Análise Arkade: Red Dead Redemption 2 é a excelência em forma de videogame

5 de novembro de 2018
Autor: Junior Candido

Análise Arkade: Red Dead Redemption 2 é a excelência em forma de videogame

Em 1999, o mundo recebia Shenmue. Sua proposta revolucionária envolvia um mundo aberto (grande para a época), cheio de vida, e com pessoas que poderiam transmitir várias informações, seja para o gameplay, ou contexto local. Este game marcou época, mesmo com seus conhecidos problemas, e gerou uma nova forma de se jogar videogame.

Assim sendo, em 2002, chegava GTA: Vice City. Evoluindo os conceitos do game de Dremacast, a cidade viva, pulsante, com personagens carismáticos e muito a se fazer pelas ruas, vielas e locais, chamava atenção por mostrar algo que, até então, não era comum nos videogames. Mesmo com o sucesso anterior de GTA III, foi Vice City que catapultou de vez a Rockstar entre as gigantes do videogame.

Com isso, chegamos a 2010. Red Dead Redemption chegava, trazendo toda a ação característica de um legítimo GTA, mas com um foco maior no enredo, trazendo o que eu sempre chamei de “excelência da Rockstar“. Enquanto GTA foca na ação, e em situações muitas vezes insanas para justificar seu gameplay, RDR seguia o caminho de buscar levar estes elementos para um patamar ainda maior, ainda que com um ritmo bem menos intenso.

Análise Arkade: Red Dead Redemption 2 é a excelência em forma de videogame

Chegamos, então, após 8 anos de espera, a Red Dead Redemption 2. O jogo, aguardado por muitos, segue nesta busca eterna por excelência. Seja esta busca feita pelas mãos da Rockstar, ou mesmo da indústria do videogame como um todo, que não tem pudores na hora de “copiar”, emular e/ou aprimorar conceitos que deram certo em outros títulos. Na pele de Arthur Morgan, RDR 2 pode ser considerado um resumo de tudo o que tivemos de melhor nas últimas duas décadas de evolução dos videogames.

Assim, seja trazendo um gameplay bem perfeccionista, aos moldes de Shenmue, seja evoluindo a sua engine RAGE a padrões jamais vistos, ou mesmo melhorando os conceitos do primeiro game da série, Red Dead Redemption 2 não é apenas um dos melhores games da geração. E sim, um marco para a indústria do videogame.

Seja pelo marketing, pelo desempenho das vendas, ou pela construção do game em si, estaremos falando, agora, de um dos maiores games de todos os tempos, sem sombra de dúvidas.

Bem-vindo ao mundo de Marlb… Red Dead Redemption 2

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Sendo o primeiro game da RAGE feito exclusivamente para a atual geração (lembrando que GTA V nasceu na geração passada) apresenta um mundo imenso. E não apenas pelas suas muitas cidades e caminhos a seguir. Mas também por causa das imensas possibilidades que o jogo oferece.

Sim, o mundo é imenso, e quem está acostumado com GTA ou games como Assassin’s Creed, cheios de pontos de viagens rápidas, talvez passará um pouco de raiva no início do gameplay. Red Dead Redemption 2 não tem o menor interesse de ser jogado de maneira apressada. Assim, você vai sim ter que montar em seu cavalo, e cavalgar por “horas e horas”, a fim de se chegar ao seu destino.

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Há viagens rápidas por aqui, mas são feitas através de trens ou carruagens. E, seja para um ou para outro, é preciso antes, ir até a estação ou o ponto de parada, para aí sim solicitar o transporte. E ainda assim, chegando ao local, você ainda precisará se deslocar até seu destino final. É, no velho oeste, não tem colher de chá.

A lentidão proposital do gameplay também se mostra presente durante as missões. Não espere concluir missões no estilo “maratona”, pois não é assim que funcionam as coisas por aqui. Ao invés disso, prepare-se para cavalgar, procurar por pistas, investigar, e, vez ou outra, encarar um pouco de ação. E, para melhorar as coisas por aqui, assim como San Andreas, você vai precisar cuidar de si mesmo, e de seu cavalo. E também de seu acampamento.

Que Deus abençoe este lar

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O seu lar em Red Dead Redemption 2 é um acampamento, uma caravana itinerante que, durante o jogo, vai conhecendo novos locais. A gangue Van der Linde é composta por foras da lei, ou seja, pessoas que decidiram não viver como cidadãos comuns. Por isso, eles precisam viver em viagem pelo país, escolhendo locais seguros para manter acampamento.

Mas, independente do local escolhido, o funcionamento é o mesmo. Lá há remédio e munição para ser compartilhada entre os membros, valendo o bom senso na hora de usufruir dos recursos. Também é possível fazer doações voluntárias para o acampamento, a fim de melhorar os recursos do local, bem como doar itens e frutos de sua caça no açougue.

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Há muitas tarefas secundárias que podem ser feitas junto de seus colegas. Vá cobrar alguém para o agiota Hosea, ou saia para pescar e caçar. Leve as garotas para a cidade e tente evitar que elas se metam em confusão. Sempre terá algo, ou alguém, te esperando para fazer alguma coisa no acampamento.

É possível criar seus itens na fogueira, e, claro, usar sua cabana para dormir, trocar de roupa e fazer sua barba (que cresce conforme o tempo passa, assim como seu cabelo). Mas, após um dia cansativo de trabalho, nada como sentar na fogueira e ouvir histórias, ou cantar com seus amigos. O mundo do game é pulsante, como nunca visto antes, e parte disso reflete no acampamento.

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Você vai ver de tudo durante sua jornada pelo game. Haverá momentos em que, por virtude de um feito importante para a gangue, o jogo simplesmente deixa as missões de lado e coloca seus colegas para festejar. Nesses momentos você vai poder jogar, beber, cantar em rodas de viola e presenciar barracos entre os membros.

Se, nos jogos GTA, ou no primeiro RDR, a casa servia apenas para guardar itens, o acampamento de Red Dead Redemption 2 será um lugar bastante frequentado. E, por isso, o lugar é vivo, cheio de coisas a se ver e fazer.

Sem pressa, caubói

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Como já mencionei, o game não tem compromisso nenhum com o gameplay rápido e desenfreado. Red Dead Redemption 2 quer ser apreciado, e obriga o jogador a respeitar seu ritmo. Seja nos detalhes gráficos, ou em seu mundo, repleto de coisas novas a se conhecer. Sempre há um algo a mais em praticamente tudo, começando pelas armas que, não basta apenas terem munição: é preciso cuidar delas, para que mantenham o bom desempenho.

O mesmo vale para o seu cavalo. Aqui podemos criar vínculos mais fortes com ele. Você deve escová-lo, alimentá-lo e sempre pode acariciá-lo. Isso aumenta o elo entre cavalo e cavaleiro, e isso melhora os atributos do animal e seu desempenho nas necessárias cavalgadas. Você também vai poder “tunar” sua montaria, com diferentes tipos de selas, arreios, e até mesmo tingindo e trançando sua cauda e crina!

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Entre uma missão e outra, há muito o que se fazer pelo mundo: eventos aleatórios tornam o mundo de GTA muito orgânico. Você pode caçar animais, tornar-se um caçador de recompensas, se envolver em duelos, se meter em emboscadas, beber e brigar no saloon, jogar poker, e muito, muito mais. O mundo do jogo não é apenas um local gigante para “passear”.

Um exemplo: logo no começo do jogo, em uma perseguição, perdi meu cavalo em um acidente com o trem. Com o cavalo morto, a sela com minhas coisas ficou por ali. Como estava só, precisei voltar de carona (não haviam muitos cavalos pelo caminho) em carruagens, para voltar ao acampamento, pegar um novo cavalo, voltar ao local do acidente para recuperar minhas coisas.

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Além disso, durante suas cavalgadas, você poderá encontrar pessoas passando por situações com as quais você pode intervir. Isso pode significar fazer o caminho oposto, para levar a pessoa de volta para casa. Mas, geralmente você é recompensado. Com itens, dinheiro, ou informações. Que serão de muita valia por aqui. E, claro, a pessoa que busca ajuda sempre pode ser uma golpista, interessada em roubar seu cavalo ou sua grana.

O jogo não te dá tudo na mão. E ainda tira, caso você escolha jogar sem o mapa. Se, com o mapa + “GPS” ativado, o jogo já te obriga a fazer perguntas para obter informações, sem estas “modernidades” você terá que conversar muito mais, para descobrir o local exato a ir. Também é possível, conversando, obter informações úteis para o gameplay ou o enredo.

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Assim, o jogo garante uma agradável experiência de velho oeste, em tempos em que você tinha que se virar, literalmente. Perder-se pelo mundo de Red Dead Redemption 2 é um prazer, e se envolver com os pormenores deste mundo é parte fundamental da experiência.

Muitas histórias para contar

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O velho oeste tem muitas histórias para contar. Sejam elas reais, inventadas ou aumentadas, são os contos que fazem esta época ser tão explorada pela cultura pop. Já no início do século XX, o cinema trazia estes contos, que, somados a livros e, décadas mais tarde, videogames, aumentaram o mito em torno da expansão dos EUA para a costa oeste.

Este espírito se faz presente em Red Dead Redemption 2. Suas missões, sejam elas principais ou secundárias, trazem junto muita riqueza histórica, com as devidas liberdades, importantes para o bom gameplay do jogo.

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Você irá encontrar religiões curiosas, mulheres protestando por direitos, o início do cinema, apresentadores fajutos de circo, e muito mais em um mundo próximo ao início do século XX que passava por mudanças inexoráveis. Todos ali sentiam que o mundo iria mudar, e muito, a partir dali. Todas estas pessoas, situações e locais, têm algo de importante para o jogador.

Até a produção de moonshire, as famosas bebidas ilegais estão no jogo. Historiadores afirmam que naquela época, a bebedeira não era algo tão comum no oeste dos EUA, devido a impostos altíssimos ao álcool, para diminuir seu consumo. E, mesmo sendo possível encher a cara a todo momento no game, as bebidas produzidas durante a noite (daí o nome) estão aqui.

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Assim como as cidades que são mais seguras, levando a ação mais para as fazendas e campos do jogo. Também é afirmado por alguns historiadores que não havia tanta violência assim nas cidades, e os tiroteios, assim como os duelos, não eram constantes. De certa forma, dentro do gameplay do jogo, isso se faz presente, mostrando o quanto de pesquisa e intensidade a Rockstar produziu para uma genuína experiência de caubóis.

Isso se reproduz nas missões que, além de tudo isso, são bem construídas. Não são simples missões do tipo “vá lá e faça isso”. Sempre há um tempero a mais, sempre há uma possibilidade nova. E isso faz com que o game, de fato, seja apreciado em todos os seus momentos.

O melhor uso da RAGE até o momento

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A RAGE, que nasceu em 2008, e teve em GTA IV seu primeiro grande sucesso, tem aqui o seu melhor momento. A engine pega tudo o que aprendeu de melhor com a série GTA, L.A. Noire e o primeiro Red Dead Redemption, e entrega um gameplay completo, mas ao mesmo tempo fácil de assimilar e dominar.

O controle não é lá muito simples, mas o jogo faz questão de ensinar o passo a passo dos comandos essenciais, e após um tempo, você estará jogando o game de maneira plena — ainda que se adequar com as barras e mostradores de vida e stamina seja mais confuso do que deveria. Cavalgar, apesar de ser algo lento, também é prático, com o controle de velocidade e a bem-vinda câmera cinematográfica.

Apesar dela me deixar na mão algumas poucas vezes, esta visão cinematográfica, além de deixar o jogo mais bacana, também é útil na hora de cavalgar por grandes distâncias. Basta ativá-lo e manter o cavalo na linha do trajeto e pronto. É só segurar o botão de velocidade média do cavalo, sentar, e apreciar a paisagem.

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Os combates também fluem bem, com um bom uso das armas antigas, que, como sabemos, disparam menos e são menos eficientes do que as atuais. O “dead eye” segue útil, e melhor, permitindo que o jogador se torne uma arma letal em combates e caçadas. E, para controlar, não só esta visão, como vida e fôlego, é preciso se manter alimentado, aquecido e tranquilo.

E a forma de lidar com a lei e a forma de viver também é interessante. Você terá que lidar, após algum crime, com possíveis testemunhas que o viram. E também terá que se virar quando houver uma recompensa em sua captura, seja pagando o preço ou se virando com os caçadores de recompensa. Entrando em uma região na qual é procurado, você será caçado.

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O medidor de honra está de volta, permitindo que você seja um bandido honrado, que faz seus crimes apenas com “quem merece”, ou ser um homem sem qualquer valor pela vida e pelas pessoas, literalmente tocando o terror. Cada escolha é absorvida pelo jogo e terá reflexos. O que inclui seu estilo de vida.

Arthu pode passar calor e frio, e precisa usar roupas adequadas para a temperatura ambiente. Também precisará comprar ou produzir seus alimentos, além de tônicos, úteis para situações de combate. O número de itens também impressiona, pois inclui de bandana para assaltos até um kit para acampamentos, quando você vai passar a noite caçando. Sem esquecer, claro, da útil lamparina, para locais escuros, e da escova para manter sua montaria nos trinques.

São muitas variações climáticas, com um visual incrível, e com tudo influenciando no gameplay, de alguma forma. A RAGE segue em ótima evolução e é agradável demais vê-la em sua plenitude em um game que, diferente de seu “irmão” GTA, zela ainda mais pela excelência.

Um dos melhores games de todos os tempos

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Para falarmos que um jogo está entre os maiores de todos os tempos, é preciso muito mais do que apenas gostarmos dele. Sejam os mais antigos, como os Super Mario para o NES, passando por Super Metroid no Super Nintendo, Metal Gear Solid no PSOne, Zelda: Ocarina of Time no Nintendo 64, ou GTA: Vice City no Playstation 2… todos estes games contam com algo em comum: São games que, ao seu tempo, evoluíram muitos conceitos, e seguem obrigatórios sempre, independente de sua época de lançamento.

