Tribuna Arkade: telejornal associa games à violência e ao mercado de armas

2 de janeiro de 2013
Autor: Rodrigo Pscheidt

Tribuna Arkade: telejornal associa games à violência e ao mercado de armas

30 de dezembro de 2012. Enquanto estávamos nos preparando para a virada do ano, um popular programa jornalístico nacional exibiu uma longa matéria deveras questionável, associando jogos de guerra à indústria de armas, e reacendeu a velha discussão entre jogos violentos e violência.

A matéria foi exibida no programa “Domingo Espetacular“, da Record (sempre ela). Em mais de 9 minutos, o programa usa uma matéria do New York Times para associar jogos como Call of Duty, Counter-Strike e Medal of Honor à indústria de armas.

Obviamente, o recente massacre na cidade de Newtown – onde um jovem perturbado e armado invadiu uma escola e assassinou mais de 20 crianças – também é mencionado. De acordo com a matéria, jogos de guerra transformam jovens em verdadeiros especialistas em armas, e seu contato prolongado com a violência dos games os torna insensíveis à violência real.

Confira a matéria na íntegra abaixo:

Não vamos entrar no mérito da posse de armas por civis – no momento, isso é um problema para Barack Obama resolver. Vamos nos ater exclusivamente à associação dos games com a violência e a indústria de armas.

Pelo que vimos, Medal of Honor realmente parece ter utilizado armas reais para divulgação do game e, como diversos outros games, utiliza réplicas digitais extremamente realistas dos mais variados tipos de armamentos.

Mas será que nós gamers nos tornamos tão estúpidos a ponto de achar que podemos trazer isso para o mundo real? O fato de empunharmos uma metralhadora em Call of Duty realmente nos encoraja a fazer o mesmo na vida real, para tirar a vida de pessoas – e crianças – inocentes?

Não é de hoje que a emissora responsável pelo “Domingo Espetacular” ataca os videogames com argumentos pífios. Parece que qualquer jovem desmiolado que cometa alguma atrocidade é gamer, e sua paixão por games violentos é a explicação mais óbvia para mostrar o que o encorajou a cometer tal ato.

Será que um sujeito que passa “1 ano isolado da sociedade com um videogame” não deve ser visto – antes de mais nada – como um sociopata que possui algum distúrbio mental muito sério, e não como um gamer? Eu, você, e qualquer outra pessoa que joga videogames de maneira saudável e possui vida social certamente jamais faríamos algo desse tipo.

Se a regra for esta, quer dizer então que um fã de Skyrim pode invadir uma escola brandindo uma espada ou um enorme machado a qualquer momento? Ou um fã de Far Cry 3 vai tocar fogo em alguma horta comunitária munido de um lança-chamas? Esta é a lógica?

Se o pensamento for este, então – parafraseando um popular meme do Facebook – quem jogou Mario deveria ser um ótimo encanador, quem jogou Banco Imobiliário deveria ser um magnata dos negócios, e quem jogou Guitar Hero deveria ser uma lenda do Rock, não?

Se as armas dos games são realistas, isto é apenas o reflexo dos tempos em que vivemos, onde o realismo impera. Videogames tem armas desde a geração 8 bits, só o que mudou foi a resolução delas.

E isso também vale para os carros de Need for Speed, ou as marcas de roupa de The Sims. Digitalmente, tudo isso são bens de consumo, e o fato de serem realistas está inserido no contexto realista dos games e na tecnologia disponível. As armas de Contra eram tão letais quanto as de Call of Duty, só não eram tão detalhadas.

Os videogames podem influenciar uma pessoa? Claro que sim. Assim como a violência da novela das oito, ou do filme violento que vem logo depois. Vai do juízo e do bom senso de cada um ser influenciado por tudo isso ou não.

E você? O que acha de (mais esta) alfinetada que a TV brasileira deu no mundo dos games? Será que nosso querido mercado de games vai conseguir crescer em um ambiente tão extremista e tendencioso?

80 Respostas para “Tribuna Arkade: telejornal associa games à violência e ao mercado de armas”

  • 2 de janeiro de 2013 às 09:09 -

    Leonardo

  • Vixximaria..

    e vcs acham que as emissoras de televisão estão preocupadas com a violência?
    Pra elas a única coisa que importa é a audiência… e na polêmica é onde reside a audiência!!

    Além do mais, quanto mais você usa seu televisor para jogar um game, menos você utiliza o aparelho para assistir TV!!

    É uma lógica fácil de entender!!

    Eu mesmo possuo um televisor em minha casa que está somente ligado no meu PS3! Nada de TV nele!!! Só uso pra jogar e pra assistir Blu-Ray

    E outra… longe de mim defender um jogo imbecil e emburrecedor como CoD… mas eu prefiro que meu filho jogue esse jogo do que assista à uma novela.. onde constantemente vemos cenas de um filho enfrentando e ofendendo um pai, por exemplo!

    • 2 de janeiro de 2013 às 13:32 -

      Adilson

    • É verdade, vou contar uma coisa pra vocês… quase 1 ANO que eu não vejo TV e meu filho faz 8 meses que não vê essa “mherda” que chamamos de TV.. por incrivel que parece… meu cérebro foi “higienizado”…. está livre dessa poluição…

      Só usamos a TV pra jogar PS3 ou Xbox 360 ou Wii…. ou então pra ver algum bom filme em bluray. Essa reportagem de jogo vilento é pura balela, eles querem é que você veja TV e não jogue na TV… vendo TV eles te empurram subliminarmente tudo o que eles querem…

      Não precisamos mais da TV como padrão…. tudo que queremos achamos na net, no google, no youtube etc etc… ninguém nós empurra uma informação ou propaganda por goela abaixo… agora aqui em casa nós selecionamos a mídia que queremos ver e ouvir…

      TV aqui em casa só serve pra novela da minha mãe porque isso não muda mesmo né… então deixo a minha maezinha ver a novela dela…

      Pessoal, sugir que vocês façam o mesmo que eu e meu filho fizemos… PAREM DE VER TV DO MODO COMO NOS ENSINARAM….. e ao acontrário do que possa parecer, vamos ficar muito mais seletivos por informação de qualidade…

      É isso…

      Valeuzzz

    • 2 de janeiro de 2013 às 13:40 -

      Ana

    • Poisé, eu também só uso a TV pra jogar. E assistir filme. É bastante óbvio que a nova geração está pouco se lixando pra o que acontece na novela. Ela está ocupada jogando ou assistindo filmes baixados. Ou no pc. Faz todo sentido.

      Leo, se seu filho for um questionador e não concordar com os seus pontos de vista, ele vai te enfrentar XD. Ofender eu já acho que é perder numa discussão.

    • 3 de janeiro de 2013 às 22:15 -

      rafael

    • É verdade só estão preucopadas com audiencia e sabem de uma coisa aprendi várias coisas interessantes em games aprendi até a falar inglês.
      jogos me ajudaram muito e sim,é melhor jogar do que ficar vendo novela!

      • 3 de janeiro de 2013 às 22:16 -

        rafael

      • aprendi até como se manusear uma arma!e novela não ensina nada!

