ,mano…..tudo e possivel

      • 21 de abril de 2013 às 13:18 -

        Jeferson Afonso

      • Street é o que é pela revolução que fez aos controles e jogabilidade rápida…isso é fato, eles nunca se importaram com enredo, isso é fato…as história de Street sempre foi apenas uma justificativa sem complexidade, isso também é fato…Street 2 prova isso…
        Ps. Street é um bom game a sua maneira de ser, assim como Mortal e agora Injustice.

      • 21 de abril de 2013 às 16:20 -

        zecarlos

      • e….sua opinaio ..respeito ela…..mas e bom nao entrarmo muito a fundo sobre huistopria e enrredo porque games de luta, nao sao um bom exemplo pra isso, hehehe,pois nao sobraria nada pra realmente contar 1 historia que seja

        sobre sua analogia entre street ,mortal e injustce….cara,nao existem nem o que argumentar,por melhor ou ruim que injustice seja,pois bebe da fonte de mortal kombat,e muito eu diria ,o que na minha opiniao e bem negativo…eu nao o colocaria ao lado de nomes de peso como street fighter e mortal kombat so pelo respeito,e pelo que essas duas franquias fizeram pra historia da categoria dos games de luta….ta vou confecar…tenho serios problemas com atitudes de chupinahcao

      • 22 de abril de 2013 às 21:28 -

        leandro leon belmont alves

      • “e….sua opinaio ..respeito ela…..mas e bom nao entrarmo muito a fundo sobre huistopria e enrredo porque games de luta, nao sao um bom exemplo pra isso, hehehe,pois nao sobraria nada pra realmente contar 1 historia que seja”

        Zecarlos, já ouvisse falar de Fantasy Historia, Def Jam 2? e Fight Night Champion 3? esses são games de luta com um enredo elaborado. e que tem sentido em sua profundidade.

        o problema é que esses não são muito conhecidos e um deles é de Boxe. aí complica para a massa conhecer.

      • 22 de abril de 2013 às 23:16 -

        zecarlos

      • WOU…….hehehe dese so def jam nao conheci nao entao nao posso falar nada sobre…….fight night e animal mesmo e me rendeu varios momentos de diversao,mas nao consigo enquadra-los na categoria,talvez def jam,pelo que andei vendo aqui….mas continua seguindo a formula de games de luta com historia praticamente genericas e cheias de cliches e de facil compreencao…logico nao vou exigir uma historia digna de oscar de games de luta,pois o objetivo sempre sera se porrar como vc mesmo disse…minha observacao partiu do fato de vc apenas analisar a historia de 1 personagem,, sendo o certo seria analisar como um todo…pois isoladamente e funcional entende,agora quando junta tudo mano…nao sobra pedra sobre pedra

    • 23 de abril de 2013 às 17:29 -

      caio

    • Nossa, que absurdo. Tem coragem de falar isso ainda?
      O ultimo game do MK foi bom, mas a franquia sempre foi fraco em todos os aspectos: história, visual, contexto.

      Só fez sucesso por um único motivo: SANGUE. (mesmo motivo dos shooters)

      A Netherhealms teve que fazer milagre pra deixar aquilo bom.

      Agora explicar o porquê que Street Fighter sempre esteve acima, é como tentar explicar por que um jogo do Mario é bom: Você não precisa de lógica “Hollywoodiana” para a história ser boa, vai além disso.

      Eu realmente lamento pelo estilo americano estar dominando o mercado inteiro de games, a cabeça das pessoas estão entrando em um molde e, aos poucos, se vai a criatividade… .

