Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

10 de março de 2013
Autor: Renan do Prado

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Acompanhe agora a análise completa que a Arkade fez do game Metal Gear Rising: Revengeance – novo game da série Metal Gear que deu um descanso para a furtividade para se aventurar pela violência frenética do gênero hack n’ slash – e prepare-se para fatiar absolutamente tudo!

No início, quando Metal Gear Solid: Rising foi anunciado no ano de 2009, a reação inicial dos fãs da série foi de apreensão. Snake saiu de cena, e Raiden tornou-se o protagonista, na forma de um violento cyborg ninja. Os fãs de longa data da franquia temeram que o nome da série Metal Gear pudesse ser manchado por um game que a primeira vista, não tinha nada a ver com o rótulo “tactical espionage action”.

Após passar por um desenvolvimento muito conturbado, havendo inclusive a ameaça de cancelamento do game, Hideo Kojima, o pai da série Metal Gear, tomou uma atitude drástica: ele buscou ajuda, e encontrou o que precisava com o talento da equipe da PlatinumGames. E agora, no ano de 2013, Metal Gear Rising: Revengeance enfim foi lançado, e sem dúvida oferece ação e matança de primeira qualidade!

Antes de tudo, uma pergunta deve ser respondida: “esse game honra o nome da série Metal Gear?”. Se você tem essa dúvida, tranquilize-se, pois a resposta é sim. O game apresenta um enredo conciso, de fácil compreensão e interessante de acompanhar. Obviamente, Rising não possui toda a complexidade característica da série Metal Gear, mas sua história possui identidade, e deixa um recado bem evidente: Rising não quer apagar a história de Snake, mas sim seguir seu próprio caminho.

Por falar em história, vamos a ela: quatro anos após o desfecho de Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, vemos um Raiden mais maduro e responsável, trabalhando na PMC (Private Military Company) de nome Maverick Security como inspetor de segurança ao lado de seu líder, Boris, e do time de suporte (via CODEC) Courtney e Kevin; Herr Doktor e Wolf, o belo robô em forma de lobo com uma inteligência artificial avançada e muita personalidade. Temos ainda a volta de Sunny, personagem de importância vital em MGS4, para a alegria dos fãs.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Em um trabalho com segurança privada na África, Raiden e sua equipe são atacados pela poderosa Desperado Enforcement LLC, e Raiden, após sofrer sérios ferimentos, vê seu cliente ser friamente assassinado diante de seus olhos. A Desperado Enforcement é liderada pelo cyborg (brasileiro) Samuel Rodrigues, que conta com o auxílio dos cyborgs Mistral, Monsoon e Sundowner para perpetrar suas barbáries contra a paz e estão dispostos a cometer qualquer atrocidade para manter “o mercado da guerra”.

Cada personagem possui suas próprias motivações e seus próprios ideais para agir, como fica evidente durante o desenrolar da história. Raiden luta para proteger os fracos e para que ninguém mais sofra o mesmo terror que ele passou em sua infância. Porém, este ideal nobre é constantemente questionado por ele mesmo: além de travar uma sangrenta batalha contra seus inimigos, ele terá que enfrentar sua própria personalidade, pois sua “criança soldado assassina interior”, conhecida como Jack the Ripper (Jack o Estripador) vez ou outra tenta tomar posse de sua consciência para reacender sua temível sede por violência.

O game está recheado de referências aos games anteriores da série Metal Gear Solid, portanto, apesar do enredo não ser muito complexo, quem não conhece a série anteriormente poderá ficar um pouco perdido nas referências e citações do game. Porém, embora faça referência a acontecimentos e instituições de Metal Gear Solid, o roteiro do game consegue se manter acessível na maior parte do tempo, mas é altamente aconselhável conhecer pelo menos Metal Gear Solid 2: Sons of Liberty para saber (pelo menos) quem é Raiden e quem é Jack The Ripper.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Se você jogou Metal Gear Solid 4: Guns of the Patriots, melhor ainda, pois aí você vai compreender plenamente a situação do mundo de Metal Gear Rising, a expansão da tecnologia dos cyborgs e dominação das PMCs. O game se passa pós-MGS4, então existem links que só serão realmente compreendidos por quem foi até o final do quarto game da série.