  • 2 de janeiro de 2013 às 09:53 -

    AllanCosta

  • “MK46 é uma…metralhadora, mas é diferente do rifle…por que tem muitas balas” (1:20 +/-) eles estão de PALHAÇADA comigo, isso é “especialista” em armas? esses moleques não conseguem sequer destravar uma arma dessas se 1 projetil ficar preso

    “Aqui podemos ver que a indicação do game é para +17, mas o Matheus tem 16 e tem acesso ao jogo”, MEU DEUS, o errado é ELE então, é a mesma coisa que falar “esta vendo esse maço de cigarro, só pode para mais de +18, mas o Matheus, tem acesso a ele”

    Essa reportagem é tão tendenciosa que meu note ficou de lado…

    • 3 de janeiro de 2013 às 10:16 -

      Garzedim

    • “Aqui podemos ver que a indicação do game é para +17, mas o Matheus tem 16 e tem acesso ao jogo”, MEU DEUS, o errado é ELE então, é a mesma coisa que falar “esta vendo esse maço de cigarro, só pode para mais de +18, mas o Matheus, tem acesso a ele”

      É porque é mais fácil colocar a culpa nos Games do que ter responsabilidade de educar nossos filhos. Porque se der merda, a culpa é dos games e não dos pais.

  • 2 de janeiro de 2013 às 09:55 -

    Kubrick Stare Nun

  • Achei interessante isso: Os caras pegaram uma reportagem que havia sido bastante bem feita e dizia a verdade (aquela do New York Times) e distorceram as informações nela só para poder falar que “vídeo game é coisa do capeta”. Só mesmo a Record pra fazer um jornalismo tão podre assim.

    Agora teve uma coisinha que me incomodou na redação de vocês:

    “Será que um sujeito que passa “1 ano isolado da sociedade com um videogame” não deve ser visto – antes de mais nada – como um sociopata que possui algum distúrbio mental muito sério, e não como um gamer? Eu, você, e qualquer outra pessoa que joga videogames de maneira saudável e possui vida social certamente jamais faríamos algo desse tipo.”

    Isso é preconceito com os basement dwellers! Eu sou anti-social e nem por isso eu saio por aí matando pessoas na vida real.

    • 2 de janeiro de 2013 às 19:27 -

      Daniel Augusto

    • Sei não Kubrick Stare… você tem uns posts de quem entraria num shopping center lotado com uma granada básica e uma kalashnikov….
      Rss… brincadeira.

      Falando sério: um cara tem pais ausentes, separados em meio a brigas, sofre buly na escola, leva uma vida vazia em termos de relacionamento, trabalho, escola, família e etc, passa anos assim, tem acesso tecnicamente irrestrito a armas e até os ganha de presente de natal dos próprios pais e então em meio a distúrbios psicológicos e tudo que citei a cima resolve atirar em uma multidão…
      Até o início da década de 90 o povo colocava a culpa na sociedade, antes disso a culpa era da TV, hoje a culpa foi “transferida” para o video game. Acho muito conveniente as pessoas não enxergarem que a culpa é da família, da sociedade e do próprio ser humano que corresponde a praticamente toda a estatística de culpa, mas NÃAAAAAAO! o culpado é o video game e fim de papo.

      Se maratona de video game “psicopatasse” uma pessoa então eu estaria metralhando pessoas depois de maratonas de FPS’s. Já passei 36 horas sem parar no modo online do Crysis 2 só pra platinar e nunca me senti invisível… bom… as vezes, mas a condição era diferente rss…

      • 3 de janeiro de 2013 às 09:55 -

        Kubrick Stare Nun

      • “um cara tem pais ausentes, separados em meio a brigas, sofre buly na escola, leva uma vida vazia em termos de relacionamento, trabalho, escola, família e etc, passa anos assim, tem acesso tecnicamente irrestrito a armas e até os ganha de presente de natal dos próprios pais e então em meio a distúrbios psicológicos e tudo que citei a cima resolve atirar em uma multidão…”

        Mas no mundo inteiro tem milhões de pessoas nessa situação e a maioria absoluta nunca matou ninguém. A verdade é que é quase impossível traçar o perfil de um homicída, é algo simplesmente imprevisível.

    • 3 de janeiro de 2013 às 10:45 -

      Marcelo Melo

    • Olha, sociopatia e anti-socialidade são traços diferentes. O autor da reportagem cometeu esse erro de distinção.

  • 2 de janeiro de 2013 às 10:07 -

    Gustavo Rodrigues

  • E por essas e outras que não gosto nem um pouco da Record. Banaliza demais tudo que acontece no mundo, coloca culpa em quem não tem tudo para tirar a atenção do povo dos reais problemas sociais, governamentais e outros que temos no mundo. Às vezes eles esquecem de olhar para o próprio umbigo, mas enfim, não quero entrar no assunto “problemas Record”.

    Acho um absurdo isso de querer culpar games por violência. A culpa da violência é principalmente das próprias pessoas. Se deixa levar por tudo que vê, aqueles que lá no fundo tendem a ter algum problema mental. Ninguém comenta que esses jovens que entram nas escolas fazendo essas barbaridades, com certeza sofreram de abusos, bulling e outros problemas quando eram mais jovens, onde que os games para eles eram o refurgio da sociedade lá fora. Mas isso não quer dizer que os games o incentivou a fazer aquilo, quem incentivou foi a própria sociedade que o tratou assim, e fez aflorar aquele determinado distúrbio mental que ele já tinha. E só esclarecendo, não estou defendendo esse pessoal que sai por ai atirando em crianças e pessoas inocentes, pelo contrário acho isso um absurdo e essas pessoas devem sim ser púnidas severamente, a questão é que devemos primeiro mudar nosso modo de tratar os outroas para que pessoas com esses distúrbios sejam cada vez mais incomuns.

    Enfim, isso tudo são problemas muito mais complexos do que apenas games.

    E não querendo defender, mas já defendendo, para mim quem está de parabéns nos ultimos tempos na TV Aberta em relação a “imprenssa e games” é a Globo, em espécial o Jornal da Globo e o Jornal Hoje, que sempre estão exibindo matérias legais sobre games. A exemplo, quando acontece a E3 e eles vão lá cobrir o evento. Isso sim é bacana, mostrar o verdadeiro lado dos games, o entretenimento.

    • 2 de janeiro de 2013 às 13:50 -

      Renan do Prado

    • O último trecho que você citou (que concordo inclusive) me fez surgir a ideia de que a Record é contra os games exatamente porque a Globo está se mostrando a favor.

      E qualquer um sabe que tudo o que a Globo publica a Record é contra. TUDO.

      • 3 de janeiro de 2013 às 12:47 -

        Bruno

      • Mas no fim, copia tudo da globo… O próprio jornal que apresentou essa matéria é uma cópia do Fantástico.

  • 2 de janeiro de 2013 às 10:17 -

    Ferrark

  • É mais fácil achar um culpado qualquer, sem fazer nenhuma pesquisa, sem realmente ter dados reais e realmente investigar onde reside a culpa, educação ruim, pais irresponsáveis que não dão o mínimo de orientação, problemas psiquiátricos ignorados pq ninguém prestou atenção na pessoa, e talvez fossem pessoas problemáticas que os pais preferiam eles no quarto isolado que causando problemas sem procurar saber o que eles tinham….tudo isso é ignorado pq ninguém quer assumir a culpa então culpa-se os jogos….mas não tentam proibir bebidas alcoólicas pq alguém ficou viciado, espancou a família, atropelou e matou mais alguém, ou contraiu um câncer grave…..bem vindo ao Brasil, um país nada sério.