      • 24 de abril de 2013 às 00:00 -

        zecarlos

      • a brow….por mais que meu lado fantico por street fighter tente se libertar hehehe ……nao mano…street na minha opiniao nunca esteve realmente a frente de mortal kombat,no maximo os dois se equivalem tanto no sucesso quanto nos problemas……discordo sobre mortal ser fraco em todos os aspectos alem do sangue,ta certo que o sangue realmente chamou a atencao na epoca e hoje e inaceitavel ver o game sem….nos consoles antigamente tinhamos que nos contentar com os sangue branco ou verde heheheh,mas se o game realmente fosse fraco,acredito que estaria esquecido ou engavetado …..,como falei nao quero me aprofundar sobre a historia,pois acabaremos indo muito alem… e ja debatemos isso em topicos passados de forma mais…profunda e destrinchada se me entende

        outro ponto ….em nenhum momento comparei os dois games e nem enalteci um deles,,se nao ficou claro…. sim tenho problemas em games chupinhdos de forma descarada,nao precisamos de mais games genericos nas prateleiras

  • 20 de abril de 2013 às 11:08 -

    Kubrick Stare Nun

  • Pelo menos uma grande conquista a NetherRealm atingiu com esse game: A proeza de fazer as roupas de super heróis não parecerem muito ridículas. Até mesmo a roupinha da Mulher Maravilha – que até agora eu sempre achei a coisa mais brochante do universo – está deixando ela com um visual muito atraente. :3

    • 20 de abril de 2013 às 11:23 -

      Arthur

    • qual das roupas da mulher maravilha você tava se referindo? porque tiveram varias, e muitas delas são esquisitas pra caramba.

      • 20 de abril de 2013 às 11:28 -

        Kubrick Stare Nun

      • Tô falando dos tomara-que-caia tricolores tradicionais dela mesmo.

      • 20 de abril de 2013 às 11:39 -

        Arthur

      • poise, as atrizes que interpretaram ela nas series de tv mostraram como esse tipo de uniforme na vida real é ridículo.

        mas no mais, mesmo sendo o uniforme mais “esquisito” da liga, duvido que a maior parte das marmanjada seja contra o uniforme dela.

        (if you know what i mean)

    • 21 de abril de 2013 às 12:55 -

      zecarlos

    • isso claramente e a cara da nova estrategia da dc e warner….de nao deixxar seus personagem datados,voltado a um publico mais novo

      adorei os concepts do visual de alguns dos personagens,,mas particularmente achei outros ridiculos…como o caso do flash, por exemplo

  • 20 de abril de 2013 às 11:10 -

    Kubrick Stare Nun

  • Resposta a um comentário apagado?

    • 20 de abril de 2013 às 11:12 -

      Kubrick Stare Nun

    • …agora foi o comentário do Rodrigo que foi apagado…

      • 20 de abril de 2013 às 11:18 -

        Rodrigo Pscheidt

      • A minha resposta era para o comentário do Rafael Soares, Kubrick, mas como mandei do celular, ela saiu como comentário avulso, não como resposta.

        Eu mesmo apaguei-o e o recoloquei no lugar certo. Tá logo ali em cima. =)

  • 20 de abril de 2013 às 11:22 -

    leandro leon belmont alves

  • Point and Click são legais Rodrigo, joguei Maniac Mansion e a série Myst, que tem uma pancada de enigmas para solucionar…olha, reconehço que TWD é um game drámatico, emocionante e talz…mas já estou cheio de zumbi. mas é um bom jogo…mesmo tendo esses bichos hypes

    • 20 de abril de 2013 às 11:29 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Pô foi mal, Leandro, apaguei aquele comentário (era resposta ao Rafael Soares e acabou saindo “avulso”) e agora esse teu comentário tá meio perdido aqui. =D

      Pensei melhor e preferi nem entrar na conversa sobre The Walking Dead, afinal, ele não é o foco aqui, e compará-lo com Injustice não tem cabimento.

      No mais, eu não tenho nada contra zumbis e acho que jogos precisam ter uma uma boa história. E nisso, The Walking Dead dá um show. =)

    • 20 de abril de 2013 às 11:31 -

      Kubrick Stare Nun

    • Falando em point-and-click… já jogaram “I Have No Mouth And I Must Scream” ou “Beneath a Steel Sky”?

      • 20 de abril de 2013 às 12:00 -

        leandro leon belmont alves

      • já ouvir falar desse I Have No Mouth And I Must Scream….

        ……

        esse é muito tenso, não tenho estômago para joga-lo….