Para enfrentar seus inimigos, Raiden conta com um poderoso corpo cibernético desenvolvido por Doktor. É graças a este novo corpo que temos uma nova forma de gameplay para a série: o stealth action clássico da série foi deixado de lado (embora ainda tenhamos breves momentos stealth) para dar lugar ao combate frenético e visceral que já é praticamente marca registrada da PlatinumGames.

O sistema de combate em si é satisfatório e tremendamente divertido: no leque de habilidades de Raiden possuímos ataques rápidos e golpes mais poderosos, que se mesclam com muita fluidez para formar combos pra lá de estilosos. Conforme se progride no game, acumulamos pontos que são usados para realizar upgrades em Raiden, dando-lhe novos golpes e melhorando seus atributos de força e vida, podendo até mesmo desbloquear trajes extras e armas dos chefes vencidos.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

A principal novidade em termos de gameplay, porém, está no ótimo Blade Mode ( ou Modo Katana, no nosso português). Ao carregar a barra de energia da espada de Raiden, podemos utilizar essa habilidade que permite que cortemos praticamente tudo, o quanto quisermos e da maneira que quisermos.

E é tudo mesmo: árvores, carros, trens, caixas, postes, melancias, outdoors e até mesmo pontes podem ser facilmente fatiados sem qualquer esforço. Obviamente, porém, o mais legal é fatiar seus inimigos, o que torna cada batalha uma verdadeira carnificina, com membros voando para todo lado. Basicamente, o Blade Mode é tudo que a série Ninja Gaiden sempre quis fazer, mas nunca conseguiu.

Ao ativar o Blade Mode, o tempo desacelera, e quando estivermos diante de um inimigo, podemos  fatiá-lo do jeito que quisermos: decepar seus braços e suas pernas, cortar sua cabeça, rasgá-lo ao meio de cima a baixo, de um lado a outro, e até mesmo picotá-lo freneticamente até que ele se torne uma pilha ininteligível de membros. Há um prazer sádico em finalizar os inimigos desta forma e felizmente, usar o Blade Mode é fácil e intuitivo: quando menos se percebe a técnica já está dominada, e você estará fatiando inimigos com a mesma desenvoltura com que corre pelo cenário.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

O Blade Mode abre espaço para outra novidade do game: ao fatiar seus inimigos de maneira correta (em locais específicos), Raiden pode apanhar células de energia de seus corpos mutilados. Em um movimento extremamente estiloso, Raiden fatia seu inimigo, apanha seu núcleo de energia (que geralmente parece uma espinha dorsal luminosa) e esmaga-o com a própria mão, ao melhor estilo “Fatality”!

Esta técnica de cortar e absorver a energia dos inimigos se chama Zandatsu – que traduzindo do japonês significa, literalmente, “cortar e pegar”. Ao melhor estilo Devil May Cry, ao final de cada batalha, o desempenho do jogador é avaliado, e quanto melhor sua performance (derrotar os inimigos em pouco tempo, realizar longos e estilosos combos e, principalmente, fatiar tudo o que estiver pela frente) maior será sua pontuação. Se você é perfeccionista, prepare-se para suar a camisa, pois atingir rank S em cada batalha é uma tarefa das mais árduas.

Para completar o rol de novidades, temos o Ripper Mode, que a partir de certo ponto do jogo, pode ser utilizado quando a barra de poder de Raiden está no máximo. Nesse modo, a personalidade Jack the Ripper toma posse do corpo de Raiden, e cada golpe de sua espada é fatal, matando inimigos instantaneamente e destruindo armaduras e robôs sem dificuldade. Esta mamata dura apenas alguns poucos segundos, e pode ser útil quando você estiver encurralado por muitos inimigos, o que, acredite, irá acontecer várias vezes!

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Como Rising é um game que conta com um personagem overpowered (muito poderoso), temos uma boa balanceada nos combates em um detalhe crucial: a ausência de um botão de defesa. Em Metal Gear Rising, simplesmente não temos um botão específico para se defender.

Sabe aquele ditado que diz “o ataque é a melhor defesa”? Pois é isso que temos aqui: ao invés de uma posição de defesa padrão, Rising nos entrega um elaborado sistema de Parry, onde devemos aparar os golpes adversários no exato momento em que eles atacam.

