Clássicos: Paperboy (arcade) a árdua missão de entregar jornais

2 de janeiro de 2012
Autor: Rodrigo Pscheidt

Os jogos de videogame eram muito mais inocentes há algumas décadas. Não controlávamos espartanos musculosos em busca de vingança ou mercenários armados até os dentes. Ao invés disso, assumíamos o controle de um garotinho que entregava jornais para arrecadar pontos. Um tema simples, mas de qualidade inquestionável, afinal Paperboy se tornou um verdadeiro clássico, aclamado até hoje por milhões de gamers saudosistas.

Produzido pela Atari, Paperboy foi originalmente lançado em 1984 para arcades e recebeu conversões para diversas outras plataformas nos anos seguintes, sendo que uma das mais memoráveis é a conversão para o Nintendinho, que chegou em 1988.

O game colocava o jogador no papel de um moleque cuja missão era entregar jornais enquanto andava de bicicleta. Obviamente, as coisas não são assim tão simples, pois as ruas da cidade estão cheias de obstáculos como cachorros, bueiros, hidrantes, motoristas apressadinhos, operários realizando obras e muito mais.

Além de todos os perigos que uma rua movimentada lhe reservava, o jogador ainda devia se preocupar em entregar os jornais nas casas certas – de preferência acertando na caixa de correio para uma pontuação perfeita. Se você errasse a mira, podia acabar quebrando uma janela, o que geralmente deixava o proprietário um pouco nervoso.

Mesmo não sendo nenhum RPG, Paperboy apresentava 3 finais diferentes, podendo acabar em sucesso ou demissão, dependendo do seu desempenho. Cada fase do game correspondia a um dia da semana, com o trajeto ficando sempre mais difícil. Fazer boas entregas significava novos assinantes para o jornal (e consequentemente, mais pontos), mas se você deixasse algum leitor na mão, ele poderia não só cancelar a assinatura, como sair correndo atrás de você.

Paperboy é o tipo de jogo que poderia ser frustrante nas primeiras partidas, mas o sucesso de uma entrega perfeita era extremamente recompensador. O game ganhou algumas sequências (umas bem estranhas, como o Paperboy 64), mas clássica mesma é sua versão original nos arcades, desafiadora, divertida e viciante como um bom game dos anos 80 devia ser.

Este texto foi originalmente publicado na edição 28 da revista Arkade.

 

  • RyogaBr

    eu tive o nintendinho mas nunca joguei esse, e o grafico e jogabilidade parecem bem legais pra aquela geração, pro nintendo eu tinha um jogo dos simpsons, shinobi, um do kirby, o super mario do esquilo, um da turma da monica e um do chapolin colorado mas nao lembro direito de quase nenhum deles (tirando o mario e o do shinobi que eu era muito viciado) eu era muito pequeno o meu pai que jogava mais

  • Renan

    Nunca cheguei a jogar, mas já tinha ouvido falar, 1ª vez que vejo um video desse jogo, bem difícil hein!!!! Imagino o desespero de quem jogava quando perdia kkkkkkkkkkkk

  • Joao

    Joguei mto esse aih!

  • leandro(leon belmont) alves

    Paperboy é joia!!

    adorava e ainda curto dar uma de jornaleiro metendo jornal na cara das pessoas e impedindo até assaltos. muito show, já começou o ano falando de um excelente clássico.

    Paperboy é muito joia!!!

  • Edimartin Martins

    Esse jogo é da época que videogame éra coisa de criânça.

    Infelizmente hoje em dia não se faz mais esse tipo de jogo com esta qualidade. Por ter um público muito específico, o investimento feito pelas empresas, é muito pouco.

  • http://www.zecarlosblogartfolio.blogspot.com zecarlos

    eu lembro essa bagaca de jogo,eu achava muito charope

  • http://Enteryourwebsite... CptGuapo

    Xarope?! Tenta zerar a versão arcade pra você ver…

    • http://www.zecarlosblogartfolio.blogspot.com zecarlos

      eu nem sabia que tinha arcade disso,eu jogava no supermercado no nintendinho na epoca quando meus pais iam fazer compras hehehe…mas se no video game era chato no arcade devia ser pior

  • Gaspar

    Eu achava impossível zerar esse jogo…

  • KING OF KINGS

    esse jogo parece ser bom nunca joguei

  • Pedro Ramos

    Esse jogo é um clássico inesquecível, esses dias eu de repente pensei nele, era muito bom!

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