  • 20 de abril de 2013 às 11:25 -

    Arthur

  • só vou comentar que preferia o Márcio seixas dublando o batman do que o Ettori zuin.

    • 20 de abril de 2013 às 11:58 -

      leandro leon belmont alves

    • se esse for o dublador antigo do Batman, preferia mesmo. o do jogo ficou com a voz do Christian Bale nos filmes, que esse faz um Batman mais jovem

    • 20 de abril de 2013 às 21:12 -

      Cabramacho

    • vixe, se fosse assim ia ser bem mais moral o batman.

  • 20 de abril de 2013 às 12:32 -

    LSSiqueira

  • Muito boa analise. Estou louco pra jogar, pegar o Asa Noturna e arrebentar geral na porrada, hahaha.

  • 20 de abril de 2013 às 13:49 -

    Chinalia

  • baixei o demo no xbox e achei bem divertido, o visual é muito bom. Depois de um tempo achei q estava jogando qualquer outro jogo de luta, as falas me irritaram um pouco (repetitivas) e em português estranhei um pouco ” costume de inglês” ñ me pira tanto. Mas nunca fui muito fã de luta, então acho q pra quem gosta do gênero vai gostar.

  • 20 de abril de 2013 às 14:09 -

    Daniel Zimmermann

  • Curti muito ver a análise da questão da suspensão da descrença. Alguns aficcionados mais hardcore podem reclamar da falta de “realismo”, mas sinceramente no fundo isso seria como reclamar pelo game ser “mais” ou “menos fictício”. Não tem nem sentido. Com diferentes níveis de superpoderes em jogo, um deles teria que se adaptar de qualquer forma, então concordo com o “se preocupe menos e se divirta mais”. Excelente análise!

  • 20 de abril de 2013 às 17:31 -

    Guilherme Rocha

  • seus nubs. a historia explica por que o batman consegue aguentar porrada ou vcs nao fexaran o jogo ????????????????????

    • 20 de abril de 2013 às 15:17 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Claro.

      Uma explicação tão coerente quanto o fato de um personagem atravessar o planeta (e voltar) usando a cabeça de outro como marreta. =D

  • 20 de abril de 2013 às 17:32 -

    Guilherme Rocha

  • o rodrigo jogue primeiro e fale depois nub

    • 20 de abril de 2013 às 14:49 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Mais argumentos e menos chilique. Vamos manter o nível da discussão, ok?

  • 20 de abril de 2013 às 17:33 -

    Guilherme Rocha

  • e o pior que vc ganha pra isso??????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????????

    • 20 de abril de 2013 às 14:54 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Pois é, eu ganho para isso. Desculpa aí. =)

    • 20 de abril de 2013 às 18:54 -

      leandro leon belmont alves

    • trolls são a !@@#$#@ da sociedade gamer….tsc!

  • 20 de abril de 2013 às 17:51 -

    Guilherme Rocha

  • e vc diz que igual ao mortal kombat
    mortal da pra usar o cenario ( e claro que sim)
    mortal da pra fazer 30epoucoshits9 (e claro que sim)
    mortal se defende com direcional para traz ( e claro que sim)
    vai la fazer avaliaçao de fifa ou de pes que vc ganha mais . nub

    • 20 de abril de 2013 às 17:05 -

      Danielwarfare

    • Cara. Essas “novidades” que você tenta justificar, já existiam muito tempo atrás. Não é porque seu joguinho favorito não é vangloriado por todas as pessoas(isso se chama opinião) que você tem o direito de dar a louca que nem uma criança mimada.

      Se você acha que o redator ou algum individuo errou em algo, fale e argumente calmamente, evite parecer um idiota e sempre fale com respeito. Mas não, você preferem chegar xingando a todos. Cruzes.

    • 21 de abril de 2013 às 02:01 -

      zecarlos

    • digno de se ignorar

  • 20 de abril de 2013 às 18:05 -

    Diogo Borges

  • E isso ae mete o pau no editor! EDITOR NOOB!!!

    • 20 de abril de 2013 às 15:22 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Pessoal, por favor.