Para fazer isso, basta apontar o direcional para a direção de onde vem o golpe e apertar o botão de ataque rápido: se seu timing for perfeito, o ataque do inimigo será interrompido e sua defesa ficará aberta, possibilitando um contra-ataque rápido e letal. É um pouco difícil se habituar ao sistema de Parry, mas depois que você jogar algum tempo (e apanhar um bocado), acaba pegando o jeito, o que é muito importante, pois em batalhas contra chefes e inimigos mais poderosos, aparar os ataques se torna fundamental.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Na parte visual, o game tem seus altos e baixos. O design dos cyborgs – e do protagonista especialmente – é bem acabado e cheio de detalhes. Os personagens são bastante convincentes em suas expressões, em especial Raiden, que apesar de ter apenas sua cabeça do seu corpo real, consegue transmitir toda a raiva acumulada dentro de si com suas expressões. Outros cyborgs, como Sam, com seu jeito debochado, e Sundowner, com sua personalidade sádica, também possuem ótimas expressões, especialmente nas (várias) cutscenes pré-renderizadas que desenvolvem a narrativa.

Os cenários são lineares mas amplos na maior parte do tempo, porém possuem as famigeradas paredes invisíveis que não eram boas em gerações passadas, e continuam ruins aqui. Para piorar, sempre que um combate se inicia, o game delimita o espaço de batalha dentro de uma “caixa” virtual. Nada que atrapalhe drasticamente a ação, mas é algo meio sem propósito.

No geral, o visual não é tão detalhado como em outros games da Platinum (como Vanquish, por exemplo), mas todo cenário conta com dezenas de objetos destrutíveis (móveis, postes, frutas, carros…), que reagem muito bem à inovadora mecânica de cortes multi direcionais do game. Dada a qualidade gráfica característica da série Metal Gear, Rising poderia ser um pouco melhor, mas ainda assim mantém uma boa qualidade. A iluminação do game é bem trabalhada, com efeitos de iluminação, luz solar e faíscas impressionantes.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

A câmera, por outro lado, atrapalha um pouco no frenesi das batalhas, mudando seu foco quando Raiden é jogado para longe e ficando presa se estamos encurralados perto de paredes. Em lutas em locais amplos isso não atrapalha tanto, mas em áreas fechadas as coisas podem ficar meio complicadas. Para evitar confusões da câmera, é possivel travar a mira em um inimigo específico, fixando a câmera em um único alvo e impedindo que ela se perca durante as batalhas.

Na parte sonora, o game é embalado por um rock pesado, rápido e agitado, com guitarras virtuosas e viradas de bateria acompanhado a frenética progressão das batalhas. A trilha sonora mantém um padrão neutro quando Raiden não está em um combate, mas basta se aproximar de um inimigo, mesmo sem precisar ser visto, que o rock começa a tocar, aumentado a adrenalina e incentivando que o jogador a partir para a batalha. Em batalhas contra chefes (que geralmente são empolgantes e desafiadoras), temos até músicas cantadas, o que acrescenta mais dramaticidade à pancadaria.

As dublagens também são competentes. Algumas até podem soar forçadas, mas contribuem para conceder personalidade a alguns personagens estereotipados. Falando nisso, em Rising temos os famosos CODECs, conversas via rádio que concedem boas doses de informações extras ao jogador, como já é tradição na série Metal Gear Solid.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Através das conversas via CODEC, é possível conhecer mais sobre os personagens, fatos ocorridos no universo do game, estratégias de como prosseguir pelos cenários, dicas de como derrotar inimigos, informações sobre culinária ao redor do mundo, comentários sobre clássicos do cinema (?!), personagens implicando uns com os outros e muito mais. Para deixar tudo isso mais legal, este é o primeiro game da série Metal Gear a contar com legendas 100% em português brasileiro, e as legendas cumprem o seu papel de maneira satisfatória.

A campanha do game leva 6 ou 7 horas para ser finalizada de forma direta. Esse tempo pode ser expandido se o jogador explorar mais detalhadamente os cenários, pois temos vários itens espalhados, locais secretos, inimigos escondidos em caixas de papelão para serem encontrados, terminais de computador que destravam VR Missions, imagens de mulheres seminuas que podem ser “recortadas” e muito mais.

A simples caça aos braços esquerdos de determinados cyborgs (?!) rende uma boa dose de trabalho extra, visto que muitas vezes executar um corte preciso não é fácil, mas o esforço do jogador em coletar estes braços é recompensado por conteúdos extras, como artworks e itens secretos.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

Além do modo principal do game, temos as famosas VR Missions. Quem já jogou Metal Gear Solid sabe do que se trata. As VR Missions são missões realizadas num ambiente de realidade virtual para treinamento. Temos missões simples, com o objetivo de ensinar ao jogador os controles do game, e dezenas de missões que irão testar a perícia do jogador em circunstâncias variadas.