O mesmo ocorre com Red Dead Redemption 2. Não se trata de um game revolucionário, afinal, traz, em sua maioria, elementos que já conhecemos muito bem e que vêm sendo atualizados e reformulados aqui e ali nos últimos anos. Mas ainda assim o jogo surpreende por sua qualidade ímpar, e por misturar todos estes elementos de maneira única. Em todos os momentos, percebemos capricho e cuidado por parte da Rockstar., seja em termos de gameplay, narrativa, ou simplesmente na construção meticulosa de um mundo vivo, mutável, fascinante. Isso para não mencionar a trilha sonora, excelente e imersiva como sempre.

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Há muito o que se fazer no game. E o próprio jogador não deve ter pressa nenhuma de fazê-lo. Este é um jogo tão incrível, que não há vontade de terminá-lo na pressa, queremos degustá-lo devagar, com cuidado. E tudo isso ficará ainda melhor, quando, neste mês, estrear o multiplayer online. Pois, baseado no que vemos em GTA V, um game com muitos anos e que segue sendo muito jogado, as expectativas são as melhores.

A Rockstar, assim, se superou em Red Dead Redemption 2. A excelência do primeiro game serviu de base para um game ainda maior e melhor. E isso também é uma ótima notícia para o futuro da empresa, como um todo. Seja para um possível GTA VI, um RDR 3, ou mesmo algum jogo novo, ao cavalgar com Arthur Morgan pelo velho oeste dos EUA, vemos que este game é uma ótima notícia para todos aqueles que são fãs da empresa. E também para todos aqueles que amam videogame. Uma obra única, com uma qualidade que honra todo o hype gerado ao seu redor.

Red Dead Redemption 2 está disponível para Playstation 4 (compre aqui) e Xbox One (compre aqui).

5 Respostas para “Análise Arkade: Red Dead Redemption 2 é a excelência em forma de videogame”

  • 5 de novembro de 2018 às 18:53 -

    Diego Baptista

  • Ótima análise. Realmente este game nós faz vivenciar o “mundinho”, trazendo uma grande imersão no cenário de velho oeste americano.

    Estou me deleitando com RDR2, cada momento de jogatina é prazeroso, mesmo que em alguns deles ocorra um espécie de lentidão, mas como dito na análise, essa é uma obra que deve ser apreciada sem presa e com paciência, pois vale muito a pena.

  • 5 de novembro de 2018 às 19:05 -

    ricco

  • Perfect World International foi um dos primeiros jogos com esse tipo de mapa aberto. Ainda tem como nadar no fundo dos oceanos e voar. É um dos melhores jogos, lançado em 1998 a ainda está no ar nos EUA, China e outros locais. Pena q é tão menosprezado, apesar de hj parecer datado e nem chegar aos pés destes novos jogos, ainda dá pra dar uns passeios e se aventurar.

  • 6 de novembro de 2018 às 21:25 -

    DM_salazar

  • Como sempre vocês estão de parabéns por mais essa analise.
    Não estou surpreso por RDR2 ser isso tudo citado na analise,mas em relação aos bugs,por a caso eles existem no game ou são os bugs padrões dos games?

    “Também é afirmado por alguns historiadores que não havia tanta violência assim nas cidades, e os tiroteios, assim como os duelos, não eram constantes”.
    Já tinha ouvido falar sobre isso e,até…que o velho oeste mesmo era aqui no brasil,mas isso é algo pra se discutir em outro momento.

    O próximo game que eu gostaria que a rockstar anunciar-se é Max Payne 4 quem num mundo aberto,sempre imaginava Max andando livremente por NY.Exagerado eu sei,mas quem sabe. hehe

    • 7 de novembro de 2018 às 09:07 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Valeu, DM! :)

      Olha, tem bugs, sim. Nada muito acima do que é esperado em um game destas proporções, então tá de boa. Até gravei um bug engraçado que rolou no meu jogo, confere aí:

      https://youtu.be/fdv31YIpwEE

      E sobre a Rockstar… já ficou claro que ela lança um jogo há cada 5 ou 6 anos, então só o tempo dirá o que vem por aí, mas um novo Max Payne em mundo aberto sem dúvida seria muito bem-vindo.

      Vou te falar que eu acharia ainda mais legal se ela anunciasse um novo Manhunt, ou mesmo uma sequência de Bully, mas acho bem pouco provável. Ambos são polêmicos demais para os tempos certinhos e caretas em que vivemos atualmente.

  • 7 de novembro de 2018 às 15:06 -

    DM_salazar

  • Realmente,seria muito bom ver esses jogos novamente,mas como você bem disse,nos dias atuais com tanta “frescura”,não pode isso,isso também não e por ai vai.Porém vindo da Rockstar,eu não ficaria surpreso se um desses dois jogos ganhasse vida viu. :)

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