      Não concordam com a minha resenha? Blz. Argumentem, exponham suas ideias. Não comecem com insultos gratuitos.

      A Arkade (costuma) ser um ambiente saudável, e rolam muitos debates excelentes nos comentários.

      Agora, ficar dizendo que “o editor” (no caso, eu) é “noob, chato, feio e bobo” simplesmente porque temos pontos de vista diferentes é muito infantil.

      Exponham suas ideias. Defendam seus pontos de vista. Vamos falar sobre o game e parar com as ofensas.

      #ficadica

    • 20 de abril de 2013 às 15:29 -

      Daniel Zimmermann

    • “Mete o pau no editor”?

      Diogo Borges, me admira você como “gerente” de um site de games vir dar uma birra desse nível, ainda mais no final de semana.

      Não concordou? Deixe sua opinião numa boa. Tem gente mais nova que você aqui que consegue contribuir mais para a discussão.

      Você nunca viu e nunca vai ver editores e colaboradores da Arkade fazendo esse tipo de palhaçada, então faça um favor a você mesmo e seu site e aprenda a discutir na paz.

    • 20 de abril de 2013 às 18:51 -

      Jhonatan J de Oliveira

    • haha ele deleto noob nao aguenta critica

    • 20 de abril de 2013 às 18:51 -

      Jhonatan J de Oliveira

    • haha ele deleto noob nao aguenta critica

    • 20 de abril de 2013 às 18:53 -

      Diogo Borges

    • Fazer o q né por isso parei de ler essa porcaria aqui , só vim por causa do Guilherme q tinha esculachado ele , é pra vc ver o nivel q ta essa bosta UAHSDUHASUDH

      • 20 de abril de 2013 às 16:54 -

        Danielwarfare

      • Não sabia que as criancinhas que tinham fugido da creche tinham parado aqui…vish.

      • 20 de abril de 2013 às 17:40 -

        Daniel Zimmermann

      • São três amigos marmanjos que decidiram fazer papel de moleques. O público verdadeiro do Arkade é gente fina.

        Já esses três… nós nem precisamos fazer muito: eles mesmos já se desmoralizaram. Se eles mesmos fazem tanta questão de se envergonhar, não podemos fazer nada.

      • 20 de abril de 2013 às 18:51 -

        leandro leon belmont alves

      • aposto que esses caras são do Gamevício……só seres abominaveis e fanboys bitolados frequentam lá….e essas pessoinhas vieram para a Arkade. tsc!

      • 20 de abril de 2013 às 18:54 -

        Renan do Prado

      • Isso que dá quando os pais não criam os filhos direito…. E é isso o que acontece quando se abusa da “liberdade de expressão”, mas nota-se que os caras não exerceram seu direito de “liberdade de pensamento”….

        Como diz a frase, “haters gonna hate”, e a Arkade não é lugar pra gente assim :D

      • 20 de abril de 2013 às 21:15 -

        Cabramacho

      • A Arkade me salvou do Gamevicio.

      • 20 de abril de 2013 às 22:39 -

        Henrique Gonçalves

      • Uai, os pirralhos do GameVicio decidiu aparecer aqui na Arkade para encher o saco com palavras idiotas e simplistas nesta review. Até agora não estou entendendo e fico feliz como o verdadeiro publico da Arkade é maduro e inteligente o bastante para criar um debate verdadeiro.

    • 20 de abril de 2013 às 23:18 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Parabéns, caras. Vocês demonstraram que são super maduros e articulados, tanto quanto seu nobre amigo Guilherme. Continuem assim, debatendo com respeito e inteligência, e o site de vocês será um sucesso.

      Aliás, reparei que a página do Facebook da “Play Games Brasil” possui diversos links para conteúdo da Arkade. Você “mete o pau no editor” (que sou eu) mas compartilha nosso conteúdo em sua página.

      Se nosso conteúdo é tão ruim, porque compartilhá-lo? Atitude meio estranha, não acha? =)

      Independente disso, se não gosta da Arkade, não apareça mais por aqui. Temos orgulho de ter um público inteligente e respeitador, e você não parece se enquadrar em nenhuma destas áreas.

      • 21 de abril de 2013 às 02:35 -

        Arthur

      • apenas lembrem da regra 14 da internet.

        -nunca, mas nunca, tente argumentar com trolls, isso só os alimenta.

        então, se esse trio de pirralhos voltar a encher, apenas não deem bola, uma hora eles cansam e vão embora.

    • 21 de abril de 2013 às 02:08 -

      zecarlos

    • alguem precisa dar o mario pra eles jogarem assim calam a boca

    • 21 de abril de 2013 às 06:48 -

      Raphael Cabrera

    • Como editor analiso qualquer crítica construtiva, mas obviamente, pelo conteúdo de alguns comentários e pelo rastreio de IP, são 2/3 amigos tentando aparecer com comentários irrelevantes e/ou inválidos. Deixo claro, caso ainda não tenha ficado: Aqui vocês são convidados, visitantes.. Ajam como tal, procurem outro site para frequentar, ou criem um blog e compartilhem suas opiniões.

      “Diogo Borges”, ou seja lá qual o seu nome verdadeiro, eu ia apagar seu comentário pela falta de postura e/ou inteligência, mas vou deixar apenas como exemplo de “como não ser um moleque babaca na internet”

      Raphael Cabrera – Editor Chefe.

    • 22 de abril de 2013 às 12:46 -

      Diogo Borges

    • Seguinte, o facebook da loja não é meu, eu apenas organizo o site e blog da loja, se compartilham coisas da Arkade não foi por minhas mãos.
      Só acho que você como editor de um Revista como a Arkade devia se informar mais sobre um jogo antes de fazer um review, outra coisa é se doer por criticas dos leitores, se você se diz tão profissional deveria ter aceitado as criticas e melhorado na próxima, mais agora você vem com réplica e tréplica pra com seus leitores infelizmente isso faz de você um mal editor e mal profissional.

      Se compartilharam os conteúdos da Arkade foi por que viram que tinha conteúdo nas imagens e não o algo despressivel como o que foi lido neste review.

      Pra finalizar, teste bastante o jogo antes de fazer um novo review , leia matérias sobre o jogo e depois sim parta para o texto. Isso pode ajudar muito.

      • 22 de abril de 2013 às 23:28 -

        zecarlos

      • aaahahha … descuklpa mano, c fala muita m….a …acho que vc precisa jogar mais o game mesmo,mas de olhos abertos

        aposto qeu recebe uma grana da warner pra ficar aqui enchendo o saco ahahhaa

  • 20 de abril de 2013 às 17:11 -

    Danielwarfare

  • Comprei esse jogo e concordo com a analise. Mas sejamos sinceros, meter a porrada no seu oponente até ele alcançar o núcleo externo da terra é uma coisa linda :D

  • 20 de abril de 2013 às 21:45 -

    Renan Do Prado

  • Só um recado, se pessoas que gostam de se utilizar de xingamentos e child rage contra QUEM editou o texto estão procurando motivo pra descarregar "raivinha reprimida", tem sites melhores pra isso, aqui na Arkade, se buscarem reviews anteriores ou qualquer outro texto sobre temas mais polêmicos do que o reviews em questão, verão que a galera que frequenta esse site tem respeito um pelo outro por mais que não concordem entre si. Dito isso, convido todo mundo pra uma saideira de toddynho e rodízio de sucrilhos em prol da paz :D (antes de comentar negativamente este comentário, procure na internet a definição de sarcasmo)

    • 22 de abril de 2013 às 19:15 -

      Enrico Prado Ignacio

    • Acho que a melhor parte do Arkade é justamente a falta de discussões frescas e sem sentido.

  • 20 de abril de 2013 às 19:06 -

    Renan do Prado

  • “Nossa dica é: se preocupe menos e se divirta mais.” Essa dica deveria prevalecer para todos os games!!!!!

    Ótima analise!!!! Conseguiu me deixar com muita vontade de jogar Injustice!!!! Uma pena que não há sangue nem ossos quebrados, pois os especiais são lindo demais!!!!! Se unissem isso aos X-Ray do Mortal Kombat aí seria perfeito!!!!!