Quem possui a versão Playstation 3 do game poderá ter acesso a uma DLC que adiciona mais 30 VR Missions exclusivas ao game. Há um fator replay leve, se considerarmos que, após finalizar o game, novos níveis de dificuldade são liberados, com inimigos mais fortes e em maior quantidade. Vale lembrar que para conseguir liberar todos os colecionáveis do game é necessário terminar a campanha mais de uma vez.

Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)

No final das contas, Metal Gear Rising: Revengeance é um hack n’ slash de ótima qualidade, com uma história que, mesmo sendo menos complexa, se mantém interessante e honra o nome da série Metal Gear por tratar de conspirações globais, corporações inescrupulosas e muitas intrigas políticas.

De maneira nenhuma o game mancha o legado da série Metal Gear Solid, muito pelo contrário: com Rising, fica claro que com um pouco de ousadia e criatividade, franquias já consagradas podem se aventurar por novos territórios e explorar novos horizontes. A identidade frenética da PlatinumGames está presente em cada frame do jogo, sempre equilibrada com o estilo cinematográfico e denso da série Metal Gear.

Se deixarmos de lado alguns pequenos problemas técnicos (em especial a câmera), o game garante muita diversão e carnificina tanto para quem nunca ouviu falar da série Metal Gear quanto para quem já é fã de longa data da série, mas principalmente para os fãs de um bom game de ação frenético e violento.

21 Respostas para “Análise Arkade: fatiando tudo com Metal Gear Rising: Revengeance (PS3, X360)”

  • 10 de março de 2013 às 10:37 -

    Carlo Henrique

  • E ainda com um link easter egg pra minha matéria do Kojima hahahaha. Enquanto lia este texto, captei a mesma essência de jogos de shooter mais antigos da Konami, quero muito jogar este titulo. Parabéns pelo texto, Renan.

  • 10 de março de 2013 às 10:42 -

    m0zilla

  • Me pergunto como o Renan ainda não comentou xD

  • 10 de março de 2013 às 10:50 -

    Cabramacho

  • Gostei muito desse jogo, sou de pleno acordo com o comentário final da dessa matéria. Recomento a todos!

  • 10 de março de 2013 às 11:32 -

    Ana

  • Eu ia chegar “KD O RENAN FANBOYANDO” mas aí eu vi que ele escreveu a matéria.

    #ok

    Renan, eu nunca joguei nenhum título da série Metal Gear pq….. Sei lá, preguiça, lucros talvez lol. Mas acabei me interessando pelo Revengeance. Posso jogar ele ou vc me recomenda fortemente jogar toooodos os títulos da série?

    • 11 de março de 2013 às 07:23 -

      Renan do Prado

    • kkkkkkkkkkkkkkk fui mais rápido que todos!!!!

      Então, eu recomento muito que você jogue pelo menos o MGS2 e o MGS4 para entender completamente o Rising. Por que as referências a esses títulos são enormes e talvez você fique meio perdida na história, além de que você pegar alguns spoilers do 4º jogo.

      • 11 de março de 2013 às 20:11 -

        Ana

      • Vlew Renan! Assim que a vida me der 1 dia de descanso eu pego pra jogar tdo de uma vez logo o/

  • 10 de março de 2013 às 12:28 -

    Daniel Zimmermann

  • Excelente análise, vinda de um doutor no assunto MGS. O game parece ser muito fera mesmo, e essa tecnologia do Blade Mode mata a pau.

    • 11 de março de 2013 às 07:26 -

      Renan do Prado

    • Valeu Daniel!!!

  • 10 de março de 2013 às 13:54 -

    leandro(leon belmont)alves

  • nem precisava comentar, ninjas são fodas e ninjas cyborgs são bonzões bagarai!!

  • 10 de março de 2013 às 16:52 -

    Arthur

  • muito boa matéria Renan, eu tinha minhas fortes duvidas sobre o jogo, mas acabaram sendo realmente infundados, acabei me divertindo pacas com o jogo mesmo tendo achado a historia meio cliché.

