Melhores do ano Arkade 2018: Shadow of the Tomb Raider

27 de dezembro de 2018
Autor: Bruna

Melhores do ano Arkade 2018: Shadow of the Tomb Raider

A trilogia do reboot de Tomb Raider teve uma conclusão com Shadow of the Tomb Raider e o fim de um capítulo da história de nossa adorada Lara Croft foi muito bem representado pela Crystal Dynamics e Eidos Montréal.

Em Shadow of the Tomb Raider, vemos o crescimento de Lara para a aventureira que todos já conhecíamos, mas para seguir em frente, devemos voltar um pouco, em um flashback interativo, onde controlamos a pequena Croft e podemos entender mais suas motivações, uma experiência que achei empolgante e diferente do que vimos nos outros jogos já lançados.

Melhores do ano Arkade 2018: Shadow of the Tomb Raider

O clima familiar da floresta tropical da Amazônia é um estimulante para você passar mais tempo caçando e explorando, funções que podem ser complementadas com uma árvore de habilidades disponíveis para te ajudar nessas atividades. Explorar na água também é agradável e interessante, e as tumbas trazem ótimos puzzles, que testam as habilidades do jogador com desafios engenhosos e criativos.

Momentos marcantes como o primeiro encontro com um jaguar ou o ataque de raiva que Lara teve a ponto de perder todos os escrúpulos sem dúvida vão ficar para sempre em minha memória.

Melhores do ano Arkade 2018: Shadow of the Tomb Raider

O jogo lhe fornece muitos estilos diferentes de abordagem do combate, possibilitando que o jogador opte por uma pegada mais stealth ou mais agressiva. Para quem gosta de colecionar e completar os desafios extras, Shadow of the Tomb Raider dá uma boa opção para você começar o jogo de novo com habilidades novas e possibilidade de ganhar novos equipamentos antes inacessíveis.

 

Se você costuma só jogar as missões principais, vai perceber que o Shadow of the Tomb Raider é um jogo mais focado em exploração e puzzles do que os anteriores, algo que fãs da série sem dúvida agradecem e aproveitam ao máximo. Por esses e outros motivos, esse foi um dos Melhores Jogos que joguei em 2018.

Leia a nossa análise completa de Shadow of the Tomb Raider aqui e não deixe de conferir o desfecho da nova trilogia de Lara Croft.

Uma resposta para “Melhores do ano Arkade 2018: Shadow of the Tomb Raider”

  • 27 de dezembro de 2018 às 13:01 -

    Diego

  • Opinião é pessoal mesmo, já para mim esse foi um dos piores jogos de 2018, faltou polimento a versão do XB1 está com um screen tearing terrível, o encerramento da trilogia foi sem graça com dois capítulos construindo a Trindade (Trinity) para chegar no fim e não ser nem metade da ameaça prometida além de que acaba nem fazendo sentido a existencia das outras duas história já que a ligação entre elas e essa não é explorada, a Lara praticamente destrói uma cidade e age como se fosse normal e ainda tem momentos de egoísmo absurdo algo que desconstrói o que vinha sendo construindo nos capítulos anteriores em torno da personalidade, o stealth é ridiculamente mal feito ao ponto da Lara se deslocar (parece mágica) para matar um personagem distante de sua posição e temos o Jonah que toda hora era separado dela algumas vezes de forma que nem sabemos como o cara saia vivo e depois ele já estava no ponto de chegada sem nenhum arranhão.

    Esse jogo foi um final despontante nessa trilogia e que sinceramente me faz desejar que a série volte para a geladeira e seja repensada e por fim um detalhe que achei chato e até mesmo esquisito ao longo de todo game (eu não sou único minha esposa que jogou o game também achou isso e a maioria dos amigo que jogou) tentam mostrar um igualdade entre sexos (algo até que legal) que falha pelo fato que simplesmente a Lara só mata homens o jogo inteiro e as mulheres são elevadas ao status de lideres e rainhas em tudo que foi forma e tal, deixando uma sensação chata que todos os homens são errados e as mulheres sempre certas, algo que foi feito de forma muito mais interessante no Assassin’s Creed Odyssey onde temos mercenários, antagonistas e até protagonistas homens e mulheres muito melhor inseridos na história e forma muito mais orgânica.

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