    E finalmente um Superman que eu respeito!!!! Não por ter atacado o Coringa e nem por ter endoidado e se tornado o vilão, mas por pelo menos se mostrar um personagem mais respeitável do que o que se ver chuva de pedra verde caindo caindo do céu só descobre que é Kriptonita depois de tomar 10 pedradas na cabeça!!!

    • 20 de abril de 2013 às 21:06 -

      Danielwarfare

    • Esse Superman é muito melhor do que aquele que eu conheço. Até me fez esquecer o motivo de eu o achar tão gay e chato kkk

    • 21 de abril de 2013 às 01:58 -

      zecarlos

    • que preconceito gratuito daniel hehhee….,todo mundo sabe que o batema e bixa….hehehe …….mas concordo com o renan….e e justamente essa filosofia ehhe que aprendi jogando games de luta principalment e…mas parece que no mundo de hoje ela foi esquecida…..mas discordo sobre o game conter aspectos do mortal kombat,pois ,se do jeito que ta ja parece chupinhacao imagina com o que vc falou mano hehehe

  • 20 de abril de 2013 às 21:10 -

    Cabramacho

  • Ótima matéria, eu já havia zerado antes de ler mas valeu a pena a leitura. O ponto que eu ressalto é a dublagem do modo história, foi praticamente acompanhar uma serie de unica temporada da liga da justiça, as cutcenes foram muito bem intercaladas com as lutas. Parabéns ao game e que venha Injustice 2!

  • 20 de abril de 2013 às 21:17 -

    Cabramacho

  • Ah, acho que injustice poderá dar um UP na moral do aquaman. O cara fez a diferença.

  • 21 de abril de 2013 às 01:50 -

    zecarlos

  • so uma observacao…..sobre os reclamoes da fisica entre seres superpoderosos.. hehehhe….nao me lembro disso ter se tornado polemica em marvels superheroes e derivados dos crossovers de marvel vs capcom,que tmbm contem personagem um tanto…normais lutando com seres superpoderosos tmbm,vale lembrar que na era do megadrive senao me engano ja havia um game do tipo com os personagens dc,e nem por isso esse lance da fisica virou polemica …sobre o game,concordo com tudo ,por sinal otima resenha,…o jogo visualmente e fantastico ,.mas confeco que o lance de chupinhar extremamente mortalkombat,me incomoda…e muito ..

  • 21 de abril de 2013 às 05:24 -

    Leonardo Pk

  • Estou achando o jogo muito bom, o enredo está bacana, a jogabilidade simples e sem frescuras, ou seja, algumas horas de diversão garantidas. Mas numa coisa tenho de discordar, achei que os gráficos do jogo ficaram muito mais detalhados do que durante os vídeos, que por sinal, estão com uma animação estranha, os personagens se movem de forma muito robótica e a falta de texturas e efeitos de iluminação é evidente em muitas partes, entretanto, por se tratarem de meros vídeos, isso não influência muito no jogo em si

    • 21 de abril de 2013 às 12:12 -

      Cabramacho

    • Também achei isso sobre a diferença de qualidade entre videos e luta..

    • 21 de abril de 2013 às 13:05 -

      zecarlos

    • estranho mesmo…pois…normalmente vemos o contrario nos games hehehe

  • 21 de abril de 2013 às 12:52 -

    Danilo Miguel

  • Um jogo épico!
    E na minha opinião, o melhor de todos os tempos.

    • 21 de abril de 2013 às 13:15 -

      zecarlos

    • nossa…….aposto que e o primeiro game que vc compra na vida ahhaha

      desculp mas nada atualmente …supera street fighter2,mortal kombat1,killer instinct1,darkstalkers,kof 99,ate o ultimo mortal kombat pode ser posto na lista…e porque nao sao batidos por games novos?por justamente esses games servirem de referencia e base para os novos….no caso do game da injustice:mortal…ele pode divertir por um tempo muito curto por sinal

      nao estou dizendo que ele e injogavel…ele no maximo e … razoavelmente bom…e cumpre a proposta,entitula-lo o melhor ou melhor de todos os tempos e mera superficialidade equivocada,ou hype do momento

  • 21 de abril de 2013 às 20:23 -

    Chernobyl

  • Como fan da antiga DC (e antiga Marvel tbm), tenho vergonha em dizer que não temos NENHUM game imperdivel nesta geração.