    • 11 de março de 2013 às 07:26 -

      Renan do Prado

    • Eu também tinha dúvidas demais, mas a cada trailer a empolgação ia surgindo. Quando eu joguei a demo, me apaixonei pelo Rising, quando peguei o jogo com minhas próprias mãos e coloquei no meu PS3, aí passei a amar fatiar os inimigos de tudo quanto é jeito!!!!!!!!!!

      • 11 de março de 2013 às 09:29 -

        Arthur

      • yap, é muito divertido procrastinar a missão pra ficar cortando coisas pelo cenário.

  • 11 de março de 2013 às 07:18 -

    Renan do Prado

  • Eu nunca mais passo um final de semana inteiro longe da internet, olha aí no que deu kkkkkkkkkkkkkkk Valeu pelos comentários galera!!!!!!!

  • 11 de março de 2013 às 09:10 -

    Leonardo

  • Parabéns pela análise! Muito bem detalhada e minuciosa!!
    Já joguei todos os principais jogos da série, com exceção do Rising e das versões para portáteis!!!

    Também sou fã da série!!
    A única coisa que realmente sempre me incomodou no universo MG, são alguns chefes que parecem terem saído direto de um mangá!

    Não que eu não curta mangás japoneses! Na verdade eu curto e MUITO!! Mas fica muito estranho você jogar um jogo de temática militar/espionagem, enfrentando soldados e na hora de enfrentar um chefe você se depara com um telepata que lê mentes, um vampiro, um cara que comanda abelhas pra te atacar ou um gordo surtado que anda de roller e planta bombas!!

    Pra mim, robôs e cyborgs se encaixam muito bem na temática da série! Espero que Rising não tenha nenhum personagem que pareça ter saído do Naruto!

    • 11 de março de 2013 às 11:37 -

      Renan do Prado

    • Quanto ao Naruto, isso realmente não tem nem parecido no Rising kkkkkkkkkkkkkk Pois o lado bom desse game, é que todos os personagens são maduros, então ninguém tenta provar seu valor aos outros para “ser aceito”, basta ver a forma como o Jack the Ripper se desenvolve nesse game!!

  • 11 de março de 2013 às 09:19 -

    SkyblackX

  • “fica claro que com um pouco de ousadia e criatividade, franquias já consagradas podem se aventurar por novos territórios e explorar novos horizontes”

    Isso foi bom para Metal Gear e horrível para Resident Evil, porem as desenvolvedoras são muito distintas por isso talvez a diferença na qualidade dos jogos variantes da serie…

    • 11 de março de 2013 às 15:34 -

      Renan do Prado

    • Isso é o que eu mais admiro no Kojima, antes de criar um game ele avalia o seguinte: “Os fãs irão gostar?”, depois disso: “Conseguirei atrair novos públicos?”. Ele pensa nisso antes mesmo de pensar em dinheiro.

      O Rising foi quase que uma jogada de sorte, os fãs odiaram o game quando foi anunciado, e a Konami e a Kojima Productions estavam correndo o risco de atrair novos jogadores e espantar literalmente os fãs de longa data.

      Aí vemos a diferença de quem quer fazer um game que as pessoas realmente gostem do que fazer um game que se baseia no nome pra tentar ganhar uns trocos a mais… Saudades Nemesis….

  • 11 de março de 2013 às 11:53 -

    Henrique Gonçalves

  • Perfeita análise Renan! E para mim este deveria ser o seu titulo em tudo relacionado MGS:
    http://25.media.tumblr.com/tumblr_lp8qttWbHS1qzmi0vo1_500.jpg

    • 11 de março de 2013 às 15:24 -

      Renan do Prado

    • kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

      O título é perfeito!!!!!!!! Eu gosto de dizer que sou PhD em Metal Gear, mas esse título com certeza vai entrar pro currículo kkkkkkkkkkkkkkkk

  • 11 de março de 2013 às 16:19 -

    Daniel de Araujo

  • Metal Gear Rising só perde um pouco do brilho depois de você zerar o mesmo umas 20 vezes hehehe

  • 11 de março de 2013 às 23:22 -

    João Paulo

  • Mano, no final aparece o Raiden aparece com um terno ( acho que é um terno) e vi um gameplay com o cara usando o traje que ele aparece na ultima cutscene.
    Você sabe como consegue aquele traje ?

Deixar um comentário (ver regras)

Deixe uma resposta

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *