Testamos o headset HyperX Stinger, fone de entrada da marca com ideias práticas

25 de outubro de 2016
Autor: Junior Candido

Testamos o headset HyperX Stinger, fone de entrada da marca com ideias práticas

Os headsets tem marcado presença no “vestuário” gamer. Várias marcas tem oferecido recursos e mais recursos para que o jogador aproveite a maior experiência sonora possível, porém tudo isso faz com que os dispositivos acabem custando muito caro. Pensando em quem não pode (ou não quer) pagar por um destes headsets, a HyperX anunciou o Cloud Stinger, uma boa opção para aproveitar um produto da marca, por um preço bem menor que o de costume.

O dispositivo, apesar de custar menos do que seus irmãos, vem com elementos interessantes. É a prova de que corte de custos não significa necessariamente um produto ruim. E agora você é nosso convidado para conferir de perto como é usar um Stinger, seja para jogar, ou para o seu dia a dia.

Especificações

Fone de ouvido
Driver dinâmico, 50 mm com magnetos de neodímio
Tipo circumaural, fechado
Resposta de frequência 18Hz–23,000 Hz
Impedância 30 Ω
Nível de pressão sonora 102 ± 3dBSPL/mW a 1kHz
T.H.D. ≤ 2%
Potência de entrada classificação 30mW, máxima 500mW
Peso 275 g
Tipo e comprimento do fio headset (1,3 m) + cabo de extensão em Y (1,7 m)
Conexão headset – plugue de 3,5 mm (4 polos) + cabo de extensão – plugues de 3,5 mm estéreo e de microfone

Microfone
Elemento microfone condensador electret
Padrão polar uni-direcional, cancelamento de ruído
Resposta de frequência 50 Hz~18.000 Hz
Sensibilidade -40 dBV (0 dB=1 V/Pa,1 kHz)

Acabamento caprichado

Testamos o headset HyperX Stinger, fone de entrada da marca com ideias práticas

Ser “simples” não significa ser feio, pelo menos pelos lados da HyperX. A embalagem não tem o mesmo acabamento completo dos outros fones da família. Temos uma caixa simples que guarda o fone, o cabo extensor e sim, o produto vem com a mesma proteção e cuidado dos outros headsets da família Cloud. Até a carta de boas vindas, assinada por Anders “GR8V1k1ng” Willumsen, gerente geral da HyperX, se faz presente, em um papel que vem junto.

Ao retirar o Stinger da caixa, de cara já percebemos suas funcionalidades, pois ele vem “aberto”, devido aos 90 graus de abertura que ele proporciona, e já nos “explica” seu primeiro grande destaque, o qual falaremos com mais calma a seguir. E também chama atenção o cuidado que o headset tem, pois estamos acostumados a produtos de entrada feiosos e em algumas ocasiões, entregues até com uma certa má vontade do fabricante, mas com o Stinger, vemos que embora o produto seja mais simples, ele continua mantendo o bom padrão visual dos headsets da marca.

É simples, mas o coração é de top

Testamos o headset HyperX Stinger, fone de entrada da marca com ideias práticas

O que já chamou atenção ao usar o fone logo na primeira vez é que ele é leve e não incomoda o usuário, mesmo que ele passe horas a fio com o fone. E não estamos falando apenas do uso em um PC jogando, usar o Stinger em um momento mais tranquilo, usando-o em um celular assistindo vídeos deitado na cama, por exemplo, é uma atividade tranquila e que não causará incômodos, mostrando que a abertura do fone de fato é funcional e vale a pena.

Outra coisa bacana é que ele vem com arco de aço e até com as conchas auriculares com tecnologia Memory Foam (as que garantem que você vai usar o headset sem incômodos nos ouvidos), assim como os outros fones da família Cloud. Controlar o volume no Stinger também é uma atividade bem interessante, já que o controle de volume fica no próprio fone.

O único problema encontrado aqui foi com o microfone. O microfone não pode ser removido e, embora ele fique “invisível” ao levantá-lo, a sensação de que algo ruim pode acontecer ao usá-lo de mau jeito sempre fará parte do uso do dono que não consome o headset apenas no PC. Mas no geral, o Stinger é leve e raramente incomodará o usuário, seja qual for a posição que estiver usando.

A qualidade do áudio também impressiona. A impressão que dá, e falando de maneira positiva, é que a HyperX fez do Stinger um laboratório para testar ideias que poderão ser incrementadas e adicionadas nos headsets posteriores da marca. A qualidade do som e seu isolamento acústico não fica devendo em nenhum momento para outros headsets, da HyperX ou não, mais completos.

Um bom exemplo de custo-benefício

Para lançar um produto a um preço menor, óbvios cortes precisam ser feitos. O Stinger conta com acabamento mais simples, embalagem mais humilde e sem toda aquela pompa de fios e acessórios, mas mantém a mesma qualidade e padrão dos fones da família Cloud, como o Memory Foam e os drivers acústicos. As soluções de microfone (apenas com o problema de não ser removível) e controle de volume no próprio fone se mostraram bem criativas e podem fazer parte de seus outros produtos sem nenhum problema.

Usando o Stinger, percebemos que tais cortes foram feitos de maneira inteligente, fazendo que ele seja sim mais acessível, mas sem deixar de lado o conforto e qualidade, itens que fazem parte dos produtos da marca. Nunca a palavra custo-benefício se mostrou tão eficaz, trazendo ao consumidor um produto de qualidade a um preço justo.

O Cloud Stinger está em pré-venda na Kabum por R$299,90 até o dia 12 de novembro. A partir do dia 13, ele estará disponível em todas as lojas do país por R$349,90.

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