    Gente, não tenham medo em dizer que os jogos são ruins!!!!

    E se é copia? É obvio que é!! Eles não tem merito NENHUM por este jogo, não fizeram nem uma nova engine (nem meia engine)….

    Eu teria vergonha de dizer que fiz parte do desenvolvimento deste jogo…..

    Na minha epoca de faculdade quem “colava” tirava ZERO.

    • 21 de abril de 2013 às 23:48 -

      Henrique Gonçalves

    • Ah velho, eu acho que a intenção da Netherealm acabou sendo essa: fazer um jogo baseado na Injustice nos moldes de Mortal Kombat. Com certeza é uma cópias, mas isso não quer dizer que seja necessariamente ruim.

    • 22 de abril de 2013 às 15:33 -

      Leonardo Pk

    • Não tem nenhum jogo baseado em quadrinho imperdível nessa geração? Por acaso já jogou Batman Arkham Asylum ou Arkham City?

      E outra, desde quando copiar algo bom torna a cópia imediatamente ruim?

      • 22 de abril de 2013 às 23:31 -

        zecarlos

      • tenho que concordar com vc uam copia nao tornao original ruim…ms muito frustante,ainda mais sabendo que poderia ir muito mais alem …esse e o problema

    • 22 de abril de 2013 às 23:48 -

      zecarlos

    • cara entendo sau visao…mas serio tente abria a mente ,pois a dc recentement chutou a bunda de seus fans mais antigos com essa nova reformulacao …..pense comigo,a proposta era apresentar algo novo,com seus personagens,se aliaram ao estudio de mortal kombat,tava na cara que ia sair algo paracido desde o inicio…..porem eu particularmente nao imaginava que seria tanto assim…….mas blz….se vc analisar vera que os caras cumpriram a proposta,o game pode ser meia boca mas ta ai,diverte no minimo….tmbm nao gostei do game ,nao acho que vale o custo que tem…mas e um equivoco critica-los de tal forma por justamente nao sabermos o que rolou nos bastidores da producao e as negociacoes,

      no mundo do entreterimento copias sao validas e praticadas em todo o seguimento,mas o injustice nao e uma copia 100% do original,,eu ja prefiro considera-lo um game de luta generico,mesmo com marcas conhecidas

      agora sobre games imperdivel,concordo com o leonardo la.mano os 2 games BATEMA sao muito bons e altamente recomendaveis

  • 22 de abril de 2013 às 08:27 -

    Dan

  • Adorei esse game. Mas achei os heróis muito desiguais, dependendo do herói que escolhe é quase impossível ganhar de determinado personagem, acho q para melhorar um pouco a dinâmica do jogo deviam ter criado a esquiva para esse game. Bom é o q eu acho!

  • 22 de abril de 2013 às 19:17 -

    Enrico Prado Ignacio

  • Próximo jogo a ser comprado, sem dúvida.

  • 27 de abril de 2013 às 23:32 -

    Marcos Vinicius

  • a analise de voces esta errada! Voces tem que salvar o jogo antes de fazer um comentario, salvei o game e a historia é diferente.

  • 3 de maio de 2013 às 23:49 -

    Telmo Santiago

  • O meu nao esta dublado como faço!?

  • 19 de agosto de 2013 às 10:17 -

    Fábio Souza

  • Posso ser culpado por algum spoiler, mas a análise do exagero ou como foi dito da surrealidade do Batman ser socado para dentro do núcleo da terra teria explicação se o autor da ótima, porém precipitada resenha, tivesse comentado com uma leve dose de spoiler que isso é explicado pelo próprio Batman da Terra 1 aos heróis, quando o mesmo os apresenta uma pílula de tecnologia kriptoniana que fortalece os heróis não meta-humanos.
    Atenciosamente

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