  • 2 de janeiro de 2013 às 10:20 -

    leandro(leon belmont) alves

  • olha, o negócio é seguinte.

    quando alguém de cabeça fraca procura agir assim, não é vídeo game, não é série de tv, quadrinhos, mangás, filmes ou algo assim que faz a pessoa cometer esses atos. é a própria pessoa que faz isso que é culpada. é sempre assim. procuramos a resposta mais fácil para culpar os atos de alguém, nesse caso um demente idiota. nós temos que assumir as burradas que fazemos. isso apenas vale quando somos crianças e olhe lá.

    e lembram do caso quando a estreia do Batman, o Cavaleiro das Trevas Reersurge lá nos States? quando um alienado saiu disparando na fila do cinema? é pessoas com…imaginação fértil demais ao meu ver. a Record que é hipócrita. tendo um dos pastores que mais rouba dinheiro do povo a base de religião.

    mas voltando ao assunto. e todos concordam. nós jogamos COD e Battlefield e não saímos atirando em todo mundo, jogamos GTA e não pegamos o carro e sair atropelando todos na calçada. jogamos Persona,Diablo 3 e Shin Megami Tensei e não viramos servos do Satã. e se fosse assim, o sujeito que vê um filme adulto na tv, vai sair atacando mulheres inocentes….tsc. e isso é meio da neurose americana. no Japão mesmo, muitos estudantes entram em surto ou se matam pela pressão que sofrem ao estudar. os gringos por lá sofrem algo parecido. é tipo de vida por lá que os faz agir assim.

    ao contrário de nós brasileiros que somos relaxados e de bem com a vida quase sempre.

    • 2 de janeiro de 2013 às 13:26 -

      Ana

    • Eu concordo com praticamente tudo. Tanto que quando aconteceu o massacre de Realengo aqui, todo mundo ficou chocado. É um tipo de crime que o brasileiro não está acostumado a lidar.

      Aliás, o cara de realengo, além de jogar, seguia o islamismo. Quer um bode expiatório maior que jogos? Qualquer coisa que venha do Oriente médio.

  • 2 de janeiro de 2013 às 10:30 -

    Alejandro Ravailhe

  • Façam jogos de Guerra que no lugar de armas atiremos pedras ¬¬’

  • 2 de janeiro de 2013 às 10:44 -

    Edimartin Martins

  • O jogador controla o jogo mas o jogo NÃO controla o jogador.
    Todos os assassinos sofriam problemas como Bullying, ou doença terminal. A vida deles éra uma merd@ e o jogo é o único entretenimento disponível quando se vive sozinho e sem amigos. Eles precisam culpar os pais por terem dado, ao filho, o acesso ao armamento que toda a criança que vê novelas e filmes tem vontade de ter.

    o que a Record quer reclamando que os jogos apresentam armas. Tinha uma novela da Record que era tiroteio o tempo todo.

  • 2 de janeiro de 2013 às 11:33 -

    Gustavo

  • É verdade q o jogo nos torna especialistas em armas, mas não sabemos atirar nelas, só sabemos informações sobre elas, e os jogos de guerra não estimulam a violencia, eles estimulam a cooperação, ao trabalho em equipe.

    • 2 de janeiro de 2013 às 11:42 -

      Gustavo

    • e também não é todo mundo que é tão influenciavel assim, e é por causa de uns idiotas assim q jogam e querem praticar acabam com a nossa sociedade gamer
      e se fosse assim, todos q jogam simuladores iriam saber jogar futebol bem, pilotar carros bem, jogar basquete bem
      tá certo q eles mostram como q vai ser a guerra, mas só mostra
      entrga uma arma pra um gamer, ele pode até saber carregar e tudo mas comcerteza ele vai tomar muito coice da arma

      • 2 de janeiro de 2013 às 13:22 -

        Ana

      • Eu acho que o gamer normal nem ia querer ficar com uma arma por muito tempo na mão.

        O problema [e aparentemente o que a mídia não quer enxergar] é que os atiradores não eram pessoas normais desde o princípio. Seja desde o nascimento, seja desde algum evento na vida deles.

  • 2 de janeiro de 2013 às 11:53 -

    Renan Aspira

  • Eu espero que a analogia com Mario e Skyrim tenha sido uma brincadeira, senão vai ficar difícil dizer o que tem mais argumentos merdas: o vídeo ou o texto.

    • 2 de janeiro de 2013 às 12:11 -

      Kubrick Stare Nun

    • DFTT

    • 2 de janeiro de 2013 às 12:44 -

      Rodrigo Pscheidt

    • Sim foi uma piada. ¬¬

      Um comentário sarcástico, na verdade. Achei que tinha ficado óbvio meu sarcasmo ao levantar estes pontos.

      Se – na mentalidade da Record – quem joga Call of Duty sai atirando nos outros, é bem provável que ela pense que quem joga Skyrim saia brandindo um machado por aí. =P

      • 2 de janeiro de 2013 às 13:16 -

        Ana

      • [ironia] PFFF que sarcástico o que Rodrigo!

        Eu A-DO-RA-RI-A lançar um Fusrodah numas crianças. Imagina só, leves do jeito que elas são, elas voariam longe! [/ironia]

        ¬¬

      • 2 de janeiro de 2013 às 13:42 -

        Renan Aspira

      • Não me pareceu que lógica do vídeo fosse tão simples. Enfim, já tive respostas a minha dúvida, estou satisfeito.

      • 2 de janeiro de 2013 às 14:10 -

        Renan do Prado

      • Desculpem me falar, mas essa foi realmente inacreditável…

      • 2 de janeiro de 2013 às 20:33 -

        Renan do Prado

      • (Não estou me referindo ao texto, só esclarecendo)

  • 2 de janeiro de 2013 às 12:31 -

    m0zilla

  • Beleza o cara pode ter se inspirado nos fps violentos e tals, mas como ele adquirio os produtos? Não se pode nadar sem ter agua, não se pode andar se não tem chão e não se pode matar alguem com uma arma sem armas hãN???

    Invês de falar mal dos games porque eles não arrumam uma forma de fechar as lojas de armas nos outros países??? -AH,Mas é mais facil culpar os jogos né? Melhor cupar os jogos, protestar contra lojas de armas da muito trabalho e mimimimi…

    Se eu jogo donkey kong vou sair atirando barris para todo lado??

    Se eu jogo sonic vou correr super rapido???

    Se eu jogo skyrim vou sair dando flechada em dragões ( que seriam aviões)

    Se eu jogo God Of War vou amarrar uma corrente no meu braço com laminas matando os Deuses???

    Se eu jogo barbie world eu vou ser gay???

    O do barbie world é piada xD, mas isso está errado! Culpam os jogos porque é um ( ou o ) dos mais vendidos produtos do mundo, afinal porque não culpam os filmes que tambem mostra violencia, as novelas que ensinam relbedia aos adolecentes, seriados que mostram um homem sendo fuzilado???

    Eu acho isso simplesmente uma sacanagem e creio que não sou o Único, então record, vai procurar oque fazer vai! E para de tentar fazer polemica contra os jogos, porque não adianta, falando mal dos jogos ou não falando de jogos, sempre nós iremos te chingar! ( pelomenos eu ) xD

    • 2 de janeiro de 2013 às 13:20 -

      Ana

    • M0zilla, eu ri do “rebeldia aos adolescentes” na novela. Minha mãe estaria realizada se minha rebeldia viesse de novelas pqp…

      No geral eu não acho que as armas sejam o problema. O problema é quem atira. Essa pessoa precisa de tratamento e precisa ser proibida de acessar uma arma.

      E ninguém ataca diretamente o mercado de armas [só nos EUA] porque é um dos “top 3” mercados lucrativos do mundo, junto com o tráfico de drogas e o tráfico humano.

      E francamente, proibir/fechar não ia adiantar nada. Aqui no BR mesmo, é proibido e tudo mais, mas todo mundo conhece alguém que tenha. Nem que seja aquela pessoa mal encarada da sua rua.

      E conseguir armas no EUA é RELATIVAMENTE fácil, mas não é como se fosse comprar uma geladeira. Tem exames psicológicos, atestado de responsabilidade e tudo mais. No último massacre na escola de criancinhas, quem possuía a responsabilidade/atestado era a mãe do atirador. ELA estava autorizada, estava ok. Mas como percebemos, ele não.

      • 2 de janeiro de 2013 às 13:38 -

        m0zilla

      • Mas para quê alguem vai vender uma arma à uma pessoa??? Pra ela ficar brincando de duck hunter? A pessoa tem interesse naquela arma, armas são feitas pra machucar, mesmo que a pessoa seja normal sem nenhum problema psicologico compre uma arma, é pra machucar alguem ,não? E agora voltando ao video, aqueles caras que sabiam tudo de arma não aprederam pra sair matando todo mundo e depois dizer: Eu matei aquele cara com ARMA TAL que nem o JOGO TAL. Eles aprederam pra ficar mais facil o jogo pra eles. Não questiono sua opnião ana, mas armas em uma mão não significa PAZ.

      • 2 de janeiro de 2013 às 13:48 -

        Ana

      • Também não acho que armas sejam a solução de todos os problemas, M0zilla, mas também acho que elas não são a origem de todos os problemas. Aliás, sou extremamente dividida sobre esse assunto.

        O mercado de armas é imenso e é claro que a venda deles é para tirar a vida de pessoas em zonas de conflito. Nesse caso eu diria que a produção de armas deveria acabar e que deveríamos parar de financiar esse mercado de alguma maneira [não sei como, mas eu acho que de maneira direta ou indireta nós o financiamos].

        Por outro lado, no caso de violência urbana e tiroteios em escola, a proibição de armas não resolve nada. Os EUA tem armas liberadas, mas a maior população carcerária do mundo. O Brasil proibiu e bem, a gente nota o inferno que está por aqui. Sem falar que a proibição gerou um mercado paralelo com lucro para o criminoso. Nesses casos [violência urbana e tiroteio na escola], proibir as armas não vai resolver. Não é o suficiente. O problema é muito mais embaixo.

      • 2 de janeiro de 2013 às 14:20 -

        Renan do Prado

      • Eu me recusei a assistir o video, mas pelo o que foi falado dos muleques que falaram que “entendem tudo” de arma, eu me envergonharia pelo resto da vida de jogar video-games e permitir que minha própria imagem fosse utilizada da maneira que a Record utilizou.

        Com certeza eles são filhos de alguém que trabalha na Record, pois ninguém “de fora” daria razão pra Record dessa forma.

        E o que dizer do desenho do Pica-Pau, o “Chaves” da Record… O desenho é muito divertido (eu amo o desenho desde criança, e não estou DE FORMA ALGUMA criticando-o), mas lá o Pica-Pau usa dinamites nos outros, e tornaa vida dos outros um inferno não é verdade? E o que falar das novelas da Record… Já teve aquela em que uma pessoa metia fogo em tudo, e uma meio antiga que falava da Yakuza, que um cara fez o Hara-Kiri em frente as câmeras (encenação, óbvio), além deles sempre passarem o filme do DOOM e logo em seguida os programas dos pastores malditos falando mal do capeta e de tudo.

        A Record em si já não é influenciadora da violência por si própria? E se a Record odeia violência, poque afinal passam todas as tardes o programa “Cidade Alerta”?

        Enfim, odeio a Record, jamais gostarei de qualquer produção própria dessa emissora.

    • 2 de janeiro de 2013 às 15:25 -

      m0zilla

    • É nois renan xD

    • 2 de janeiro de 2013 às 17:40 -

      Gilberto

    • Meu pai viu essa reportagem e começou a reclamar pq meu irmão tava jogando no meu pc, o meu irmão jogando sniper ghost warrior no pc reclama, mas se ele tivesse no exército fazendo aquilo REALMENTE ele não iria reclamar.

  • 2 de janeiro de 2013 às 13:13 -

    Ana

  • Assim….

    O fato é que a pessoa já possuía probleminhas antes. Os jogos foram a gota d’gua para o copo transbordar. Mas poderia ter sido um filme, uma novela, um desenho, uma propaganda de pringles [?], enfim.

    O que me parece é que há um ‘padrão’ de comportamento desses sociopatas. “Todo” sociopata joga videogame. Mas nem todo gamer é um sociopata. O que isso nos quer dizer? São APENAS os games que fazem o copo transbordar? Ninguém analisa os casos de 1900? Esses tiroteios não são moda recente. Um dos mais sangrentos foi o Massacre da Universidade do Texas e ocorreu em 1960! E ainda há massacres mais antigos, alguns datando de 1700!

    É verdade que, por exemplo, no caso de Columbine, ambos os alunos eram gamers. Eric Harris realmente tinha um algo grau de psicopatia, enquanto o Dylan Klebold era um depressivo que sofria bullying constante e encontrou amparo na pessoa errada. E eles apenas jogavam porque…. Bem, quem não joga hoje em dia? Até minha mãe joga. Será que toda vez que ela me dá uma bronca também é consequência dos jogos ou de um dia ruim?

    Francamente, não acho que proibição de armas vá resolver alguma coisa. O problema não é a arma, mas quem a empunha. Ao meu ver, os EUA sofrem uma cultura de bullying extremamente forte, o que acaba gerando sérios traumas em quem pode vir a ser um atirador [vide Virginia Tech e Columbine]. “Ah mas há o bullying saudável”. Não, não há. Você nunca sabe como a outra pessoa está se sentindo a respeito do “gordinho, quatro-olhos, piranha, chokito”. O Dylan, de Columbine, é o exemplo real de que bullying DEVE ser combatido e levado a sério.

    Por fim, acho que associar games é para ter uma explicação ‘fácil’ para o assunto. Seria o mesmo que dizer “todos os atiradores bebiam coca-cola”. Essa cultura de bullying precisa ser combatida, e crianças com problemas mais sérios [psicopatia, problemas em casa, na escola] precisam de ajuda urgentemente. O problema é que praticamente ninguém presta uma ajuda nessas horas. Eu noto que tem uma galere que segue comportamento de manada. Tá todo mundo bullynginando a fulana? Bora lá! Ah, agora é o ciclano? Opa! Tamo junto! Quem se lembra da menina Amanda, que suicidou aos 15 anos por causa das fotos nuas que caíram na net? Ou da outra guria que o namorado jogou fotos de ambos em momentos íntimos no FB? Se ocorrer alguma coisa vai ser culpa da rede social ou da foto? Francamente, não, mas de quem comentou zoando a foto, provavelmente sim.

    • 2 de janeiro de 2013 às 23:05 -

      Diana

    • Hahahahahhaah
      Ana, sou a favor de culpar a coca-cola em todos os sentidos! Do econômico ao nutricional. Hahahahahah
      O que pode desentupir um vaso sanitário, minha amiga, pode arruinar qualquer um. lol

      Isso me faz lembrar da propaganda atual falando que não sei quanto de coke equivale a tantos minutos de caminhada, de gargalhada etc. Realmente é para gargalhar e esperar não se engasgar de nojo. É a Vênus do marketing.

      • 3 de janeiro de 2013 às 17:26 -

        Ana

      • Assino embaixo, Diana. Qualquer pessoa que quiser se tornar saudável [ou razoavelmente], só precisa cortar o refri e andar meia horinha. Minha avó tem osteoporose e não larga o dito cujo.

        Tem uma porrada de estudos que afirmam que refri é veneno açucarado e puro. Não duvido nada que isso afete o cérebro dos americanos que bebem copos de 1L de refri lolz.

  • 2 de janeiro de 2013 às 15:32 -

    Maycon Roberto

  • Esse povo nun tem o que fazer nao. Cambada de desocupados

  • 2 de janeiro de 2013 às 14:34 -

    Renan do Prado

  • Tenho más notícias, ontem passei o dia inteiro jogando Assassin’s Creed 3, God of War 3, e passei a madrugada lendo O Silmarillion.

    Isso significa que irei nas gavetas da cozinha, prenderei facas aos meus pultos, pegarei o machado do meu pai, 2 correntes com facões nas pontas e vou matar todo mundo ao mesmo tempo que eu acredito ser um Valar e que estou lutando contra as forças malignas dos templários, de Zeus e de Melkor juntos.

    Felizmente não joguei Counter Strike, senão eu pegaria uma M4 e combateria os terroristas juntos.

    SÓ-QUE-NÃO.

    Não é de hoje que eu odeio a Record por culpa dessa polêmica com games e violência, mas desde a época de Pitbull = Assassino. A emissora tem em suas bases a polêmica “fabricada”, mais até do que a própria Redetv com TV Fama, Superpop e enfim (esses 2 programas citados chegam até a ser muito melhores que a programação que a Record fabrica (tirando o pica-pau e todo mundo odeia o Chris)). E o pior de tudo é que HÁ PÚBLICO PRA ACREDITAR NESSAS BABOSEIRAS!!!!

    Acho que todo o público aqui da Arkade é prova que games não estão diretamente relacionados a violência e que games de forma alguma são a CAUSA da violência, senão podemos todos nos considerar psicopatas e darmos razão a Record.

    E isso eu NUNCA farei.

    Eu queria que a Record me entrevistassem, mas aí a filmagem não iria ao ar pois eu falaria todas as verdades da emissora, e a Record, bem… Ela não tem compromisso com a verdade não é?

    • 2 de janeiro de 2013 às 14:40 -

      Ana

    • SIM, TEM O CASO DOS PITBULLS.

      Na minha rua vive uma pitbull abandonada, que minha mãe alimenta. É a coisa mais dócil do mundo, enquanto o pintcher da vizinha já quis me estripar diversas vezes. E nem um chute eu posso dar no infeliz, pq do jeito que é pequeno, mata. Mas a pitbull, aaah, a pitbull é do belzebu, cuidado que um dia ela engole a sua cabeça qndo vc não olhar.

      Ah, a alienação ¬¬

      • 2 de janeiro de 2013 às 15:30 -

        m0zilla

      • Não vou nem falar nada, ja que sou medroso de qualquer cachorro xD

      • 2 de janeiro de 2013 às 15:32 -

        m0zilla

      • Não vou nem falar nada, ja que sou medroso de qualquer cachorro xD

        ( Eu não estou falando que não gosto de cachorros! Só disse que se eu vejo um na rua, por mais bonzinho, fofinho e pequeneninho que seja eu dou no pé)

        Ainda bem que tenho meu cachorrinho Truco pra me proteger dos dinossauros.

    • 8 de janeiro de 2013 às 16:43 -

      DanielWarfare

    • Se o cachorro será ou não violento, o que importa é o dono. Se o dono treinar um puddle para ser uma maquina mortífera, ele conseguirá. A culpa nunca foi e nunca será dos cachorros, a culpa é de quem cria. Eu já tive um puddle que parecia o Satan. Ele fugia e mordia as crianças do meu prédio e sempre comia as nossas coisas. Mas a minha vó tinha um Rotweiller, e ele erá a coisa mais dócil do mundo. Moral: A culpa é de quem cria e influencia.

  • 2 de janeiro de 2013 às 17:58 -

    Enrico Prado Ignacio

  • Mateus é um malandrão, jogando coisas de gente mais velha.
    A repórter foi muito corajosa ao chegar tão perto de dois 'psicopatas em potencial', altamente especializados em armas de fogo que no momento, felizmente, empunhavam controles de Xbox.

    • 2 de janeiro de 2013 às 16:21 -

      Leonardo

    • E ela ainda fez isso sem usar um capacete ou um colete a prova de balas…

      algo recomendável para os “Repórteres de Guerra”

  • 2 de janeiro de 2013 às 16:30 -

    Leonardo

  • O engraçado é que esse tipo de reportagem queima muito mais a cara da Record do que dos próprios Games!!

    A TV de um modo geral não aprendeu que ela não tem mais a mesma força pra formar opinião!!

    Hoje em dia uma reportagem tendenciosa é exaustivamente dissecada em foruns da internet e das redes sociais! abosulutamente NADA fica nas entrelinhas

  • 2 de janeiro de 2013 às 16:35 -

    Sadi Junior

  • “eu não falo com a bandeirantes”, digo “record” “Morre diabo” hueheuhe

    Não assisto a record! Não assisto a globo, não assisto sbt. Foda-se a opinião deles.

    • 2 de janeiro de 2013 às 18:22 -

      Alexo Mello

    • É a qualidade jornalística, principalmente televisiva falando aí. A matéria é tendenciosa, não equilibra as opiniões, não aprofunda o tema nem um pouco.

      No universo de games esse tema é exaustivamente discutido, com profundidade, em nenhum momento importante o videogame sai como vilão nessa história. Pelo contrário.

      Eu concordo que a violência é um tema recorrente. Mesmo quem consome videogame pensa assim, mas enfim, é uma questão de mercado, de momento expressivo dos produtos. Eu concordo que qualquer produto com conotação violenta (um livro, um filme, uma letra de música, um desenho animado etc.) nos familiariza virtualmente com o assunto. Mas (1) essa proximidade é muito rasa com a realidade, por mais absorto que o usuário esteja no consumo do produto em questão; (2) o conhecimento da existência da violência por meio do consumo de entretenimento não o torna violento em igualdade.

      A violência surge nas bases do indivíduo, na sua criação, na convivência com a família, nas relações de escola, em quão saudável é sua vida cotidiana. O game é catarse para alguém que tem um problema social anterior a ele.

      Enfim, teria muito pra falar sobre tudo isso. Mas tem um vídeo que eu gosto que esclarece bem vários aspectos:

      http://www.youtube.com/watch?v=WpkHXR1J5C0

      A gente pode estar cagando pras matérias, mas acho que a comunidade gamer (usuários, artistas, desenvolvedores, produtoras) deveriam se manifestar e apresentar seu lado da história porque apenas quem fala para a massa são os noticiários que sabemos, não tem nem condição (tempo etc.) de aprofundar o material.

      A opinião que a massa (leigos) têm a respeito do universo do videogame são dessas reportagens, que caem em cima dos jogos quando um psicopata americano sai matando nas escolas. Para nós, os motivos parecem claros; o leigo, no entanto, é influenciado e tenderá culpar os videogames, por mais esdrúxulo que seja, pela maldade no mundo.

      • 2 de janeiro de 2013 às 18:33 -

        Renan do Prado

      • O problema é que aparentemente não há como ir para a TV, que é o meio que mais ataca os games, e expor nosso lado, pois primeiro eles jamais aceitariam exibir o outro lado, e segundo, se aceitarem, editarão tanto a matéria pra fazer se tornar favorável a eles mesmos.

        Só resta ir para a internet, e aí sim vemos o outro lado, o nosso lado, muito bem detalhado e explicado. Mas quem iria até a internet se inteirar do assuntos se a TV já mastigou tudo e vomitou pras pessoas aceitarem? Só quem tem interesse que procura mais sobre o assunto, games em geral não interessam aqueles que não jogam, por isso nem se dão ao trabalho de procurar mais sobre o assunto, infelizmente….

        Felizmente aqui em casa meus pais não são desse tipo, pois eu mesmo explico tudo a eles.

      • 4 de janeiro de 2013 às 18:58 -

        Alexo Mello

      • Humrum. Legal.

        Eu não lembro bem agora, mas acho que vi uma palestra ou um vídeo do Kao Tokyo, ótimo material, com detalhes distrinchando bem o assunto. De qualquer forma, o próprio postou recentemente este artigo:

        http://www.acigames.com.br/2013/01/o-amor-esta-no-ar-mas-violencia-gera-audiencia/

    • 2 de janeiro de 2013 às 23:23 -

      Diana

    • Eventualmente, alguns ainda se salvam nesse turbilhão de informações cruzadas e editadas. Nas últimas eleições, tive a oportunidade de ver duas matérias de canais diferentes sobre a pouca procura de jovens abaixo de seus 18 anos pelo direito ao voto.

      Na Globo, um jovem entrevistado respondeu que simplesmente não queria votar pois ainda não era obrigado a isso, assim o apresentador complementou com um breve comentário sobre a “falta de conscientização política da juventude brasileira”.

      Na Cultura, uma moça, também entrevistada, disse que não iria votar pois não encontrou quem a pudesse representar e assim fazer valer seu voto. Outro rapaz ainda disse que não iria votar pois não via necessidade de fazer isso quando não se tem candidato.

      Ou a Globo teve o “azar” de só encontrar pessoas com a mesma opinião (geralmente simplificada e sem argumentação profunda) ou… Acho que já sabemos sobre a alternativa.

  • 2 de janeiro de 2013 às 19:11 -

    Reinaldo Ramos

  • Afirmo: videogame faz bem. Justificativa: Quanto mais você usa seu televisor para jogar, menos você utiliza-o para assistir.

  • 2 de janeiro de 2013 às 18:46 -

    Victor

  • A record só faz essas matérias porque tudo é do Diabo pra eles! aushuahsuahsuash’ Agora eeles querem implicar até com os games, pra ver se alguém dá ouvido à eles e parem de jogar porque é do Diabo e influência sua mente, eu não paro… =D

  • 2 de janeiro de 2013 às 19:22 -

    Chinalia

  • É muito fácil jogar a culpa em algo que pode ñ ser o principal agente, a mãe/pai leva o filho pra escola pela manha, o deixa o dia todo só, muitas vezes ñ da a atenção que os filhos precisam, se ñ é separada(o), briga o tempo todo c o marido/mulher na presença das crianças, discutem e os culpados são os jogos violentos. jogo vídeo game desde os 11 anos de idade e nunca se quer fui violenta, principalmente em casa, isso é falta de uma boa estrutura familiar, vamos parar de ter filhos pq achamos bonitinho, pois se vc ñ tem uma estrutura familiar boa é isso o que acontece, filhos c problemas emocionais.
    e que gente é essa que participa dessa droga de programa, a muito a televisão deixou de ser informativa, isso vale pra todas, ñ em especial quando atacam os jogos, programas que nada agregam na vida das pessoas, é lixo e mais lixo.
    Pra minha saúde mental a partir do momento que comecei a jogar deixei de assistir tv, ñ só melhorei meu inglês como tb aprendi a ser mais sociável, e o que a tv me ensinou… Algo a se pensar, ja que a tv esta para os jovens como os vídeo games, livre.

    • 2 de janeiro de 2013 às 19:53 -

      Renan do Prado

    • Quando eu era criança, eu passava o dia inteiro assistindo desenhos. Quando era adolescente, ainda via desenhos e programas humorísticos somente. Já adulto, eu mal vejo TV pois geralmente passo o dia inteiro fora de casa, por conta de trabalho e faculdade, mas hoje (férias eu te amo!!!!!) como estou ficando o dia inteiro em casa, da TV eu SÓ vejo Chaves, Mythbusters, algum filme bom que passe e Pânico na Band (há quem odeie o programa por ser apelativo, mas no Max Payne nós explodimos as cabeças dos outros em câmera lenta, então, tranquilo).

      Vejo o jornal também, principalmente o da hora do almoço, pois é mais leve, e eu gosto até de assisti-lo.

      Fora isso, só fico na internet, consumindo informações que eu quero, e não que me empurram, jogo videogame e leio vários livros.

      • 3 de janeiro de 2013 às 19:17 -

        Chinalia

      • Essa é a ideia Renan, perdemos praticamente nossas vidas fora de casa e quando chegamos, fazemos muitas outras coisas, imagine pessoas que tem filhos, sem assistência uma criança pode fazer muita idiotice. nossa geração ainda sabe selecionar o que assiste, mas e essa geração que vive na correria do dia – dia, cada dia mais as pessoas tem menos educação, consequentemente sem moral e ética.
        Faço o mesmo, ñ consigo mais assistir tv, leio, jogo, mas tv ñ.

  • 3 de janeiro de 2013 às 00:27 -

    Francisco Israel Silva

  • Elas atacam os games porque quanto mais se joga menos se assiste a programas idiotas. Os games influenciam pessoas de mente fraca, e não de gamers.

  • 2 de janeiro de 2013 às 22:42 -

    Diana

  • Quem não gosta de videogames vai sempre falar coisas desse tipo. Eu tenho pessoas de meu círculo social que acreditam nisso (de uma forma ou de outra) mesmo sabendo que jogo. Eu optei por não discutir mais, pois acho que a minha existência já deveria dar uma dica.

    Eles falam do game porque o cara jogava. Dizem que jovens se mataram após ler Goethe; instalou-se um caos nos EUA após a leitura via rádio de War of the Worlds, de H. G. Wells; milhões acreditaram em (ou pelo menos desconfiaram de) um desastroso fim do mundo devido à “interpretação” de um calendário Maia. Influências sempre existirão.

    O que falta num noticiário desses é pesquisa e clareza na transmissão de informações. TV só passa o que os grandes querem, isso é fato para quem tem uma leitura além das palavras de apresentadores (sabidamente fazendo seu trabalho) sorridentes e muito bem educados – a imagem da verdade sempre parece ser a mais bela possível.

    Eu já fui revoltada com tudo isso. Hoje sou grata pela educação crítica que trilhei e tranquila com o que gosto. Todos vocês e eu podemos passar a beleza, a confraternização e a arte dos jogos para outras pessoas. Esse é nosso poder. A TV tem o dela, e infelizmente ele está nas mãos dos controladores da poderosa trindade política-economia-poder armado desse país, como de tantos outros.

    O problema é do jogo? Eu diria que é do maldito que inventou a pólvora.

    • 3 de janeiro de 2013 às 09:52 -

      zecarlos

    • mas diana,eu nao tiro a razao do conteudo da materia ….acredito (em termos)que sim video game pode influenciar pessoas(principalmente desiquilibradas)….bom comecei a acreditar mais nisso depois que comecei a trampar pra materiais publicitarios e cinema,e depois que joguei americas arms e descobri seu objetivo inicial que era de usar o game como um chamaris pra jovens se alistarem no exercito…o problema ali na materia e atacar cruelmente apenas o maior mercado do planeta,nao informando corretamente muitas coisas….e isso acho que todos sabem,a record nao e nenhuma santa pois o objetivo de uma emissora tmbm e influenciar as massas,e materias como essa fazem isso tmbm….mas de forma errada…videogames influenciam pessoas….sim,como qualquer outra coisas que seja consumivel,mas nao e o video games que transformam pessoas doentes em assassinos meticulosos

  • 3 de janeiro de 2013 às 09:40 -

    zecarlos

  • a record comete novamento um erro corriqueiro de toda sua grade jornalistica e sensacionalista…..ela nao e imparcial…nem se quer se deu o trabalho de mencionar a constituicao americana que….pra deixa-la melhor informada….NAO E A QUESTAO DE FACILITAR O CONSUMO DE ARMAS PELOS AMERICANOS…MAS E UM DIREITO DEFENDIDO E INTOCAVEL DE QUE TODO AMERICANO PODE PORTAR ARMAS PRA AUTO DEFESA….outro fator interessante e que se formos pela logica,da propria recor quanto do professor que falou no video….o mundo do entreterimento deve acabar(cinema,hqs,video games,desenhos animados,series de tv,novelas,telejornais e etc)se for pra ser justo entao se sejamos justos,voltamos aquele papinho de sempre nao e o video game apenas que influencia uma mente perturbada,mas tudo a sua volta…a record continua repugnante como sempre ,talvez porque esteja falindo como dizem alguns boatos por ai

  • 3 de janeiro de 2013 às 10:09 -

    Garzedim

  • O que acontece é que as pessoas estão parando de assistir TV. A audiência (AKA: massa de manobra) está migrando para a Internet e Games. Consequentemente estão perdendo poder e influência sobre as pessoas. A Globo também faz isso. Qualquer emissora que se veja perdendo terreno para outras mídias fará o mesmo. Estigmatizaram fãs de quadrinhos como Nerds nos anos 70 e 80. Existe um lobby gigantesco das emissoras no Congresso Nacional para sucatear e encarecer o máximo a banda larga no Brasil. Ainda existem planos de internet DISCADA por aqui. 56K! No caso da Record, seu vinculo com a Igreja Universal gera um vício ainda mais nocivo. A associação com “valores” religiosos gera preconceito, o que cega a capacidade das pessoas de questionar. No momento que as pessoas param de assistir a programação e começam a não contribuir tanto no dízimo da Igreja, aí é hora de tomar uma atitude.
    Ok, quero deixar claro que não tenho nada contra a RELIGIÃO das pessoas. O que não consigo tolerar mais são os ESTELIONATÁRIOS que conduzem essas religiões e aproveitam da fé e do desespero pessoal para lucro. Até mesmo se as pessoas quiserem dar seu dinheiro para alguém que lhe promete a terra prometida na terra, mesmo isto sendo TOTALMENTE CONTRA tudo que é dito na Bíblia e ensinado por Jesus, tudo bem. Qualquer um tem o direito de fazer o que quiser com o própio dinheiro. Agora, no momento que começam a afetar a minha vida, aí são outros quinhentos.
    Me lembro do episódio que Edir Macedo levou o filho para queimar seu N64 na fogueira santa por ser um instrumento do diabo justamente quando Pokemon era o maior sucesso da emissora. Então nada mais foi dito contra games por muito tempo na emissora do “Bispo”.

    PS: Antes que alguém venha de mimimi sobre o Dízimo; saibam que ele faz parte das leis que coordenavam os cultos JUDEUS no ANTIGO testamento. Não faz parte de NENHUM ritual cristão. O Antigo testamento caducou com Jesus na cruz, mas claro que os Pastores são orientados a ignorar esse pequeno detalhe….

  • 3 de janeiro de 2013 às 12:11 -

    Ferrark Leandro

  • 3 de janeiro de 2013 às 11:01 -

    Marcelo Melo

  • Esse assunto me parece tão saturado, e as opiniões apresentadas geralmente tão distantes das emitidas por especialistas em segurança que conseguem entendê-la como o fenômeno complexo que é, que acabo por sentir-me enfastiado demais para comentar.

    De qualquer modo, é cômico pensar que o jogador de FPS vai saber manejar uma arma – ou se sentir mais confortável em uma situação que as envolva – devido ao seu contato com o jogo.

    No primeiro tiro para cima a nerdada já terá corrido para longe. Quem já foi assaltado sabe que ser herói no videogame é muito mais fácil.

  • 3 de janeiro de 2013 às 13:23 -

    Rodrigo Gouveia

  • Eu, como profissional da área de segurança pública, fiquei admirado com o nível de sabedoria dos especialistas que a Record exibiu. Nunca em toda minha carreira encontrei um jovem com tamanho conhecimento bélico. Sem essa matéria da Record nunca saberia que uma UMP45 é um rifle menor, uma MK46 é uma matalhadora muito usada nos morros do Brasil, que o G3 é da 6C. E pensar que jogo desde os 8 anos de idade, e naquela época comecei com Duke Nukem 3D e Doom, e passei praticamente por todos os FPS lançados subsequentemente e ainda não cometi nenhum massacre. E é legal a Record cortando a frase do último garoto entrevistado bem na hora que ele iria fazer o único comentário sensato de toda a reportagem.

    • 3 de janeiro de 2013 às 18:28 -

      zecarlos

    • eu acho que na materia da record….ficou constatado que entao ja que um muleke de 16 anos manja(pifiamente)de armas ,faz jogadores mais experientes se tornarem verdadeiros conhecedores de equipamentos belicos…convenhamos que a descricao feita pelo muleke nao e preciso nem jogar pra se ter ela,basta ver um noticiario na tv ou num discovery channel da vida….essa record e uma fanfarrona….lembrei agora,meu avo serviu na segunda guerra,e na minha infancia me encantava e viciava em historias de guerra,lia muitos quadrinhos que ele trouxe da italia….acho que isso faz de mim entao um expert em equipamentos belicos,pois sei quem tinha as melhores armas e melhores veiculos durante 1939 a 1945,isso pra nao citar outras guerras que gosto de ver historias

  • 3 de janeiro de 2013 às 17:34 -

    Rafael Costa

  • então quer dizer que seu eu jogar esses jogos violentos(que eu jogo), ai eu vou querer sair atirando em todo mundo é brincadeira mesmo viu eu tenho 13 anos e isso quer dizer que eu vo sair atirando avah!

    • 3 de janeiro de 2013 às 18:32 -

      zecarlos

    • o mais engracado e que,a record,informou sobre algo que ela nao sabe,de uma cultura e ideias que ela desconhece…e depois quis comparar com o brasil….jogo games violentos desde meus 12 anos…tenho meus 33 hoje e ainda nao dei uma de gta-man

  • 4 de janeiro de 2013 às 01:46 -

    Lucas Fiorentino

  • Os videogames influenciam as nossas mentes, enquanto a Record influencia um monte de imbecis com aquela palhaçada de igreja universal e cria um bando de alienados. Quem é mais culpado?

  • 4 de janeiro de 2013 às 18:42 -

    Matheus Brandão

  • O legal é que querem comparar a gente como pessoas alienadas(pessoas que assistem novela) e que acham que somos uma população de psicopatas e como conseguencia nós vamos nos isolar da sociedade , treinar e sair matando , para uma pessoa fazer isso ela tem que ter um proposito e ter um disturbio mental por que não é assim "vou sair de casa para fazer um passeio no parque e aproveito e levo minha arma para se diverti.".

    • 4 de janeiro de 2013 às 21:58 -

      zecarlos

    • so conheço a historia de um cara que conseguiu fazer isso e nem exitia video game na epoca….era o pinto caravaggio…que curtia uma confusao,munido de sua espada,vagando pelas noites de bar em bar pra arranjar brigas….sua vidaloca de gta-man durou so 10 anos….quer dizer nao existia video games na epoca….mas ele trabalhava muito pras igrejas…entao …

  • 7 de janeiro de 2013 às 11:46 -

    watt

  • Então agora os meus filhos(hipoteticamente) não poderão jogar…E vão assistir o que na Record!? Boiolagem na TV? Sensualidade? Homens e mulheres seminus nos programas de sábado e domingo? Xingamentos e barracos de participantes de reality shows? Eu controlaria o que meus filhos jogam, mas não posso controlar, com certeza, o que eles assistem nessa merda chamada “televisão brasileira”.

  • 8 de janeiro de 2013 às 02:27 -

    Rafael Soares

  • Primeiro a Rede Record de televisão eh sencionalista, tudo absolutamente tudo eles aumentam, jogo games de violência desde pequeno quem lembra do Alucard arracando cabeças no anos 90 ou do joguinho do mega the haunted masion?? e Hoje sou engenheiro formado muito bem casado e tranquilão. se fosse assim Record (fazenda , biblias e filmilmos de ação) Globo Novelas com pedofilia , adultério entre outros, iriamos ter um bando de tarados , pessoas mal casadas, e um bando de doido religioso, agora culpar games por ações de retardados mentais ??? melhor para de ver televisão e ler um livro e olha la o livro que eu vou ler

  • 8 de janeiro de 2013 às 16:35 -

    DanielWarfare

  • A TV Brasileira só faz isso para tentar para o inevitável. É uma coisa muito fácil de entender:com a internet e videogames, quem vai querer perder seu tempo assistindo a deplorável, e horrível, programação da TV aberta. Eu fiquei uma semana sem internet, e por isso, eu tentei assistir TV. Depois de ver Esquenta, as milhares de novelas bestas da globo, e o terrível BBB revivendo, eu liguei meu videogames e fui matar prostitutas, muito melhor e mais saudável do que gastar meu tempo vendo um programa onde ganha quem mostrar mais a bunda.

    Outro dias desse, eu vi a Globo fazendo uma reportagem amigável, sério mesmo, sobre os videogames, acho que ela já caiu na real não?. Mas a Record, uma emissora religiosa e conservadora* continua com isso. Deplorável.

    *Religiosa e conservadora é o Kid Bengala ao inverso. O que eu mais vejo na record é P U T A R I A. Até o Multishow tem menos.

    Daqui a pouco vão dizer que a AIDS é culpa dos videogames. E se você jogar GTA sem proteção, tu contrairá o HIV

  • 10 de janeiro de 2013 às 03:22 -

    Rafael

  • Seguindo a lógica da entevista então, nas favelas do Rio de Janeiro e São Paulo só tem video-game. A criança nem sai do peito da mãe e já está no Call of Duty.
    Nem vale a pena comentar a reportagem de uma emissora que foi comprada com dinheiro dos fiés que acreditavam que “tinham que dar dinheiro ao senhor para ter as benção do céu”, isso sim é alienar o povo.

  • 12 de janeiro de 2013 às 22:25 -

    victor

  • mais fácil por a culpa em alguma coisa física (jogo eletrônico, filme, livro, whatever) do que de fato entender o problema em si, cuja origem é sóciocultural.
    os jogos podem até funcionar como fatores de pequena força, mas não são a causa; as armas são apenas facilitadoras, também não sendo causa real da violência.
    ninguém (o governo) tá preocupado em resolver o problema da violência, pois daria muito mais trabalho do que dizer – e talvez até banir – que o jogo é o responsável.

  • 22 de janeiro de 2013 às 14:00 -

    Renatto Andrade

  • To ate cansado de cometar sobre isso então vou simplificar.

    Tv = promove a violencia com sua programação podre.


    Violencia = almenta e vira noticia.


    Noticia = Vai pra tv e eles tem que matar dois coelhos com uma pedrada só.


    Coelhos = uma noticia idiota pra idiotas assistirem + culpar o maior concorrente da tv os video games.

    Simples assim!

  • 22 de janeiro de 2013 às 14:20 -

    Renatto Andrade

  • Eu jogo video games desde que sou moleque meus jogos preferidos são:
    -God Of War
    -The house of the dead
    -Mortal kombat
    -Serious sam

    E muitos outros jogos SANGRENTOS E VIOLENTPS.

    E na vida real odeio armas de fogo, odeio violencia, odeio ums er humano que mata o outor ABOMINO tudo isso e abomino ainda mais quem coloca a culpa no video game sou qualquer outra sobre o mundo violento que vivemos. Agora vamos lá.

    Agora sera que a tv é culpada por muitas das atrocidades que aocntecer vamos analiza?

    A tv promove em alto e bom som:

    -Violencia
    -Opinião que lhes convem e a seus interesses.
    -Modinhas ridiculas.
    -Novelas pra o pubico mais estupido desse pais que acha que BBB e malhação é o sonho de uma vida perfeita.
    -Promove pessoas como o atirador do realengo mostrando cada característica do cidadão fazendo dele um "anti-heroi" que na mente desses DOENTES MENTAIS são como um grande incentivo. Em países que isso é mais frequente muitos jornalistas que NÃO são controlados por esses idiotas da imprensa tentam fazer com que eles NÃO divulguem isso como se o cara fosse um "anti-heroi" ou "alguem a se temer" pois so promove mais e mais doentes mentais a fazerem o mesmo.

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